Você pode trabalhar o aluguel do seu imóvel por conta própria e gastar menos. Mas os riscos de ter problemas aumentam bastante. Saiba por que vale a pena contar com o apoio de uma imobiliária:
Dá bastante trabalho
Alugar um imóvel supõe ter muito conhecimento da legislação referente aos aluguéis (Lei do Inquilinato, por exemplo), dedicação de tempo para anunciar o imóvel e selecionar os possíveis interessados, acompanhar visitas de uma forma segura, avaliar as garantias financeiras oferecidas pelo locatário, resolver conflitos entre o inquilino e o locador, acompanhar o estado de conservação de um imóvel, documentar uma vistoria etc. Isso implica em tempo e recursos. A imobiliária pode poupar ao locador todo esse trabalho.
Acompanhar os pagamentos
Um problema comum ao alugar um imóvel é resolver a questão da inadimplência, ou seja, quando o inquilino atrasa pagamentos ou deixa de fazê-los. A intermediação de uma imobiliária é valiosa para solucionar essas questões, poupando o locador de muitas dores de cabeça. Uma imobiliária como a Rede Provectum, por exemplo, possui um departamento jurídico experiente em solucionar este tipo de situação. O locador pode ficar bem mais tranquilo.
Valor do aluguel
Nem sempre é fácil definir um valor adequado para a locação. Há o risco de cobrar demasiado alto e espantar interessados, ou de fazer o aluguel a um valor abaixo do que o imóvel realmente vale. Os profissionais das imobiliárias têm experiência e uma boa percepção dos valores de mercado. Eles podem indicar um valor mais conveniente para que o locador faça um negócio vantajoso.
Reajustes
Informar ao inquilino os reajustes é uma tarefa desagradável. Quando o imóvel é negociado por uma imobiliária, cabe a ela realizar esta tarefa. Em geral, esse trabalho é facilitado pois as regras para os reajustes são combinadas previamente, na assinatura do contrato. Mas às vezes pode haver mudanças nas regras, e é preciso comunicar as notícias desagradáveis dos reajustes.
Mais segurança
Abrir o próprio imóvel para receber interessados na locação é uma tarefa que pode ter os seus riscos. Quando uma imobiliária está ao lado do locador, sempre haverá um corretor acompanhando os possíveis interessados. Isso diminui os riscos ao receber desconhecidos no imóvel.
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Construir a própria casa é mais barato do que comprar uma pronta. A desvantagem é que construir dá muito mais trabalho, exige paciência e é preciso tomar uma série de cuidados para que esta tarefa não traga enormes dores de cabeça. Confira algumas dicas a seguir:
Por onde começar?
Construir uma casa supõe levantar estes itens iniciais para tudo começar: dispor de um terreno, ter uma boa reserva financeira, conhecer bons profissionais e ter em mãos um projeto. Estes são os requisitos básicos para começar bem.
Como escolher um terreno?
O primeiro aspecto ao escolher o terreno é a sua localização. É preciso definir em qual bairro ou condomínio o lote será comprado. Depois, é necessário levar em conta as características do terreno: dimensões, orientação em relação ao sol, declividade etc.
Alguns terrenos podem ter seu lado mais nobre voltado à face norte. Estes terão uma alta incidência da luz do sol. Terrenos também podem ter declives, o que não é necessariamente ruim. É possível aproveitar a inclinação para construir um imóvel em mais de um nível. Mas lembre-se que, caso você queira uma casa térrea, o terreno deve ser o mais plano possível.
Mão de obra
Este é um dos pontos mais importantes na hora de construir. Escolher bons profissionais, ainda que cobrem um preço maior, pode ser mais vantajoso desde que isso signifique reduzir os erros de projeto e de execução. Profissionais não muito competentes podem ser mais baratos, mas isso pode gerar enormes perdas de tempo, desperdício de materiais, retrabalhos, gastos imprevistos etc. Vale a pena cercar-se de bons profissionais na hora de construir.
