Cada tamanho de família requer um determinado perfil de imóvel. É claro que não existem regras ou padrões obrigatórios, mas, por experiência, de uma maneira geral os tamanhos das famílias acabam se ajustando a certos padrões de escolha, conforme os requisitos de cada um. Conheça a seguir quais são essas escolhas mais comuns:

Imóveis para solteiros
Pessoas solteiras em geral preferem apartamentos compactos, pois sua demanda por espaço não é grande e eles são mais fáceis de se limpar. Nos últimos anos tem sido comum a escolha por apartamentos que tenham pelo menos dois dormitórios, pois um deles com frequência é convertido em um escritório de trabalho.

Além disso, pessoas solteiras costumam preferir apartamentos ao invés de casas, devido à maior segurança que oferecem, especialmente quando estão ausentes. Espaços de lazer do condomínio, como salão de festas, churrasqueiras, etc., são opções desejadas pois permitem receber os amigos com mais conforto.

Imóveis para jovens casais
Casais jovens costumam optar por imóveis um pouco maiores, pois já requerem um pouco mais de espaço para o dia a dia e para reunir os amigos em casa. Além disso, é comum que eles já prevejam um possível aumento da família, e por isso, imóveis com três dormitórios, ainda que não muito grandes, costumam ser escolhidos. Apartamentos e casas em condomínios pequenos são as opções mais procuradas.

Imóveis para casais com filhos
Quando a família cresce, aumenta também a demanda por um espaço maior e mais opções para manter as crianças entretidas. Por isso, famílias com este perfil costumam optar por casas ou apartamentos mais espaçosos, com pelos menos três dormitórios, e que ofereçam espaços de lazer no condomínio, de preferência com quadras, piscina, playground etc. Além disso, a escolha da localização tem um peso importante, pois a proximidade a escolas, farmácias, mercados etc. se torna um requisito importante.

Imóveis para idosos
Pessoas de mais idade costumam optar por imóveis menores e, de preferência, localizados em bairros que não têm ladeiras e que oferecem serviços variados na região, que podem ser acessados a pé. Edifícios sem elevador estão descartados.

Famílias que têm animais
Cães e gatos são muito populares, e as famílias que gostam de ter animais de estimação precisam descobrir, antes de mais nada, como é a aceitação de pets em um condomínio antes de optar por um imóvel. Casas oferecem a vantagem de contar com quintais e mais espaço para os bichinhos, além de facilitar a sua higiene.

Onde encontrar o seu imóvel ideal?
No portal da Rede Provectum você encontra imóveis de todos os tipos e tamanhos, nos mais diversos bairros de Campinas e região! Visite aqui o nosso portal e encontre o seu!


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Começou em Holambra, no último dia 24 de agosto, a tradicional Expoflora, o principal evento do setor de flores em todo o país. A feira reúne milhares de expositores e são organizadas várias atrações culturais simultaneamente à mostra. A Expoflora estará aberta até o próximo dia 23 de setembro.

E se você adora flores e quer aproveitar a Expoflora para escolher espécies para decorar a sua casa, confira algumas dicas para criar lindos arranjos em seus ambientes:


Quais flores que se adaptam bem a interiores?
Se você deseja criar arranjos para as áreas internas, você pode escolher espécies como orquídeas, azáleas, violetas, gerânios, antúrios, begônias, lírios da paz ou as rosas de pedra. Todas elas, com os devidos cuidados, se adaptam bem a interiores.

Como criar lindos arranjos?
Os arranjos podem ser feitos com qualquer tipo de flor, mas aqueles que combinam flores com tons parecidos e harmônicos costumam produzir um lindo visual. E outra dica é escolher tons de cores que combinam com as cores usadas nos ambientes da casa.

Variação nos tamanhos dos vasos
Misturar vasos com flores em diferentes tamanhos é uma ideia boa para criar lindas combinações. Outra dica é usar objetos bem variados para servir de vaso, como os bules, leiteiras, canecas decoradas etc. Os arranjos ficam lindos e muito chiques!

