A compra de um imóvel envolve um investimento elevado e é preciso ser realizada com cuidado. Confira a seguir algumas das dúvidas mais comuns na hora desta decisão:
Que precauções devo ter ao comprar um imóvel na planta?
Nessas horas, é muito importante conhecer a reputação da construtora e da incorporadora (e empresa que estiver financiando a construção). Procure assegurar que a empresa seja de confiança, para não haver risco de falência e você perder seus recursos.
Como negociar o valor de um imóvel com o vendedor?
Negociar um imóvel por conta própria é uma decisão com riscos altos. É preciso ter um bom conhecimento do mercado, das documentações exigidas, da situação do vendedor, se o imóvel está ocupado etc. Um corretor de imóveis é um excelente aliado nessas horas. Uma imobiliária experiente, como a Rede Provectum, pode colocar todo um departamento jurídico a serviço do cliente para assegurar que o negócio seja seguro e efetuado em um valor justo. Conte com o apoio de um corretor para negociar bem.
Em tempos de crise o mercado está mais parado. É melhor esperar o mercado “melhorar” para comprar?
Pelo contrário. Momentos em que o mercado está mais parado são os melhores para se fazer ótimos negócios. Com menos compradores no mercado, quem tem que vender costuma ser muito mais flexível na negociação, e bons descontos podem ser obtidos. Para quem tem recursos guardados, este é o momento ideal para a compra de um imóvel.
Vale a pena comprar um imóvel em estoque?
Aí está outro campo que pode ser aproveitado. Com a crise, muitos imóveis recém construídos não foram vendidos (são os chamados imóveis em estoque), e as construtoras têm interesse em vendê-los quanto antes para fazer caixa. Aí podem ser obtidos excelentes descontos. Uma desvantagem, em relação ao imóvel na planta, é que não será possível personalizá-lo como se deseja. Mas isso pode ser feito posteriormente e os descontos compensam isso.
Quais são os cuidados a serem tomados com a documentação?
Este é um campo que exige conhecimentos, e um corretor pode oferecer um valioso auxílio. Antes de se fechar o negócio, o vendedor deve apresentar todas as certidões exigidas pela lei. Estas certidões devem estar 100% atualizadas. Sem elas, o cartório de notas não pode lavrar a escritura pública. Por isso, é necessário, antes de mais nada, exigir as certidões ao vendedor para que o contrato de compra e venda possa ser assinado.
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Desde o final de setembro de 2017 está valendo uma nova regra da Caixa Econômica Federal para financiar imóveis usados. E ela tornou a compra mais difícil: se antes a Caixa oferecia um financiamento de até 70% do valor do imóvel, agora ela só financia 50%, ou seja, a metade do valor.
Essa nova regra só é válida para os novos contratos, ou seja, não afeta quem já tinha um financiamento aprovado. Em princípio, a Caixa anunciou que esta nova regra seria válida apenas até o final deste ano, podendo voltar ao patamar anterior, de 70%, no começo de 2018.
A razão explicada pelos técnicos da Caixa foi a de que a instituição deseja priorizar o financiamento de imóveis novos. Esta é uma maneira de estimular o mercado da construção civil e gerar empregos no setor.
Outro anúncio feito pela Caixa foi o que o banco dará prioridade, nos financiamentos, aos contratos que possuam cotas menores de financiamento. Ou seja, quando o cliente oferecer uma entrada maior, as chances de aprovação do crédito serão maiores.
(Com informações do jornal O Globo – 22/09/17)
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Muitas pessoas têm esta dúvida: posso financiar um segundo imóvel? Há casos em que precisamos financiar um imóvel para os pais ou para os filhos enquanto ainda estão sendo pagas as prestações do nosso imóvel. Dá para obter um segundo financiamento?
No momento, a Caixa Econômica Federal permite esta modalidade. Houve um período, entre os anos de 2015 e 2016, em que este tipo de concessão de financiamento foi interrompido. Mas hoje a Caixa está autorizando mediante uma criteriosa avaliação do perfil da pessoa.
Em geral, a resposta é positiva: é possível obter um segundo financiamento imobiliário. Na verdade, é possível obter até três, quatro, ou quantos forem necessários. A questão principal é comprovar ao banco a sua capacidade de pagamento dos financiamentos.