Tudo começa com a escolha de um bom arquiteto ou engenheiro, responsável pelo projeto da casa. Depois, vale a pena escolher um bom empreiteiro, que vai contratar a equipe da construção. Será necessário trabalhar com bons eletricistas, especialistas em instalações hidráulicas etc. Nessas horas, o barato pode sair caro. Invista em uma boa equipe.
Conheça bem a legislação
Ainda que este conhecimento da legislação municipal seja algo que deve competir ao engenheiro ou arquiteto responsável pelo projeto, convém que você também esteja a par. É preciso conhecer quais são os recuos mínimos para as laterais, fachada etc., além da metragem máxima a ser construída, caso isso seja definido pela Lei de Zoneamento local. Vale a pena dominar estas questões para acompanhar de perto o trabalho do projeto da casa.
Pense em tudo que a casa vai necessitar
Antes de solicitar o projeto, é preciso definir quais são os requisitos mínimos para a casa. Precisa de um amplo quintal? Churrasqueira? Escritório? Quantas vagas na garagem? Converse com sua família e façam um levantamento. Naturalmente, é preciso limitar as escolhas em função do tamanho do imóvel. Mas esta definição é essencial para que o projetista possa elaborar o projeto.
Leve em conta o seu futuro
É preciso também levar em consideração a finalidade do uso da casa. Será uma casa para uma família com muitos filhos? E quando eles saírem de casa? E se outros filhos vierem? Será um local para viver até o final da vida ou não? Dentro do possível, procure adequar o projeto aos seus projetos familiares. Isso ajuda a otimizar os recursos empregados em sua construção.
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Na hora de buscar um financiamento para a compra de um imóvel, se não houver alternativa para evitá-lo, a solução pode ser fazer muita pesquisa para pagar o mínimo possível. Com tantas opções no mercado, o ideal é não se precipitar e procurar a solução mais vantajosa. Confira a seguir algumas dicas:
Não deixe de pechinchar
Ao pesquisar as taxas e condições de financiamento de um imóvel, consulte várias instituições financeiras. Faça vários orçamentos e não se envergonhe em pechinchar com um banco uma condição mais vantajosa, tendo em mãos outras propostas. Essa é uma prática comum e não será surpresa a ninguém fazer uma contraproposta.
Relacionamento com o banco
Quanto mais tempo você tem de relacionamento com um banco, maiores as chances de você obter uma taxa de financiamento mais vantajosa. Se você é correntista de um banco, você terá mais chances de obter uma taxa melhor com ele do que com um outro banco. Especialmente se a sua movimentação bancária for elevada.
Conte com outros serviços
Os bancos em geral oferecem taxas menores de financiamento a quem usa outros de seus serviços, como conta corrente, cartões, talões de cheque etc. Alguns deles até sugerem a contratação de seus serviços (como a abertura de uma conta) como forma de oferecer taxas menores. Avalie se esses serviços não irão gerar custos extras que inviabilizem esta opção em relação às taxas de outros bancos. Pode ser uma alternativa viável se o custo gerado não for elevado.
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Você está financiando a compra de um imóvel, porém surgiu uma necessidade de mudar-se de casa. É possível transferir o financiamento? Sim! Mas é preciso fazer corretamente essa transferência para você não correr o risco de risco de ficar com o nome no SPC ou Serasa. Tire as suas dúvidas a seguir:
Como funciona a transferência de um financiamento?
Quando você financia a compra de um imóvel, vale lembrar que, enquanto as parcelas são pagas, você não é o dono dele. O imóvel fica em nome do banco, e você somente será seu dono ao quitá-lo. Por isso, para vender um imóvel financiado é necessário ter a autorização do banco, que é o autêntico dono do imóvel. Sem isso, não dá para transferir um financiamento.
Qual o risco de vender um imóvel financiado sem autorização do banco?
