Na hora de escolher uma iluminação mais refinada para um ambiente, a primeira ideia que se tem é criar um teto rebaixado de gesso e instalar nele todos os pontos de luz. Mas esse costume pode estar ficando em segundo plano. O uso de trilhos com suportes para a iluminação traz muitas vantagens, e estão sendo cada vez mais usados. Confira algumas vantagens:

Fácil montagem
Sua instalação é mais simples que a de um forro de gesso. Pode não ser necessariamente mais barata, pois há elementos de alta qualidade que podem ser caros. Mas a sua montagem, sem dúvida, é mais simples do que criar um forro inteiro.

Versatilidade
O bacana dos trilhos é que você pode posicionar, aonde quiser, os pontos de luz. Eles não precisam ficar em pontos fixos. Além disso, você pode alterar a sua inclinação quando quiser, alternar as cores das lâmpadas etc. Sua flexibilidade é enorme.

Destaque objetos e ambientes
Com o direcionamento que as luminárias podem ter, é possível destacar objetos, iluminar mais um determinado espaço, dirigir a luz para uma estante ou um quadro, iluminar mais uma mesa de canto, etc. Você pode criar focos de luz conforme a decoração do ambiente.

A iluminação acompanha as mudanças
Muitas vezes temos que mudar de lugar alguma mesa, um quadro, uma estante etc. Com o trilho, é muito fácil ajustar a nova posição das luminárias. Seu ambiente se mantém lindo mesmo com as mudanças na decoração.

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Dormir bem é uma condição vital para a nossa boa saúde. Mas, será que a decoração do quarto pode atrapalhar a qualidade do nosso sono?
Sim, isso pode ocorrer. Por isso, vale a pena conhecer algumas dicas de decoração do quarto que podem contribuir para um sono mais agradável.

Remova os eletrônicos
A claridade emitida pelas telas de TV, computadores, celulares etc. é prejudicial ao nosso sono. Essas luzes contribuem para nos manter mais despertos. Se você deseja descansar, é melhor usar recursos que favoreçam criar um clima de repouso. E a ausência de luz é um fator que contribui para isso.

Troque a iluminação
Lâmpadas em tons amarelados criam uma atmosfera mais relaxante do que as luzes brancas. Por isso elas são mais indicadas para serem usadas em quartos. Se você usa luzes brancas no quarto, a sua troca pode ser benéfica para os momentos de preparação para o sono.

Elementos naturais
A presença de elementos da natureza torna o ambiente mais relaxante. Plantas como a lavanda, a alfazema e o jasmim exalam odores agradáveis, que colaboram com o nosso relaxamento. Você pode contar com elas para criar um clima que favoreça um sono melhor.

Dicas do Feng Chui
Esta ciência milenar chinesa traz ótimos princípios que contribuem para a melhora do nosso bem-estar. Nos quartos, um princípio do Feng Chui recomenda o uso de cabeceiras nas camas, pois elas nos transmitem uma maior sensação de segurança. Quando estamos inseguros, nosso sono fica mais leve e pode até surgir a insônia. Outro princípio do Feng Chui é não pendurar móveis e estantes na parede sobre a cabeceira. Elas criam uma sensação de desconforto que prejudica o nosso sono.

Escolha cores que relaxam
Evite também adotar cores vibrantes no quarto. Cores mais relaxantes, como os tons suaves de verde, azul ou amarelo são mais favoráveis a criar um clima de descanso. E criar um clima de “descanso visual” é essencial para preparar  uma noite de sono profundo e revigorante.

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Nesta semana, o Banco Central reduziu mais uma vez as taxas de juros no Brasil – desta vez, a taxa Selic caiu ao patamar de 6,5% ao ano (o mais baixo da história). E sinalizou que essa tendência de queda deve ser mantida.

Com juros cada vez menores, a pergunta é: chegou a hora de financiar a compra de um imóvel? Afinal, além dos juros menores, há outros fatores que levantam esta questão, e que indicam que o momento é favorável à compra de um imóvel. Saiba por quê.