Luz e rega
Flores necessitam de rega, embora não em quantidades exageradas. Quatro dedos de água podem ser suficientes. Convém trocar a água dos vasos a cada dois dias e cortar a ponta dos seus caules. Outra dica é deixá-las em locais com iluminação natural.

Espalhe as flores pela casa
Flores sempre geram uma sensação agradável de bem-estar. Por isso, são ótimas sobretudo para os ambientes de descanso, pois elas criam uma atmosfera natural e de relaxamento.

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De acordo com dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), no segundo trimestre de 2018 as vendas de imóveis novos subiram 17,3% em média em todo o país em relação ao mesmo período de 2017.

Já na comparação com o primeiro trimestre de 2018, as vendas de imóveis novos de abril a junho tiveram crescimento de 32,1%. O levantamento da CBIC foi realizado com dados de 21 cidades e regiões metropolitanas.

Na região Sudeste, o aumento médio da venda de imóveis novos (no segundo trimestre em comparação com o primeiro) foi de 16,4%, ou seja, um pouquinho abaixo da média nacional.

Lançamentos
O dado mais expressivo da pesquisa da CBIC, contudo, é a forte elevação do número de lançamentos de imóveis, cujo índice aumentou 119,7% em relação aos três primeiros meses do ano. Na comparação com o segundo trimestre de 2017, o incremento foi de 19,9% em todo o país. No Sudeste, este último índice foi de 144%.

Estoques em queda
Outro índice interessante recém-revelado é a diminuição dos estoques de imóveis das construtoras. Os estoques são os imóveis construídos e disponíveis para a venda. Em dezembro de 2016 o volume do estoque das construtoras se esgotaria em 21 meses. Em dezembro de 2017 esse volume caiu para 17 meses. Hoje, o volume está em 12 meses.

As informações foram fornecidas pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção.

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Nas cidades grandes a ausência de espaços públicos verdes leva muita gente a cultivar jardins em casa. É uma maneira de manter o contato com elementos naturais no dia a dia, que tem a vantagem de deixar os espaços muito mais bonitos e aconchegantes.

Mas essa tarefa requer cuidados e manutenção frequente. Quer saber mais como aproveitá-las na decoração da sua casa? Confira a seguir:

Como as plantas podem ser usadas na decoração?
Há inúmeras maneiras de aproveitar as plantas na decoração de interiores. As mais comuns são:

Mesas, bancadas e aparadores
Vasos de plantas sobre mesas, bancadas e outros móveis são as alternativas mais clássicas. Os vasos com folhas e flores em geral são posicionados no centro, em destaque. Por isso, nestes casos, vale a pena escolher plantas com visual bonito, que terão destaque e protagonismo na decoração.

Jardins suspensos
Esta alternativa é útil para quem mora em apartamento ou imóveis pequenos. Os jardins suspensos ocupam pouco espaço e produzem efeitos visuais lindos! Sua instalação é simples: basta um gancho no teto e correntes para sustentar os vasos. As plantas suspensas podem ter as folhas caídas, criando um visual atraente.

Terrários
Os terrários também são ótimos para quem mora em ambientes pequenos. Eles são recipientes fechados que reproduzem mini ecossistemas, que incluem uma porção de terra e pequenas plantas. Eles se parecem a aquários, porém com plantas, e há terrários que inclusive dispensam a necessidade de uma rega constante, pois são autossustentáveis. Seu efeito visual pode ser muito lindo!

Paredes
É comum haver paredes grandes e sem nenhum tipo de decoração, que poderiam receber, sem problemas, um jardim vertical. Eles podem recobrir superfícies deste tipo por meio de treliças instaladas na parede, onde os vasos com as plantas podem ser fixados. Seu efeito visual também é muito bonito!

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O momento da economia é favorável a quem deseja comprar um imóvel. O mercado ainda oferece estoques altos de imóveis prontos à venda, e não é difícil encontrar ótimas oportunidades. Os preços mantiveram-se relativamente estáveis nos últimos anos, e as sucessivas quedas das taxas de juros, determinadas pelo Banco Central, são um ponto que facilita os financiamentos.