É muito arriscado entrar em acordo com o comprador de um imóvel, assinar um contrato “de gaveta” e deixar por conta dele o pagamento das parcelas. Se ele ficar inadimplente, o problema cairá em você, pois o financiamento está em seu nome. O seu CPF entrará na lista dos maus pagadores. Por isso, é fundamental transferir o financiamento para o nome do comprador.
Por que é necessário que o banco aprove a venda?
Da mesma maneira que o banco avaliou a sua renda para lhe conceder o crédito, ele fará o mesmo com quem vai assumir a dívida. O banco vai exigir garantias e procurar saber se o novo pagador terá condições de arcar com as parcelas. Há o risco de o banco não aprovar o crédito ao novo comprador, e isso vai travar o negócio.
Que outros documentos devem ser regularizados?
Esse tipo de transação é configurada como uma venda do imóvel, pois é preciso fazer todo o registro do nome do novo comprador e seus deveres com o banco financiador. Por isso, é necessário registrar essa mudança no Cartório de Registro de Imóveis da região e fazer o pagamento do ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis). Sem essa regularização dos documentos não é possível transferir o financiamento ao novo pagador.
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Cada vez mais vemos os condomínios fechados se multiplicarem nas grandes cidades. O fator segurança é um dos apelos mais fortes, mas há outras razões para estes empreendimentos se espalharem. Se você está à procura de uma casa para alugar, veja quais são as vantagens de alugar um imóvel em um condomínio:
Mais segurança
Os níveis variam de um condomínio para outro, mas, em geral, eles oferecem mais condições de segurança do que as casas de rua. Eles podem ter portaria, acesso controlado, câmeras de vigilância, ronda interna, entre tantos outros recursos. Este é um dos maiores apelos dos condomínios.
Praticidade
Este fator também depende do porte do condomínio. Alguns deles proporcionam uma série de vantagens que tornam o dia a dia muito mais prático, como a oferta de comércio interno (mercado, padaria, farmácia, restaurantes etc.) e de várias opções de lazer (quadras, piscinas, espaços gourmet, salões de festas etc.). Nessas condições, a rotina diária pode se tornar muito prática.
Natureza
Há condomínios que destinam uma área razoável para espaços verdes, como gramados, bosques, jardins, vias arborizadas etc. Espaços assim são raríssimos em edifícios e contribuem para tornar mais sadia a rotina em um condomínio.
Silêncio
É verdade que sempre há o risco de deparar-se com vizinhos barulhentos, mas, no geral, condomínios são espaços mais silenciosos por se situarem afastados das grandes vias urbanas. Sua localização favorece o silêncio e uma libertação da vida agitada e desgastante.
Espaços para as crianças
Uma das grandes preocupações de quem tem filhos é o lazer das crianças. Com o receio de deixá-las brincar pelas ruas, os condomínios se tornaram opções mais seguras, onde elas podem se divertir nas áreas de lazer e nas casas dos amigos com menos riscos.
Privacidade
Por serem imóveis situados fora do espaço público, quem mora em um condomínio fica mais livre da abordagem de transeuntes, desconhecidos tocando a campainha, vendedores etc. Como os condomínios são áreas mais isoladas, é comum que, na rotina diária, haja menos contato com gente desconhecida à sua porta.
Vida social no condomínio
Há condomínios que incentivam as atividades entre os moradores, organizando festas, eventos etc. E há também a possibilidade de, espontaneamente, fazer-se boas amizades entre os vizinhos. É muito comum que grandes amizades comecem na vizinhança, o que é um aspecto muito positivo.
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O financiamento de um imóvel exige muito cuidado para que, ao invés de se tornar o caminho para um sonho, se torne um pesadelo. Veja a seguir algumas dicas para tomar os devidos cuidados antes de iniciar um financiamento:
Avalie se vai conseguir pagar
O grande risco é faltar dinheiro para as parcelas e as multas por atraso se acumularem e sua dívida crescer a perder de vista. É necessário avaliar com muito cuidado se você terá capacidade de pagar mensalmente as parcelas, ao longo de muitos anos.