Financiamento mais barato
Com taxas de juros cada vez menores, o valor do financiamento fica mais vantajoso, pois as parcelas ficam menores. É verdade que as taxas no Brasil ainda não são baixas, mas há uma tendência de queda, que tem se mantido constante ao longo dos últimos meses. Este é um fator favorável a quem deseja financiar um imóvel.

Preços estáveis
A crise dos últimos anos segurou o preço dos imóveis, que pouco cresceram. Como a retomada econômica ainda está em seus começos, muitos imóveis em estoque, e outros que estavam à venda nos últimos anos, ainda não tiveram aumento considerável em seu valor. Ainda é possível encontrar muito boas ofertas no mercado.

Oferta de crédito
Com a queda dos juros, entidades do setor de crédito imobiliário estão prevendo um aumento da oferta de crédito na praça. A Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) estima que esse crescimento será de 15% em 2018. Com mais oferta de crédito no mercado, encontrar a melhor opção de financiamento ficará mais fácil.

Vale um alerta
Mesmo com um cenário favorável, antes de fechar qualquer compra de um imóvel é preciso avaliar se o seu banco irá liberar o crédito. Quem enfrenta uma situação financeira desfavorável pode não conseguir o crédito. Portanto, o passo inicial é checar como está a possibilidade de ter acesso ao crédito em seu banco. Somente em seguida vale a pena partir para a negociação de um imóvel.

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Você sabia que as cores têm um papel muito importante na influência sobre as emoções e o comportamento das crianças? As cores possuem uma capacidade de influir na psicologia humana, que afeta adultos e crianças.

Por isso, é importante conhecer mais sobre essa capacidade das cores, e como cada uma afeta as nossas emoções, antes de escolher a melhor opção para os seus filhos.

Como as cores influem na psicologia humana?
Todas as cores possuem componentes que são decifrados pelo nosso cérebro. Temperatura, matiz e saturação são os mais comuns.

Nossos olhos são capazes de detectar esses componentes presentes nas cores. Estas informações são enviadas ao nosso cérebro, que possui uma área específica para decifrar as cores.

A informação sobre as cores é enviada ao cérebro na forma de impulsos cerebrais, que por sua vez, alcançam também glândulas reguladoras dos nossos hormônios. Essas reações das glândulas produzem respostas emocionais e psicológicas.

Quais são as reações mais comuns das cores?
Dessa maneira, cada cor tem uma capacidade diferente de influir nas nossas emoções. Leia a seguir quais são as mais comuns. Vale lembrar que todo excesso provoca exagero nas reações. Dê prioridade a seus tons mais suaves, com equilíbrio.

Amarelo: Cor luminosa, que faz alusão ao sol. É uma cor alegre, associada à felicidade. O amarelo é uma cor estimulante à inteligência, própria para os quartos das crianças ou para locais de lazer ou de estudo.

Verde: é uma cor associada à natureza, e por isso, transmite paz. Seus tons colaboram para transmitir sensações de mais serenidade e tranquilidade.

Azul: é uma cor mais fria, e por isso, contribui para tornar qualquer ambiente mais relaxante e repousante. É também uma cor associada à criatividade, e por isso, seus tons também podem ser usados para decorar quartos infantis.

Vermelho: cor vibrante, que estimula as emoções. O vermelho está ligado à paixão, aos sentimentos fortes, ao amor. É uma cor que estimula as ações, ou seja, tem o efeito oposto ao de uma cor mais repousante. Pode não ser uma boa opção para crianças hiperativas, por exemplo.

Laranja: é uma cor associada à memória, à reflexão. Não à toa é muito usada por instituições de ensino. No quarto das crianças, o laranja pode originar um efeito ligado ao aprendizado.

Rosa: cor leve, suave, relaxante. O rosa também é uma cor que colabora para acalmar os ânimos da criançada.