Ao solicitar um financiamento a um banco, todos exigem uma série de documentos que comprovem a sua renda a sua capacidade de honrar os pagamentos. Suas dívidas ativas também são analisadas. Os bancos costumam exigir que o comprometimento de sua renda para o pagamento das prestações não ultrapasse um teto de 30% da renda familiar.
Por isso, há casos em que uma pessoa solteira iniciou um financiamento imobiliário, e ao casar-se, a soma da renda familiar, acrescentada à do cônjuge, se elevou. Em um caso assim é mais fácil obter um segundo financiamento, pois o teto de 30% da renda familiar aumentou.
Tudo é uma questão de comprovar a capacidade de pagamento das prestações. Se você tem renda suficiente e não tem dívidas atrasadas, as chances de obter um segundo financiamento são maiores. Tudo irá depender da análise do banco.
Vale lembrar que, caso você já esteja fazendo um financiamento pelo Minha Casa Minha Vida, não é possível conseguir outro financiamento. O programa tem uma regra clara: só é válido para quem não possui nenhum outro imóvel. Outro lembrete importante: caso você já tenha usado o seu FGTS para pagar um imóvel, não poderá usar outros recursos do FGTS para a compra de outro.
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A escolha de um imóvel para alugar deve ser feita com cuidado, pois será assinado um contrato que irá comprometer parte de seus recursos ao longo de muitos meses. Confira a seguir um passo a passo para que o aluguel seja efetuado de forma segura e sem riscos às suas finanças.
Escolha bem o local
O primeiro passo é escolher o bairro. Lembre-se de levar em conta aspectos que vão influir em sua rotina diária. Morar perto do trabalho, por exemplo, pode trazer muitas vantagens no dia a dia. E preste atenção aos custos: às vezes, em um mesmo bairro, o valor do aluguel de um imóvel pode variar bastante. Pesquise com calma as opções.
Flexibilidade com os defeitos
Prepare-se para o inevitável: todo imóvel tem alguma característica que desagrada. Pode ser o estado de um móvel, o andar em que ele está, a vista de sua janela etc. Lembre-se que é quase impossível encontrar um imóvel perfeito, que não tenha nada que contrarie sua escolha. É preciso flexibilidade para abrir mão de certos aspectos. Senão, o negócio não vai sair nunca.
Faça as contas certas
Lembre-se de incluir nos cálculos das despesas mensais, além do aluguel, o valor do condomínio e do IPTU. O gasto total com as prestações não deve ultrapassar 30% da renda mensal da família.
Escolha uma garantia
Ao alugar um imóvel será necessário apresentar ao locador alguma garantia financeira. Atualmente, é muito comum o seguro-fiança, pago a alguma seguradora. Para quem não dispõe de um fiador na cidade, pode ser uma boa solução.
Faça uma vistoria cuidadosa
Como o imóvel deve ser devolvido tal como foi entregue, uma boa sugestão é documentar todo o estado do imóvel com imagens antes de ocupá-lo. Normalmente os locadores fazem isso, mas nada impede que um inquilino também faça um registro com imagens por conta própria.
Confira se o imóvel não tem pendências
Antes de ocupar um imóvel, verifique se o proprietário mantém em dia os pagamentos do condomínio, do IPTU, das contas de água, luz e gás etc. Caso alguma conta esteja em atraso, solicite ao proprietário que faça a quitação de todas elas antes da sua entrada.
Muita atenção ao contrato
Por fim, resta assinar ao contrato. Leia atentamente todas as cláusulas, tire todas as suas dúvidas, sobretudo com relação às datas de entrada e saída, critérios de reajuste de valores, datas de pagamento etc. Não assine ao contrato caso tenha alguma dúvida quanto a alguma cláusula.
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A escolha de um financiamento imobiliário deve ser uma decisão segura e tomada com muita calma. Os valores envolvidos são elevados, e por isso, qualquer descuido ou precipitação podem levar a se gastar muito mais do que seria necessário. Leia a seguir algumas dicas para fazer uma boa escolha:
Não espere encontrar o imóvel para pedir o financiamento
Quando o crédito imobiliário é aprovado, você tem três meses para apresentar o imóvel desejado e iniciar os trâmites da compra. Contudo, encontrar o imóvel ideal pode durar mais de três meses – e até levar a uma escolha precipitada para não perder o crédito.