Tenha um fundo de emergência
Os financiamentos de imóveis duram muitos anos, e é quase impossível prever se ao longo desse período você terá algum problema financeiro (um emprego perdido, um negócio em baixa, uma doença que gera despesas altas etc.). Por isso, além de dispor de um capital para a entrada do imóvel, é importante contar também com um fundo de emergência para pagar as parcelas em caso de algum imprevisto econômico.
Pense em todas as despesas
Comprar um imóvel implica em várias outras despesas além das parcelas. É preciso planejar os gastos prevendo um valor para a entrada, outro para pagar o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis), o Registro do Imóvel e a Escritura Pública, além dos gastos que serão necessários quando o imóvel for entregue, como água, luz, gás, internet, condomínio, reformas, acabamentos, móveis etc. Planeje tudo isso para não ficar inadimplente com as parcelas.
Documentação
Muita gente se atrasa na obtenção do crédito por não conseguir fornecer ao banco os documentos necessários. O ideal é levantar quais são todos os documentos exigidos, providenciá-los, e somente em seguida dar entrada no pedido de crédito.
Comprove toda a sua renda e dívidas
O banco sempre faz uma análise de sua situação financeira para avaliar se concederá ou não o crédito. E eles levam em conta não somente a sua renda mensal como eventuais outras dívidas já contratadas (como a de um crediário de uma loja, um financiamento automotivo etc.). Há pessoas que tentam ocultar essas informações com receio de não obter o crédito. Mas os sistemas atuais são muito integrados e é fácil aos bancos terem uma noção clara de sua situação financeira. Não vale a pena ocultar outras dívidas. Até porque elas podem te levar à inadimplência e a problemas maiores no futuro.
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Os apartamentos chamados de “garden” ou “giardino” são aqueles situados no piso térreo de um edifício e que possuem uma área para quintal, inexistente nos demais apartamentos. Eles costumam atrair pessoas que desejam a segurança e a infraestrutura de um edifício com o maior espaço que uma casa pode ter. Quais são as vantagens e as desvantagens deles?
Vantagens
- Apartamentos garden são ótimos para quem está acostumado a morar em casas e deseja um maior espaço para um quintal;
- Eles têm uma área maior, pois o quintal é um espaço privativo do imóvel, que pode ser usado como desejar;
- Eles são ótimos para quem quer ter animais em casa;
- Apartamentos garden também são muito procurados por pessoas que gostam de receber visitas. No quintal pode ser instalado um espaço gourmet, com churrasqueira, mesas, poltronas etc., proporcionando mais conforto aos visitantes;
- É possível avaliar a possibilidade de instalar uma cobertura no quintal. Isso aumenta sua capacidade de uso, como por exemplo, nos dias de chuva. Muitos condomínios não se opõem a esta solução;
- Os apartamentos garden também são perfeitos para quem gosta de cultivar plantas e flores, ou seja, para quem gosta de jardinagem;
- Estes imóveis também podem ser mais ensolarados, dependendo de sua localização, pois possuem uma área descoberta e mais exposta;
- Por estarem no térreo, dispensam os elevadores para chegar em casa. Isso é muito valioso, por exemplo, ao ter que descarregar as compras ou qualquer outro objeto pesado do carro.
Desvantagens
- Dependendo do caso, podem ter custo maior que os demais apartamentos, pois sua área útil é maior. Muitos imóveis levam em conta a metragem ao se estipular o valor para compra;
- Pelo mesmo motivo, pode haver casos em que o aluguel também custa mais, pelas mesmas razões. E também o IPTU. Eles só não são mais caros que as coberturas, em geral;
- O nível de ruído pode ser maior neles do que nos imóveis situados mais ao alto. Imóveis garden podem ficar próximos das áreas de lazer dos edifícios (incluindo o salão de festas). Por isso, ao buscar um imóvel assim, vale a pena checar sua proximidade das áreas de lazer do local;
- Pela sua localização, infelizmente, o quintal pode ser atingido por lixo e detritos lançados pelas janelas do edifício. É uma questão que precisa ser resolvida nas assembleias do condomínio ou atenuada com a instalação de coberturas no quintal, o que supõe mais despesas.