Roxo: Os tons de roxo mais suaves costumam estar associados à espiritualidade, e por isso, é considerada uma cor que transmite paz de espírito.

Conhecendo melhor a influência das cores, você pode criar um estilo de decoração para o quarto das crianças que seja mais adequado ao temperamento dos pequenos. Procure equilibrar e harmonizar bem os tons. Além de mais bonito, o quarto das crianças ainda irá contribuir para o seu bem-estar em casa.

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Fechados os números das vendas registradas em 2017, a Associação Brasileira de Administradores de Consórcio (ABAC) anunciou um aumento de 35% da venda de imóveis por cota de consórcio em relação ao ano anterior. O aumento revela uma tendência no mercado, na qual os consumidores estão mais atentos a esta forma de aquisição de imóveis.

Um dos motivos desse aumento, segundo a ABAC, é a busca, por parte dos compradores, de soluções mais econômicas para a compra da casa própria. Consórcios não cobram juros, que mesmo em queda no mercado, ainda apresentam taxas elevadas no país.

Comprar um imóvel por consórcio é muito mais barato, embora a compra não seja imediata. Depende de sorteio ou lance para se obter a carta de crédito.

Ainda de acordo com a ABAC, atualmente, de cada 10 imóveis negociados no país, três deles são feitos via consórcio. A entidade prevê que esta tendência de crescimento deve se manter ao longo de 2018. Isso deve ocorrer pois, além dos juros ainda apresentarem taxas altas, há bancos com restrição de crédito. E a entrada em um plano de consórcio é muito mais simples que a obtenção de um financiamento bancário.

Saiba mais:

Tire as suas dúvidas sobre o consórcio imobiliário

Quais são as vantagens do consórcio de imóveis

Quais são as opções de financiamento imobiliário?

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Para exercer a carreira de corretor de imóveis, todo profissional precisa ser certificado no CRECI (Conselho Regional de Corretores de Imóveis). E para obter esta certificação, é necessário ser diplomado no curso de Técnico em Transações Imobiliárias (TTI). Como é a formação recebida em um curso de TTI?

O curso de TTI tem o objetivo de qualificar profissionais que irão intermediar negócios imobiliários: compra, venda e locação de imóveis. Um especialista TTI é apto a orientar os registros e as transferências de imóveis junto às autoridades competentes.

Quais são as responsabilidades do profissional Técnico em Transações Imobiliárias?

Entre as suas principais responsabilidades em sua atuação profissional, podemos citar:

- Inscrever imóveis no cadastro de uma imobiliária;
- Apresentar imóveis aos potenciais clientes;
- Orientar investimentos na área imobiliária;
- Avaliar os parâmetros de ocupação de lotes urbanos;
- Planejar, avaliar e intermediar ações de compra, venda, locação e administração de imóveis;
- Prestar consultoria em qualquer processo de comercialização imobiliária.

Além destes conhecimentos técnicos do setor, um profissional TTI poderá ter melhor desempenho em sua atuação profissional caso conquiste outros conhecimentos complementares: conhecimento da legislação do setor imobiliário, boa redação, boa capacidade de comunicação, conhecimentos de construção civil, marketing imobiliário, contabilidade, entre outras capacidades.

Na hora de decorar um imóvel, algumas escolhas por estilos que estão na moda podem ter o seu preço. Como toda moda, ela sai de cena, e sua decoração corre o risco de ficar ultrapassada. E o jeito será gastar mais em sua renovação.

Por isso, adotar técnicas perenes, que nunca saem de moda, pode ser uma maneira elegante e econômica de decorar um lar. Conheça a seguir algumas técnicas que sempre estão de moda. Com elas, sua decoração pode permanecer atraente por muito mais tempo.

Não se apresse
A escolha dos materiais e acabamentos na decoração não pode ser precipitada. É comum visitarmos lojas ou feiras de móveis e de peças de decoração e encontrarmos novas peças bacanas, que combinam muito bem com a decoração que está sendo criada. Por isso, pode valer a pena ir criando a decoração aos poucos. Com o passar do tempo, será possível criar um conjunto muito elegante.