Por isso, o momento econômico é mais propício a quem quer comprar um imóvel. Os vendedores, cientes do cenário, tendem a ser mais flexíveis nas negociações.

Perspectivas positivas para 2019
Para o ano que vem, a perspectiva é de um maior aquecimento do setor de imóveis. Recentemente o governo anunciou o aumento do teto do financiamento de imóveis prontos, cuja regras passam a valer a partir de janeiro do ano que vem. Em São Paulo, o teto para financiamento passará de R$ 900 mil a R$ 1,5 milhão (saiba mais aqui).

Com esta mudança, um volume maior de imóveis entrará na faixa de financiamento facilitado pelo governo, segundo as regras mais vantajosas do SFH (Sistema Financeiro de Habitação). A oferta de imóveis com financiamento favorável irá aumentar, acentuando a concorrência entre os vendedores. E quem dispõe de um imóvel até R$ 950 mil à venda terá interesse em negociá-lo até o final deste ano, pois a partir de 2019 a competição será mais maior.

Permutas em alta
Também com o intuito de facilitar os negócios, as transações que envolvem a oferta de um imóvel pronto como parte do pagamento aumentaram nos últimos anos. É cada vez mais comum encontrar imóveis cujos donos estudam uma permuta na negociação. No portal da Rede Provectum, por exemplo, há mais de 6.600 imóveis à venda nessas condições.

Portanto, quem já tem um imóvel quitado e gostaria de mudar-se para outro, pode valer a pena oferecer o próprio imóvel no negócio, como parte do pagamento. Hoje em dia, é menor a necessidade de vendê-lo previamente.

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Ao procurar um imóvel para a sua compra, nada pior que encontrar uma ótima oportunidade e não ter a aprovação do seu financiamento pelo banco. Por que isso acontece? Quais são os motivos que travam a aprovação do crédito? Saiba quais são as causas mais comuns e evite este risco na hora de investir em um imóvel:

Problemas com dívidas e com a renda
Em toda concessão de crédito, os bancos avaliam se o interessado tem condições de honrar os pagamentos. A inadimplência é ruim para quem pega o empréstimo e para o próprio banco.

Por isso, ao solicitar um financiamento, o banco verifica se o interessado não tem dívidas no mercado atreladas ao seu CPF. Se ele tiver, o crédito não é aprovado.

Além disso, o banco também analisa a renda mensal do interessado para checar se ele não vai comprometer mais de 30% dos seus rendimentos familiares. Esses riscos à inadimplência podem impedir a aprovação do financiamento.

Problemas com o imóvel
Em um financiamento imobiliário, o imóvel financiado é a garantia exigida pelos bancos. Por isso, antes de aprovar o crédito é feita uma avaliação do imóvel desejado por um especialista da instituição financeira.

Caso o imóvel ofereça um sério risco à sua integridade (como um problema estrutural grave ou a sua localização em uma área de risco de desabamento, por exemplo), o banco pode reprovar o financiamento, pois ele não quer correr o risco de perder a sua garantia.

Além disso, outro risco é a falta de documentos que comprovem a regularização do imóvel. Um imóvel irregular não recebe financiamento.

Problemas jurídicos
Ao avaliar o imóvel desejado, os bancos também verificam a situação jurídica do vendedor do imóvel. Uma ação trabalhista ou a inclusão do imóvel em uma situação de herança ou de disputa judicial no nome do vendedor pode colocar o imóvel em uma situação instável. E nesses casos, para não correr riscos, os bancos podem negar o crédito para o seu financiamento.

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Nesta semana o Conselho Monetário Nacional (CMN), órgão ligado ao Banco Central, anunciou que, a partir de 1º de janeiro de 2019, o teto para o financiamento de imóveis residenciais pelo Sistema Financeiro de Habitação subirá para R$ 1,5 milhão.

Atualmente, no estado de São Paulo, a regra permite que apenas imóveis com valor até R$ 950 mil podem ser financiados pelo SFH e com recursos do FGTS.