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Muita gente confunde a incorporadora com a construtora de um projeto imobiliário. Mas elas possuem papeis bem diferentes em um empreendimento. Saiba quais são eles:
O que faz uma incorporadora?
A incorporadora é a empresa responsável pelo negócio como um todo. É ela quem procura oportunidades no mercado, identifica terrenos, faz estudos de viabilidade financeira, faz levantamentos com fornecedores, prospecta financiadores para o projeto etc.
A incorporadora também elabora o projeto de uma construção, tanto de sua estrutura quanto de sua arquitetura. E cabe a ela identificar uma empresa responsável pela sua construção. É o momento em que ela procura uma construtora.
O que faz a construtora?
O papel da construtora é executar a construção, conforme o projeto elaborado pela incorporadora. Ela precisa levar em conta todas as especificações do projeto, memoriais descritivos, prazos, cronogramas, etc. Normalmente as construtoras têm equipes próprias para a execução do serviço, responsabilizando-se pela segurança e bem-estar dos funcionários da obra.
Cabe à construtora executar a obra conforme os requisitos da incorporadora. A responsabilidade por todo tipo de falha de execução cabe a ela.
De quem é a responsabilidade pelo negócio?
A negociação com o cliente final é feita pela incorporadora. O contrato é assinado entre ela e os compradores. Por isso, é a incorporadora que deve ser acionada em caso de qualquer descumprimento das condições previstas no contrato de compra e venda.
E quando a incorporadora e a construtora são a mesma empresa?
Isso também pode acontecer. Há incorporadoras tão grandes que possuem uma construtora própria – ou construtoras que crescem e ampliam sua atuação para a incorporação.
O importante é compreender que a construção é apenas uma das partes de um empreendimento imobiliário, que envolve questões muito mais amplas.
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A compra de um imóvel na Flórida (EUA) é um procedimento cada vez mais comum e os trâmites não são tão complicados. Quais as vantagens de investir em um imóvel em local de forte potencial turístico? Confira a seguir:
Custo mais barato
Os valores dos imóveis nos Estados Unidos costumam ser inferiores aos do Brasil. É possível comprar ótimos imóveis com preços a partir de cerca de US$ 200 mil. Além disso, no estado da Flórida, o estoque de imóveis era muito alto antes da crise de 2008. Com isso, os preços de imóveis por lá despencaram ainda mais, e a recuperação tem sido mais lenta, pois os bancos americanos passaram a ser mais rigorosos na concessão de crédito, diminuindo o ritmo das compras.
Fonte de renda com o aluguel
Cidades como Miami e Orlando têm um elevado potencial turístico, atraindo milhares de turistas todos os anos. E o aluguel de imóveis por temporada é uma modalidade muito procurada por lá, sobretudo com as facilidades dos sites que promovem este tipo de aluguel. Aí há uma possibilidade de obter uma boa fonte de receitas, em dólar.
Financiamento mais barato
Todos sabem que o Brasil é um país com uma das taxas de juros mais altas no mundo. Nos Estados Unidos o cenário é o oposto: as taxas de juros são baixas, e é possível obter o financiamento de imóveis por períodos de até 30 anos. Assim, financiar um imóvel por lá é muito mais barato. E os ganhos com os alugueis podem ajudar a abater os custos do financiamento.
Patrimônio em dólar
Dispor de um imóvel nos Estados Unidos é um caminho para diversificar e proteger o patrimônio. O dólar é uma moeda forte, o que é uma maior garantia de proteção. Sem contar que ele pode se valorizar ao longo dos anos, gerando ganhos com a valorização.