Tire as medidas certas
Um erro na decoração é comprar moveis e peças sem antes conhecer as medidas exatas do espaço que elas irão ocupar. Por conta disso, pode acontecer de, ao instalar a peça adquirida, ela não apresentar o efeito atraente que se esperava. O problema pode estar nas dimensões erradas (para mais ou para menos). É muito importante conhecer bem as dimensões do espaço para que todos objetos resultem em um visual harmônico.

Misture texturas
Quem disse que a decoração precisa adotar um estilo com texturas padronizadas? A mistura de texturas (veludo, algodão, lã, couro etc.) pode resultar em belas combinações. Tudo é questão de encontrar o equilíbrio. Esta é uma regra que nunca sai de moda.

Forma e funcionalidade
Cuidado com aquelas peças que são lindas de morrer, porém seu uso é incômodo e desconfortável. Alguns sofás, cadeiras e assentos podem ser assim. É melhor evitá-las. Dê prioridade ao que é bonito, funcional e prático de ser usado.

Busque a simetria
A simetria entre as peças de decoração e seu ambiente traz um agradável efeito de harmonia e equilíbrio. Esta tendência não sairá de moda nunca. Vale a pena buscar este efeito de simetria ao posicionar os elementos decorativos.

Vale a pena investir em qualidade
Já que você está buscando uma decoração permanente, que dure muitos anos, vale a pena dar prioridade a peças de boa qualidade, que sejam duráveis. Cuidado com as peças muito baratas, que se estragam rapidamente. Pode ser melhor gastar um pouco mais no começo, investindo em peças de qualidade, do que fazer gastos recorrentes para substituir elementos deteriorados.

Iluminação em vários níveis
Cada ambiente precisa receber a iluminação correta, que não se limita a um único ponto de luz central. Este ponto de luz pode receber elementos complementares em segundo plano, resultando em um bonito efeito. Dependendo do uso, apenas a iluminação secundária pode ser usada. Isso é elegante, e ao mesmo tempo, econômico.

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O mercado de trabalho no país apresenta paradoxos que podem nos surpreender. Apesar do elevado índice de desemprego no Brasil - no último trimestre de 2017 o índice de desempregados era de 12,2%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) -, no setor imobiliário sobram vagas de corretores, que estão há muitos meses sem serem preenchidas.

A raiz da questão é a falta de qualificação de profissionais, fenômeno que atinge muitos setores da economia no Brasil. Sobram desempregados, faltam profissionais qualificados.

A Rede Provectum, por exemplo, que hoje conta com 17 unidades na região de Campinas, tem hoje cerca de 100 vagas abertas para corretores de imóveis. Elas não são preenchidas por falta de qualificação dos candidatos às vagas.

Situação pode piorar
Com a tendência de recuperação da economia no Brasil para este e para os próximos anos, o panorama do setor pode se complicar. O Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) estima um crescimento das vendas de imóveis entre 5 e 10% em 2018. Isso irá demandar ainda mais profissionais do setor imobiliário para atender a este público em alta.

Por isso, grande parte das imobiliárias tem hoje profissionais sobrecarregados. É difícil dar conta de atender a todos os clientes interessados no aluguel, na compra ou na venda de imóveis. Luiz Bueno, diretor geral da Rede Provectum, confirma que algumas unidades estão trabalhando abaixo da sua capacidade, devido à falta de profissionais.

Rede Provectum investe na qualificação de profissionais
Devido a essa carência de profissionais qualificados, a Rede Provectum decidiu promover um curso de formação de corretores. A Rede espera, dessa forma, treinar corretores para preencher as vagas que estão abertas e as que deverão surgir com a expansão da Rede em 2018 (mais cinco unidades estão previstas para serem inauguradas em curto prazo).