Vantagens do financiamento pelo SFH
O SFH é um sistema que permite condições mais vantajosas para a compra de um imóvel. Por meio dele os juros são limitados a 12% ao ano (mais a Taxa Referencial) e o comprador pode usar recursos do FGTS tanto para dar como entrada quanto para quitar o saldo devedor.

Regras só entram em vigor em 2019
As regras, portanto, passam a valer a partir do ano que vem para os imóveis com valor superior a R$ 950 mil. O governo espera que esta medida amplie as possibilidades de financiamento de imóveis residenciais, estimulando o mercado da construção civil e gerando mais empregos no setor.

Teto costuma variar ao longo dos anos
Em 2017, no mês de fevereiro, o governo já havia elevado o teto para R$ 1,5 milhão, mas ele foi válido apenas até o final do ano passado. Desde janeiro de 2018 que o valor não pode ultrapassar R$ 950 mil. O Banco Central anunciou que pretender tornar permanente o limite de R$ 1,5 milhão a partir do ano que vem, em todos os estados do país.

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A vistoria é um instrumento que permite documentar todo o estado de um imóvel antes de ser alugado. Ela é uma proteção tanto para o locador quando para o locatário, pois ela comprova como estava o imóvel e como ele deve ser devolvido, esclarecendo qualquer dúvida e facilitando acordos.

Por que a vistoria de um imóvel é tão importante? Qualquer um pode fazê-la? Ela é obrigatória? Tire as suas dúvidas a seguir:

A vistoria não é obrigatória. Mas é muito importante!
Segundo a Lei do Inquilinato, não é obrigatório que o locador prepare um laudo de vistoria do seu imóvel. Contudo, isso não significa que ela não seja de suma importância. A vistoria é um instrumento jurídico reconhecido e essencial para esclarecer quaisquer dúvidas quando um imóvel é devolvido pelo inquilino, protegendo tanto uma quanto a outra parte.

Importância de um especialista
Para a realização de uma vistoria, é essencial contar com um especialista experiente no tema. É por isso que a Rede Provectum mantém uma equipe de peritos em vistorias, que trabalha para auxiliar os proprietários que oferecem os seus imóveis para locação aos nossos cuidados. Sem dúvida, o seu trabalho garante a realização de laudos bem detalhados e muito bem documentados dos itens mais importantes de um imóvel.

O que é avaliado em uma vistoria?
Os especialistas da Rede Provectum detalham em seus laudos aspectos como a estrutura de um imóvel, sua pintura, o estado de fechaduras, janelas, portas, instalações elétricas e hidráulicas etc. Tudo é documentado com fotos, que servem de garantia para avaliação quando o imóvel é devolvido pelo inquilino.

E se a equipe de vistoria constata algum problema?
Quando isso ocorre, o proprietário é avisado e aconselhado a reparar algum defeito. Caso não seja possível fazer o reparo, o estado em que se encontra é documentado no laudo.

Quando a vistoria é feita?
Quando o proprietário conta com um profissional da Rede Provectum, a vistoria do imóvel é feita tanto quando o imóvel é oferecido para locação quanto em sua devolução. Neste segundo momento, convém que tanto o proprietário quanto o inquilino de saída encontrem-se presentes. Tudo é verificado, e se o imóvel estiver conforme o seu estado no início da locação, proprietário e inquilino entram em acordo e o contrato de locação é encerrado.

A vistoria tem algum custo ao cliente?
Não. A Rede Provectum não cobra pelo serviço de vistoria. Ele faz parte dos serviços oferecidos pela Rede quando se encarrega de alugar um imóvel. O laudo de vistoria de um imóvel é anexado ao contrato de locação e pode ser verificado a qualquer momento. Ele é uma garantia de um negócio mais seguro a todas as partes envolvidas.