A dica é iniciar a procura pelo imóvel ainda enquanto você tramita o processo de obtenção do crédito. Ganhe tempo. Naturalmente, ainda que você não saiba qual será o valor aprovado para o financiamento, poderá ter uma estimativa de valores com base nos simuladores dos sites dos bancos.
Nem todo imóvel permite financiamento
A escolha do imóvel é um processo lento, que exige muitas visitas a imóveis. E é preciso que o imóvel escolhido seja apto a receber financiamento. Para isso, ele deve ter toda a sua documentação regularizada e seu proprietário não deve ter pendências financeiras. Isso demonstra como o processo de escolha do imóvel é lento, e deve ser iniciado antes mesmo da obtenção do financiamento.
Dê a maior entrada possível
Uma maneira de diminuir o montante total a ser pago é reduzir os juros envolvidos no financiamento. Um caminho para isso é dar uma boa entrada. Quanto mais alta, menos juros serão pagos. Além disso, com uma boa entrada, o prazo de financiamento também cai – e os juros também.
Compare as instituições financeiras
Tal como em qualquer compra de um produto, também é necessário pesquisar e comparar as condições de financiamento oferecidas pelos bancos. E como as cifras são altas, uma pequena margem percentual de diferença pode significar um valor elevado na comparação final. Vale a pena pesquisar bastante.
Olho no seguro obrigatório
Os financiamentos imobiliários costumam embutir uma quantia nas mensalidades, referente ao seguro obrigatório (um seguro que todos bancos fazem para assegurar o negócio). Preste atenção no quanto cada banco cobra por este seguro. Alguns podem ter taxas superiores, fazendo com que o valor mensal a ser pago possa ser até mais elevado do que o de outra instituição.
Preste atenção no Custo Efetivo Total (CET)
O CET é o índice mais importante na hora de comparar as condições de financiamento. Ele consiste na soma de todas as despesas de encargos que incidem nas operações de crédito, e as instituições financeiras devem fornecer esta informação a quem está em busca de crédito. Use, com total segurança, o CET para comparar os valores de financiamento entre as instituições e escolha o mais vantajoso.
Sistema SAC: menos juros
Outra dúvida comum é a escolha do sistema de amortização da dívida. O SAC (Sistema de Amortização Constante) é o que resulta em menores juros. As parcelas no início são mais altas, mas elas vão caindo gradativamente, e você reduz mais rápido o saldo devedor do que no sistema PRICE (no qual as prestações têm valor constante).
Muita gente se assusta com o valor mais alto das prestações iniciais pelo sistema SAC e opta pela tabela PRICE. O resultado é que acaba pagando muito mais juros ao longo dos anos. Portanto, caso não seja possível usar o sistema SAC, é melhor aguardar um pouco mais e juntar mais recursos antes de iniciar o financiamento.
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A floração colorida dos lindos ipês pelas cidades anuncia o fim do inverno e a chegada da primavera. Agora que ela está começando, que tal trazermos mais flores para dentro de casa e tornar mais alegres nossos ambientes? Confira algumas dicas:
Incidência de sol
A primeira questão é levar em conta a incidência da luz do sol em casa. Normalmente, a maioria das plantas que florescem dependem de luz solar direta por várias horas (toda a manhã ou toda a tarde) para alcançar sua exuberância. Há também plantas que não dependem tanto do sol para florir, mas são uma minoria.
Plantas que florescem com mais luz solar
Dentre as flores que podem ser mais usadas na primavera em locais com bastante sol, você pode escolher as begônias, as sálvias e as balsaminas. Há também arbustos para jardins que florescem bem nesta época: jasmim, manacá ou buganvília. Há espécies de orquídeas que também florescem bem nesta época. As camélias e as azaleias, por sua vez, já passaram do ponto exato de floração, mas podem ainda mostrar um pouco de sua força.
E se não houver muita luz do sol em casa?
Algumas espécies de plantas conseguem florir mesmo em ambientes de pouca luz solar. Exemplos disso são algumas espécies de bromélias com flor, os lírios brancos (também chamados de lírios da paz) e os antúrios vermelhos. Há espécies de orquídeas que também não dependem muito de luz do sol, mas eles requerem cuidados bem especiais.