O curso de formação de corretores oferece subsídios aos candidatos para que possam cursar, de forma gratuita, dois programas: o de Técnico em Transações Imobiliárias (TTI) e a Formação Complementar para Corretores de Alto Nível (FCCHL). São cursos obrigatórios a quem deseja obter a certificação junto ao CRECI para exercer a profissão de corretor de imóveis.

As aulas serão ministradas pelo Instituto JBDuarte Coaching e Empreendedorismo, com quem a Rede Provectum firmou uma parceria. As inscrições para o curso estão abertas e os candidatos selecionados terão boas chances de se tornar corretores da Rede Provectum.

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Quando se pensa em financiamento imobiliário, a Caixa Econômica Federal vem à cabeça como primeira opção na maioria das vezes. Isso se deve às suas taxas de juros, que em geral são mais baixas que as taxas dos demais bancos.
Mas, será que o financiamento pela Caixa é sempre o mais barato? A resposta é não. Pode haver casos em que, apesar das suas taxas serem menores, o custo total do financiamento pode ser mais alto do que o dos bancos privados. Por que isso ocorre?

Financiamento não depende apenas da taxa de juros
Em um financiamento, não é apenas o custo dos juros que está contido nas parcelas. Nelas também são incluídas despesas como seguros e taxas administrativas.

Dependendo destes valores, o Custo Efetivo Total (CET), que é o custo final de um financiamento (e que deve ser usado como referência para comparação), pode ser até menor em um banco privado.

Taxas especiais nos bancos privados
O histórico de relacionamento do cliente com seu banco pode ser um fator que facilite a obtenção de taxas de juros menores. Quando o cliente tem um histórico de bom pagador, ele pode negociar uma taxa mais vantajosa com seu gerente. E dependendo do caso, essa taxa pode chegar a ficar abaixo da taxa cobrada pela Caixa.

Pacotes de serviços
Em geral, nos planos de financiamento bancário, tanto a Caixa quando os bancos privados oferecem taxas diferenciadas para quem é correntista ou não. Assim, quem também contrata outros serviços, como conta corrente, cartão de crédito etc., pode dispor de taxas de financiamento menores. Isso também faz com que os valores do financiamento entre a Caixa e os bancos privados varie ainda mais.

Vale a pena pesquisar
Portanto, a conclusão é que, ainda que a Caixa possa oferecer taxas de juros menores, vale a pena pesquisar entre os demais bancos e comparar o CET de cada um. Dependendo do caso, um banco privado pode oferecer uma condição mais vantajosa.

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Todo financiamento imobiliário feito pelo SFH (Sistema Financeiro da Habitação) deve incluir, obrigatoriamente, o pagamento de dois seguros: o seguro para morte e invalidez permanente (MIP) e o seguro de danos físicos ao imóvel (DFI).

Eles estão atrelados a qualquer financiamento imobiliário. E é muito importante conhecê-los, pois dependendo das taxas cobradas pelas seguradoras, um financiamento de um banco pode ficar mais caro ou mais barato que outro, unicamente por conta das taxas dos seguros.

Por isso, vale a pena saber um pouco mais sobre eles.

O que é o seguro para morte e invalidez permanente (MIP)?
O MIP é um seguro que serve para quitar o saldo devedor do financiamento em caso de invalidez permanente do contratante ou para o caso do seu falecimento. Ele também cobre os casos em que outro familiar, que compõe a renda para pagamento do financiamento, sofre também de invalidez ou falecimento.

Em muitos casos, as seguradoras levam em conta a faixa etária para estipular o valor do seguro. E uma prática comum é cobrar taxas mais altas quanto maior a idade do contratante do financiamento.

Pode haver casos de seguradoras que não levam em conta a idade. Por isso, elas podem apresentar um seguro mais baixo. Portanto, vale a pena questionar estes valores ao pesquisar as formas de financiamento. O seguro tem um peso relevante.