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Neste primeiro semestre de 2018 o mercado imobiliário deu sinais de recuperação em relação ao ano anterior, motivado por duas razões: uma delas, as sucessivas quedas da taxa Selic do Banco Central, que permitiram diminuir gradativamente as taxas de juros para financiamento no mercado; outro motivo foi a mudança das regras de financiamento da Caixa, anunciadas em abril, quando o percentual do valor de imóveis usados a ser financiado subiu de 50% para 70%.

Essas medidas surtiram efeito positivo no mercado. De acordo com Augusto Ferrari Neto, gerente da CLR, uma empresa parceira da Rede Provectum (conforme reportagem na pág. 10 da edição Julho-Agosto da Revista Rede Provectum), desde o anúncio das medidas pelo governo, os negócios com imóveis usados cresceram quase 10% apenas em maio.

Ainda segundo Neto, este comportamento do mercado tende a se consolidar nos meses seguintes, pois os volumes de consultas por imóveis e as propostas de negócios acentuaram-se de maio para cá. Por isso, a tendência é que, no fechamento dos números, os volumes de negócios apresentem índices mais elevados.

Para complementar este quadro, o mercado da região trabalha com uma previsão de aumento dos lançamentos de imóveis, que podem totalizar cerca de 1.500 novas unidades nos próximos meses, em todas as faixas de valor. Por tudo isso, a expectativa para o mercado local é de um melhor ambiente de negócios em relação ao ano passado, favorecendo os investimentos.

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Há tempos que o cimento queimado se tornou o “queridinho” de arquitetos e decoradores. Motivos não faltam: sua execução é relativamente simples, seu custo não é alto, ele oferece facilidade de limpeza e ainda harmoniza muito bem com vários aspectos da decoração interior.

Por isso, vale a pena conhecer melhor esta ótima opção para deixar o seu lar mais elegante e prático:

O que é o cimento queimado?
O cimento queimado é um tipo de revestimento monolítico (ou seja, em peça única), constituído de uma mistura de água, cimento e areia. Ele é aplicado sobre uma superfície e é nivelado de forma a ter um aspecto completamente liso. A “queima” é feita aplicando pó de cimento seco sobre a superfície ainda molhada. Uma desempenadeira é usada para espalhá-lo.

Onde o cimento queimado pode ser usado?
Sua flexibilidade de usos é enorme! Ele pode ser usado para revestir tanto pisos quanto paredes, em qualquer ambiente da casa: quartos, salas, cozinha, banheiros, varanda etc. Ele também pode ser usado em acessórios como bancadas, estrados para camas, estantes etc.

Quais são as vantagens do cimento queimado?
Seus pontos positivos são vários: flexibilidade de aplicações, é personalizável, a execução é simples e rápida, seu custo é inferior ao de outros tipos de revestimentos, sua facilidade de limpeza etc. Além disso, se um dia você se cansar dele, o cimento queimado pode servir de base para outro tipo de revestimento sem grandes complicações.

E quais são as desvantagens?
Se este tipo de piso não for envernizado corretamente ao longo do tempo, o cimento queimado pode apresentar trincas ou mesmo manchas, deixando-o com um aspecto feioso. E este tipo de piso costuma ser escorregadio quando molhado, exigindo atenção.

Cuidados necessários
Para manter as superfícies de cimento queimado com um aspecto elegante, é preciso que uma boa impermeabilização seja realizada na ocasião de sua execução. E para a sua manutenção, ele pode ser limpo apenas com água e sabão neutro, evitando-se o uso de materiais abrasivos. E convém aplicar uma cera líquida sobre ele, duas ou três vezes por ano, para manter o seu brilho e a superfície mais protegida de elementos que possam sujá-la.

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O Parque Industrial é um bairro tradicional de Campinas, com ares tranquilos, que misturam o presente com o passado. Com uma ótima localização, ele apresenta várias vantagens para se morar. Conheça mais sobre o bairro:

Um pouco de história
O Parque Industrial é uma extensão da Vila Industrial, situado entre a região da Estação Cultura, junto ao centro de Campinas, e a Via Anhanguera. A Estação Cultura corresponde à antiga “Estação Central de Campinas”, ou “Estação da Fepasa”, como era conhecida a principal estação de trens da cidade – e que hoje é tombada e transformada em uma área de eventos culturais.