Usufruir do imóvel
Além da possibilidade de alugar o imóvel por temporadas, também há a opção de desfrutar do imóvel em outras ocasiões. Assim, é possível permanecer por um período mais longo na região, o que não costuma ser feito quando a hospedagem é feita em hotéis (especialmente para quem tem famílias grandes).
Proximidade de atrações turísticas
As atrações turísticas na Flórida são inúmeras. Ao hospedar-se em um imóvel próprio na região é possível aproveitar muito bem todas essas atrações ao longo dos anos.
Mais informações
E caso queira saber mais informações sobre os procedimentos para a compra de um imóvel na Flórida, entre em contato com a divisão internacional de imóveis da Rede Provectum.
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A crise dos últimos anos e a dificuldade de vender imóveis fez com que o volume de permutas se acentuasse no mercado. Assim, ao invés de primeiro vender um imóvel para depois comprar outro, passou a ser comum a aceitação de um imóvel como parte do pagamento. Como isso funciona? Que bens podem ser permutados? Leia nos itens a seguir:
O que é a permuta de imóveis?
A permuta de imóveis é feita quando as duas partes se comprometem a dar um bem em troca de outro. Se eles têm igual valor, o negócio é feito pela transferência da posse dos bens. Quando há diferença, ela precisa ser paga por quem dispõe do imóvel de menor valor. Essa diferença se chama torna.
Há incidência de imposto de renda em uma permuta?
Não, caso a permuta seja feita entre imóveis de igual valor. Se houver diferença (torna), há a cobrança de imposto sobre os lucros obtidos na negociação.
Que tipos de imóveis podem ser permutados?
Qualquer bem imóvel pode ser incluído em uma permuta, como uma casa, um apartamento, um terreno ou um lote. Apenas bens imóveis podem entrar em uma permuta. Veículos, cotas em empresas, ações etc., não podem ser permutadas por um imóvel.
Como definir o valor dos imóveis?
A grande questão é definir os valores de cada imóvel e avaliar se possuem cifras semelhantes. Para isso, é preciso contar com um corretor isento e com apurada experiência de mercado e credibilidade para que os imóveis recebam uma avaliação justa.
E se um dos imóveis ainda estiver sendo financiado?
Isso não impede, mas torna muito trabalhosa a permuta. Tanto que há imobiliárias que não fazem esse tipo de operação. Quando um dos imóveis ainda não está quitado, é preciso procurar o banco para que um novo contrato de financiamento seja realizado, com as novas informações.
Quem paga a comissão do corretor?
Se na compra de um imóvel a comissão é paga pelo comprador, na permuta os honorários são divididos entre as partes envolvidas.
Quando é mais fácil fazer uma permuta?
Em geral não é tão simples que um vendedor aceite um imóvel de menor valor como parte da permuta. Mas se o imóvel oferecido tiver boa liquidez, ou seja, situar-se em um bom bairro, de alta procura, e estiver em ótimo estado e com alto potencial de negócios no futuro, a permuta fica mais atraente. Sobretudo se o vendedor estiver negociando um imóvel em uma região de baixa procura. Nesses casos, o imóvel permutado pode trazer um ótimo retorno no futuro, tanto pela sua venda quanto pelo seu aluguel.
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O cenário do mercado imobiliário brasileiro foi o tema do encontro realizado, nesta quinta-feira (27/07/17), pela Rede Provectum Imóveis para apresentar ações que devem ajudar a alavancar os negócios. O evento contou com a presença de representantes de 17 imobiliárias de Campinas e do consultor especializado nesse mercado, Guilherme Carnicelli, que fez uma análise econômica da atual conjuntura e comparou com outros mercados como o dos EUA e de Portugal.