O que é o seguro de danos físicos ao imóvel (DFI)?
O DFI é um seguro que cobre danos ao imóvel causados por fatores externos. Os mais comuns são incêndios, inundações, explosões, destelhamento, desmoronamentos totais ou parciais.

A indenização equivale ao valor requerido para cobrir os prejuízos, deixando o imóvel nas mesmas condições em que se encontrava antes do evento.

Como são cobrados esses seguros?
Seus valores já estão incluídos em cada parcela. Por isso, lembre-se que, nos valores das parcelas do financiamento imobiliário, além do valor do imóvel em si e dos juros, também entram os valores das parcelas do seguro.

Os valores do seguro podem variar?
Sim, e podem até variar muito! Simulações feitas por instituições financeiras mostraram que essa variação é alta, pois cada banco trabalha com uma seguradora diferente (alguns têm seguradoras próprias).

Há casos em que o financiamento feito pela Caixa Econômica Federal (que normalmente tem as taxas de juros mais baixas) fica mais caro que o de outros bancos devido ao valor mais alto do seu seguro.

Dica final
Portanto, a dica final é procurar descobrir quanto cada banco cobra pelo seguro do financiamento e compará-los. Vale a pena conhecer estes dois seguros exigidos e pesquisar qual oferece as condições mais vantajosas.

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Você já deve ter visto todas essas expressões – área útil, área privativa, área comum e área total – e elas podem ter gerado alguma confusão, não é? Nos apartamentos em condomínios, essa confusão é ainda mais comum.

Conheça um pouco mais sobre todas elas, que são conceitos importantes! Muitas vezes, o valor do condomínio ou do IPTU são calculados em função de alguma dessas áreas, e isso é importante para o seu controle.

Área privativa
É a área de uso exclusivo de um proprietário, ou seja, corresponde à área total de um apartamento. É a área mais usada para efeitos de tributos e taxas individuais. Também é a mais usada no mercado imobiliário para informar sobre as dimensões de cada unidade de apartamentos.

Mas é importante entender que, neste cálculo é levada em conta a área total de um apartamento, incluindo as espessuras de suas paredes. Portanto, na prática, a área privativa não é a área total que os moradores têm disponíveis para uso. Ela apenas quantificada as dimensões totais de um imóvel.

Por isso, é preciso estar atento: a área aproveitável será menor que a área privativa, sobretudo nos casos dos apartamentos que possuem muitas paredes para dividir ambientes, ou naqueles mais antigos, em que as paredes têm grande espessura.

Importante: vagas de garagens e cômodos de despejo são incluídos no cálculo da área privativa.

Área útil
A área útil também corresponde à área de uma unidade de um apartamento, porém desconsidera as espessuras das paredes. Ela é calculada somando a área de todos os cômodos, medidos em suas paredes internas.

Por isso, por não levar em conta as espessuras das paredes, a área útil é sempre inferior à área privativa. A área útil corresponde ao que muitos chamam de “área da vassoura”, ou seja, a que abrange todos os espaços em que é possível varrer um imóvel.

A área útil não é muito usada em documentos técnicos. Mas, para o morador, seu conhecimento é útil para saber quanto de espaço aproveitável ele tem disponível. Isso é especialmente importante nos casos em que ele deseja reformar todos os pisos, por exemplo.

Área comum
Em um condomínio, a área comum é o conjunto de espaços que todos os moradores podem frequentar.

Na área comum são incluídas, por exemplo, as áreas de lazer (piscinas, quadras, academias, churrasqueiras etc.) e os espaços de circulação comuns (hall de entrada, escadas, corredores, elevadores etc.).

Área total
Cada apartamento de um condomínio possui uma fração da área comum, dividida por igual entre todas as unidades, independente do seu tamanho. A conta é simples: basta usar o valor da área comum e dividir pela quantidade de unidades.

A área total de um imóvel, portanto, corresponde à área privativa mais a fração da área comum que é dividida entre todas as unidades.