Quantidade de água
Regar corretamente as flores é essencial para seu bom desenvolvimento. Não existe uma regra fixa, cada uma depende de uma determinada quantidade de água, que pode variar conforme a temperatura externa (dias mais quentes requerem mais regas das plantas), tamanho do vaso (vasos maiores retêm água por mais tempo), etc. É preciso consultar um especialista para saber qual é a frequência ideal para regar as flores.
Destaque as flores
Na hora de posicionar os vasos com as flores em casa, procure dar a elas destaque na decoração. Plantas coloridas em ambientes de cores neutras ganham destaque. Procure avaliar quais são as características de cores do ambiente antes de escolher o tipo de flor para que o ambiente fique decorado de forma harmônica.
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O consórcio nem sempre é lembrado em primeiro lugar quando se estudam as alternativas para a compra de um imóvel. Por que isso acontece? Quais são as suas vantagens? Tire, a seguir, várias dúvidas sobre o consórcio imobiliário:
O consórcio cobra juros?
Não. O consórcio é uma maneira de comprar sem a necessidade de pagamento de altos juros, o que é comum no Brasil. No consórcio, um grupo de pessoas, gerenciado por uma administradora, se reúne para pagar mensalmente um valor, cujo montante total é usado para a compra de um bem.
Quem leva esse bem? Aquele que for sorteado no mês ou aquele que der um bom lance, adiantando boa parte do pagamento total. Por isso, no consórcio não incidem juros, o que representa uma enorme economia.
Que outras despesas existem além das mensalidades?
Quem compra uma cota de consórcio não paga juros, mas é preciso pagar uma taxa de administração à empresa que gerencia o consórcio. Mas essa taxa é bastante inferior aos juros que são cobrados no Brasil.
Comparado com o financiamento tradicional, o consórcio é mais barato?
Sim, sem dúvida, justamente por não incidirem juros em suas mensalidades. Na comparação do montante total pago em cada caso, você vai pagar muito menos em um consórcio.
Qual é a desvantagem do consórcio?
Em relação ao financiamento imobiliário, a desvantagem do consórcio é que você não recebe o imóvel de imediato. É preciso esperar ser sorteado em algum mês, ou fazer um bom lance para obter a carta de crédito que lhe permitirá comprar um imóvel e ocupá-lo. No financiamento, quando ele é aprovado, de início você já tem acesso ao imóvel.
Como obter o bem o mais rápido possível em um consórcio?
Todos os participantes de um consórcio têm a opção de dar um lance, todos os meses, para a obtenção imediata do bem. É como um leilão: quem der o maior lance tem mais chances de arrematar o bem. Por isso, caso você disponha de uma boa reserva financeira, ela pode ser usada para dar um lance alto, e você pode ficar com o imóvel mais rápido, sem esperar meses até ser sorteado.
Quando compensa, então, aproveitar o consórcio?
O consórcio é uma excelente opção quando você não tem urgência em mudar-se para um imóvel novo. Se você já tem um imóvel, e quer comprar outro a médio ou longo prazo, aposte no consórcio. Você terá bem menos despesas do que no financiamento bancário. E caso você disponha de valores para dar um bom lance, você pode obter o bem mais rápido, sem ter que esperar tanto.
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Na hora de calcular se o valor de um aluguel cabe no bolso, é preciso levar em conta muito mais do que o valor das parcelas mensais. Alugar um imóvel gera vários outros gastos e é preciso fazer as contas certas para não estourar seu orçamento. Saiba quais são as despesas mais comuns:
Mobília
Nem sempre os imóveis disponíveis para locação estão mobiliados. Neste caso, você vai precisar de uma mobília básica, com itens como cama, fogão, geladeira, sofá, mesa, cadeiras, toalhas, lençóis, talheres, entre outros. Inclua estes itens em suas contas.
Mudança
Mesmo que você já disponha de mobília própria, será necessário contratar um serviço de transporte dos seus pertences. Há empresas que fazem mudanças de volumes grandes de objetos, outras que fazem “carretos”, e será preciso prever também estas despesas.
Condomínio
Quando o imóvel está em um condomínio, é preciso definir com o locador quem ficará responsável pelo seu pagamento. Na maioria dos casos a conta fica para o inquilino, embora isso não seja obrigatório. E este é um ponto importante, pois há locais em que o custo do condomínio pode ser até mais caro que o do aluguel. Vale a pena averiguar com cuidado esta questão.