Por estar atrás da antiga estação, no local surgiram vilas de operários, fábricas, curtumes e depósitos, que se desenvolveram graças ao transporte ferroviário. Infelizmente, com a desativação da estação, a área permaneceu por muitos anos estagnada.

Com a ocupação da Vila Industrial, a expansão natural das novas indústrias em áreas vizinhas produziu o desenvolvimento de bairros como o São Bernardo e o Parque Industrial. Neste último surgiram novas moradias e opções de serviços para atender às demandas do novo bairro em expansão.

Acessos
Um dos pontos altos do Parque Industrial é a sua facilidade de deslocamento para outras regiões de Campinas, graças a duas importantes vias que cruzam as imediações do bairro: a Avenida das Amoreiras e a Via Anhanguera. Por meio da Amoreiras é muito fácil alcançar o centro da cidade. E a Anhanguera permite fácil deslocamento para outros bairros de Campinas e cidades vizinhas.

Atrações culturais
Pela sua proximidade com a Vila Industrial, quem mora no Parque Industrial possui opções culturais interessantes em seus arredores. Por lá encontram-se a Estação Cultura, onde sempre são promovidos variados eventos, e o Teatro Castro Mendes, sede da Orquestra Sinfônica de Campinas, construído em 1974 e totalmente reformado em 2012. Um pouco mais adiante, no bairro vizinho, também se encontra o SESC Campinas, outra referência cultural importante.

Imóveis
O bairro possui uma mistura de residências com edifícios de apartamentos mais recentes, embora prevaleçam as casas. No geral, o bairro não apresenta alta verticalização. Mas há opções de todos estes tipos.

Por isso, se você deseja encontrar imóveis na região, entre em contato com a unidade Provectum Parque Industrial e descubra as opções que oferecemos!

Neste dia 14 de julho a cidade de Campinas celebra mais um aniversário! São 244 desde a sua fundação, em 1774. Mas a história de Campinas tem um dado curioso: a cidade quase recebeu outro nome em sua história! Por pouco a cidade não foi denominada “São Carlos”. Como isso ocorreu?

O nome no início
Historicamente, o termo “Campinas” sempre foi usado para designar o local onde a cidade está. Desde a época em que o lugar ainda era apenas um ponto de parada dos tropeiros que saíam de São Paulo rumo ao interior, o local já era chamado pela população como “Campinas do Mato Grosso”.

Um nome enorme
Tanto que, quando a família e os companheiros de Francisco Barreto Leme construíram por aqui uma pequena capela onde foi rezada a primeira missa na região (onde hoje se situa o Largo do Carmo, no centro da cidade), em 1774, o local foi denominado “Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso”.

Na condição de distrito
No ano seguinte, em 1775, o local recebeu uma denominação oficial, passando a ser chamado como “Distrito da Conceição de Campinas”, ainda como um distrito de Jundiaí e mantendo o termo “Campinas” em seu nome. Naturalmente, para abreviar, a população já usava o nome “Campinas” no dia a dia para se referir à região.

Surge a Vila de São Carlos
Mas no ano de 1797 o distrito, que já crescia, emancipou-se de Jundiaí e ganhou a condição de Vila. E aí a curiosidade: ao emancipar-se, ela passou a ser chamada nos documentos como “Vila de São Carlos”.

Campinas, enfim
Mas esse nome nunca “pegou” na população. Seus cerca de 2.000 habitantes seguiram chamando o povoado de “Campinas”, como já era um hábito. Até que, no ano de 1842, quando a vila foi alçada à condição de município, o nome adotado foi aquele mais usado pela população: Campinas!

Uma linda história
E assim o nome se manteve, acompanhando o seu grande crescimento e desenvolvimento ao longo dos anos, passando por períodos de prosperidade e de grandes dificuldades sanitárias. Mas sempre em evolução, até se tornar uma das mais importantes cidades do país. Uma história muito linda! Parabéns, Campinas!

Imagem: Guia-se Campinas

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