Por conta disso, muitos empreendimentos criam uma confusão: eles apresentam um imóvel com a sua área total, e não com a sua área privativa. Isso torna confuso o entendimento, pois a área total é sempre maior que a privativa, e o espaço privado a que cada um irá usufruir, na prática, é menor do que o esperado.

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Você encontrou um lindo imóvel para comprar e quer fazer negócio. Mas descobre que o atual dono ainda não quitou totalmente o imóvel. Como fazer? Quais são os caminhos para adquirir um imóvel que ainda não foi quitado?

Uma opção: saldar toda a dívida
Se o comprador dispõe de um valor para pagar o imóvel à vista, a compra se torna mais simples. Mas o montante terá dois destinos: um deles será dirigido ao banco, que ainda tem um saldo a receber. O novo comprador quita esse saldo com o banco, e o restante dos recursos ele repassa ao vendedor.

Operações deste tipo têm a vantagem de eliminar os juros futuros, que seriam pagos caso a compra fosse feita pagando as parcelas no futuro. Com isso, o saldo devedor ao banco pode ser diminuído.

Outra opção: continuar o financiamento
Se o novo comprador não dispõe de recursos para comprar o imóvel à vista, ele pode entregar ao vendedor o montante que ele já pagou e assumir a dívida restante com o banco. Essa opção tem a desvantagem de depender de um aval do banco, pois o comprador terá que provar que tem condições de quitar o financiamento restante.

Naturalmente, se o novo comprador já dispõe de crédito em seu banco próprio, ele pode usar os recursos para quitar a dívida junto ao banco do vendedor e usar um financiamento próprio. Estas operações tornam o negócio mais complicado, sem dúvida, mas não impossível.

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Credenciada de Plantão:
  • Rede Provectum - das 09h às 18h
    Rua Ary Barroso, 347 - Taquaral - Campinas/SP/SP
    (19) 99626‑4425
  • Realize 43.954-J
    Das 9h às 17h30
    Rua Lions Club, 66 - Vila Nova - Campinas/SP
    (19) 3167-0627
  • Valinhos  36.364-J 
    Das 9h às 18h
    Avenida Dom Nery 831 - Vila Embaré - Valinhos/SP
    (19) 3829-7999
  • Taquaral CRECI: 10.179-J
     Das 9h às 18h
    Rua Ary Barroso 347 - Taquaral - Campinas/SP
    (19) 3112-1500
  • Proença 28.254-J 
     Das 9h às 17h
    Avenida Monte Castelo 365 - Proença - Campinas/SP
    (19) 2511-4111
  • Parque Industrial 28.854-J
    Das 9h às 18h
    Rua Francisco Antonio Pinto 20 - Parque Industrial - Campinas/SP
    (19) 3327-1730
  • Nova Europa 25.116-J
     Das 9h às 18h
    Avenida Santa Bárbara do Rio Pardo 570 - Nova Europa - Campinas/SP
    (19) 2514-1659
  • Conceito 29.624-J 
    Das 9h às 18h
    Rua Ary Barroso, 347 - Taquaral - Campinas/SP
    (19) 3020-0422
  • Castelo I 37.153-J
     Das 9h às 18h
    Avenida Doutor Alberto Sarmento 1021 - Castelo - Campinas/SP
    (19) 3367-1321
  • Castelo III 37.200-J 
    Das 9h às 18h
    Avenida Doutor Alberto Sarmento 1021 - Castelo - Campinas/SP
    (19) 3303-3000
  • Paulínia 47.012-J
    Das 08:30h às 17:30h
    Av. Argentina, 160 - Jardim América - Paulínia/SP
    (19) 3844-4272 / (19) 97402-1356
  • Cambuí 37.153-J
    Das 08:30h às 17:30h
    Endereço: Rua Ary Barroso, 347 - Taquaral / 13076-110 - Campinas/SP
    (19) 3367-1321 / (19) 98381-3807
Administração de Locação
Das 9h às 17h30
Tel: (19) 2514-4000
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