Água, luz, telefone, internet
Ao ocupar um novo imóvel será necessário bancar os custos de todos estes itens essenciais para a rotina diária. Por isso, antes de definir um imóvel para alugar, tente levantar todos estes custos que são cobrados no local, especialmente nos casos das contas de água e energia.
Limpeza e higiene
Manter um imóvel tem um custo mensal, especialmente no quesito limpeza e higiene. Será necessário prever despesas com materiais para isso, cujos custos podem ser pesquisados entre os mercados que oferecem os preços mais vantajosos.
Imprevistos
Não tem jeito, o uso do imóvel sempre gera desgaste e danos nos materiais, o que leva a despesas com eletricistas, encanadores ou com profissionais de consertos em geral. Por isso, é importante ter uma reserva financeira para os imprevistos, pois problemas elétricos ou hidráulicos causam muito transtorno e em geral são reparos que não podem ser adiados.
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Em tempos de crise, a permuta de imóveis tornou-se um tipo de negócio mais comum, com mais operações deste tipo sendo realizadas. Mas, e se meu imóvel estiver ainda sendo financiado? É possível permutar um imóvel ainda não quitado?
Para responder a esta pergunta é preciso compreender como funciona o mecanismo do financiamento. Normalmente, a instituição financeira exige uma série de documentos, comprovantes de sua renda e capacidade de pagamento, avalia o imóvel e exige algo como garantia (normalmente é o próprio imóvel).
Estando tudo correto, o financiamento é aprovado, você recebe o crédito e começa a pagar as parcelas. O financiamento está atrelado ao bem e à sua pessoa física.
Para que um imóvel financiado seja oferecido em uma permuta, é necessário transferir o financiamento ao futuro proprietário que está disposto a aceitar o imóvel. Aí é que está a questão: neste caso, o banco terá que fazer uma nova análise de crédito do candidato ao imóvel para avaliar a sua capacidade de pagamento.
Em outras palavras, será preciso transferir o financiamento a um novo pagador. E a mesma avaliação de crédito feita para o primeiro proprietário terá que ser feita para o novo interessado.
Ao final, o banco pode aprovar ou não a transferência do financiamento. Não é, portanto, um processo simples. Há chances de o negócio não ocorrer por uma não aprovação do crédito ao novo comprador.
Assim, envolver um imóvel financiado em uma permuta pode ser complicado. Pode ser mais fácil vender o imóvel, quitar a dívida, e usar a verba restante para dar de entrada em um outro imóvel, buscando-se um novo financiamento. Em último caso, converse com o gerente de seu banco e avalie com ele a melhor solução para o seu negócio.
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A decoração de ambientes é uma tarefa que aumenta a sensação de bem-estar em um lar. Por isso, cada detalhe deve ser bem trabalhado. Na decoração da sala de estar – que é um local muito frequentado – a mesa de centro exerce um papel importante: ela costuma estar em destaque e serve tanto para simplificar o apoio de objetos quanto em causar uma agradável sensação visual. Leia algumas dicas para decorá-la:
Um apoio importante
Antes de decorá-la, lembre-se que a mesa de centro é um importante apoio para revistas, copos, travessas de petiscos (especialmente ao receber os amigos), controles remotos e quaisquer outros objetos. A decoração não pode ser tão sofisticada que impeça a sua utilidade no dia a dia.
Refletir a personalidade
A decoração pode, muitas vezes, refletir o estilo e a personalidade dos moradores de um lar. Qual é o seu estilo? Ele pode ser representado, por exemplo, por uma decoração estilo “vintage”, ou “geek”, ou minimalista, tradicional etc. Explore a sua personalidade!
Decoração com mais vida
Quando objetos com valor sentimental são usados, eles refletem melhor a personalidade dos moradores. Retratos de família, lembranças de viagens, objetos de valor sentimental, por exemplo, podem traduzir “a alma” dos moradores, e tornar o ambiente mais familiar e aconchegante.
Não tire a visão
Mesas de centro ocupam um espaço em destaque e não podem ser barreiras visuais na sala. Portanto, use objetos baixos para decorá-las, como pequenos vasos, arranjos de flores, bandejas, livros (como aqueles grandes, ilustrados), velas, caixas decorativas etc.