Segundo Carnicelli houve uma recente recuperação nas vendas e uma grande expectativa para os próximos anos. “Apenas 30% das transações imobiliárias no Brasil são feitas com corretores, o restante são vendas diretas, portanto esse setor ainda tem muito para crescer e isso deve acontecer nos próximos três anos com o reaquecimento da economia do país”, comenta o especialista.
Ele ainda aponta para uma redução dos estoques de imóveis que estavam acumulados há meses, por isso novos negócios devem surgir. “As empresas do setor precisam se preparar para atender a demanda que irá surgir. O futuro são as parcerias, trabalhar em rede para multiplicar as possibilidades de negócios e gerar economia para o grupo em diversas áreas. Esse tipo de sistema já é realidade nos EUA desde a década de 1970 e em Portugal desde 1990”, ressalta Guilherme.
Os empresários debateram sobre as vantagens de fazer parte da rede Provectum, que já reúne 25 mil imóveis com 18 credenciados e 218 corretores. “O objetivo é ampliar esses números, criar uma rede ainda mais consistente para atender qualquer tipo de demanda em qualquer região da cidade. Acreditamos em um crescimento de 100% no número de credenciados até o final desse semestre”, explica o diretor geral da Rede Provectum, Luiz Bueno.
O objetivo da Rede é realizar reuniões com empresários do setor a cada dois meses e expandir para outras cidades da região como Sumaré e Americana. “Fazer parcerias é viabilizar os negócios e todos saem ganhando. É o futuro do mercado, quem não se atualizar, tende a ficar para trás”, finaliza Bueno.
Você já deve ter se deparado com esta confusão de termos na hora de procurar um imóvel, não é? Leia a seguir quais são as características de cada um deles e elimine as suas dúvidas.
Loft
O loft é um típico imóvel de influência norte-americana, comuns nos filmes. Por lá, muitos edifícios comerciais foram desativados e transformados em edifícios residenciais. A adaptação fez gerar o conceito de loft: um imóvel com poucas paredes e instalações elétricas e hidráulicas aparentes. Não demorou que imóveis construídos desta maneira se tornassem mais comuns (tanto por lá quanto aqui no Brasil).
Os lofts são considerados imóveis descolados e modernos, com pé direito mais alto que o normal e versatilidade no aproveitamento dos espaços. Alguns têm mezaninos, onde costuma ficar a suíte. A separação entre os ambientes muitas vezes é feita com a própria mobília, sem paredes ou divisórias fixas.
Flat
Os flats são imóveis como qualquer outro apartamento, porém com a oferta de serviços similares aos de hotéis, como recepção, lanchonete, lavanderia, limpeza dos quartos, segurança etc. Por isso também são chamados de apart-hotéis. E os serviços são cobrados na taxa do condomínio.
Um flat pode ser comprado para residência permanente, mas o mais comum é sua compra para gerar uma renda mensal, pois eles permitem que visitantes se hospedem neles. Eles são muito procurados por executivos ou profissionais que vão passar um bom tempo em uma cidade, mas não desejam dispor de um apartamento comum, por falta de tempo para cuidar do imóvel.
Studio
O studio tem muitas semelhanças com o loft. Porém ele tem algumas paredes a mais para dividir os ambientes (como as do quarto, por exemplo). Mesmo assim, eles repetem a fórmula dos lofts, com pé direito mais alto, poucas paredes, estruturas aparentes etc.
Alguns studios também oferecem uma gama de opções de lazer superior à dos lofts, como piscina, espaços fitness, salões de jogos e festas etc. Seu público costuma ser composto por jovens solteiros ou jovens casais que estão poupando para a compra um imóvel mais amplo.
Kitnet
Muito comuns nas cidades grandes, as kitnets são imóveis com tamanho entre 20 e 40 m2 e estrutura composta de quarto, sala, banheiro e cozinha americana. Apenas isso. A cozinha é pequena e apenas uma bancada a separa da sala. Pelas suas características, são muito procurados por estudantes ou jovens profissionais em início de carreira, que os deixam tão logo possam morar em imóveis maiores.
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