Misture alturas
O equilíbrio de objetos de alturas diferentes resulta em um visual elegante. Ainda que não convenha que os objetos sejam altos, é interessante equilibrá-los em tamanhos variados. Um vaso ou arranjo de flores, por exemplo, pode ser posicionado ao centro, e ao seu lado pode haver pequenas caixas, livros, objetos baixos etc. O efeito visual pode ficar muito bonito!
Limite a ocupação
Quando a mesa é grande, uma ideia é usar bandejas decorativas e apoiar sobre elas os objetos de adorno. O restante do espaço fica livre para o apoio de objetos do dia a dia (como copos, bandejas com aperitivos etc.).
Menos é mais
A decoração não precisa ocupar totalmente o espaço disponível. Espaços vazios são necessários para o apoio de objetos. Um erro é imaginar que a decoração deve preencher totalmente os espaços. Espaços vazios são bem-vindos ao lado dos objetos decorativos.
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O mercado imobiliário tem dado vários sinais de que o momento é mais favorável a quem deseja comprar um imóvel do que vender. Se você dispõe de condições de adquirir o seu já, aproveite o momento. São vários sinais de que o mercado atualmente favorece a quem compra:
- Alguns sinais da economia mostram que a tendência é de seu reaquecimento: taxas de inflação estabilizadas, taxas de juros em queda e oferta de crédito a juros um pouco mais baratos. São indicadores de que a economia tende a crescer nos próximos trimestres e os negócios reaquecerem;
- Uma constatação disso, no mercado imobiliário, foi uma recente declaração de Adriano Nasser, executivo do Google na área de parcerias. Ele afirmou que as buscas no Google por termos ligados à “compra de imóveis” aumentaram 71% no primeiro semestre de 2017 em comparação com o mesmo período do ano passado;
- Ao mesmo tempo, ainda segundo o executivo, as buscas ligadas ao aluguel de imóveis subiram 21% neste primeiro semestre de 2017 em relação ao período igual de 2016;
- Na média geral, segundo a pesquisa divulgada pelo Google, as buscas relacionadas à compra, venda ou aluguel de imóveis foram 44% mais altas nos primeiros seis meses deste ano em comparação com 2016;
- Além disso, com a crise dos últimos dois anos, com o aumento de desemprego e com muita gente necessitando de capital, a oferta de imóveis à venda aumentou acentuadamente, enquanto o volume de compradores diminuiu;
- O resultado disso foi a queda forçada dos preços, que, em média, têm alcançado atualmente um patamar bem inferior ao dos anos anteriores à crise. É possível encontrar excelentes imóveis no mercado em condições mais favoráveis à compra;
- O Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo), por sua vez, tem trabalhado com uma perspectiva de nova fase de crescimento imobiliário a partir de 2019, com base na perspectiva de oferta de crédito mais barato em um cenário com taxas de juros ao redor de 8% ao ano e inflação entre 3% e 4%. Esta é a perspectiva de Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.
- Portanto, vale a pena aproveitar o momento para fazer um ótimo negócio no setor imobiliário. Conte com o apoio da Rede Provectum em sua pesquisa por boas oportunidades no mercado de Campinas e região.
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A Caixa Econômica Federal anunciou, no último dia 16/08, a redução dos tetos de financiamento para a casa própria. O banco já havia acenado com estas mudanças desde junho, mas só agora os novos valores entraram em vigor. Saiba quais são as mudanças:
- Pela nova regra, o limite para empréstimos pelo sistema SAC (sistema de amortização constante, quando as parcelas diminuem gradativamente de valor) baixou de 90% para 80% do valor do imóvel;
- Essa redução vale para as linhas do Minha Casa Minha Vida e Pró-Cotista (que oferece juros menores aos trabalhadores que têm contas vinculadas ao FGTS ou com recursos do FGTS);
- Para os casos de financiamento pela tabela Price (com prestações constantes), para o Programa Minha Casa Minha Vida o teto não foi alterado;
- Mas para os financiamentos pela tabela Price pela linha Pró-Cotista, o teto baixou de 80% para 70% do valor do imóvel (com recursos do FGTS);
Vale lembrar que há a possibilidade da Caixa atender a quem deu a entrada no pedido do financiamento antes do dia 16 segundo as regras antigas.
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