Muita gente leva em conta as opções de lazer no condomínio com um critério para escolher um imóvel na hora de comprar. E os condomínios com várias opções de lazer (alguns se parecem com clubes) são cada vez mais comuns, em uma época em que as pessoas parecem ter menos tempo e preferem deslocar-se o mínimo possível para desfrutar desses benefícios. Comodidade e segurança prevalecem. Conheça quais são as opções de lazer mais comuns e que acabam por valorizar um condomínio.
Espaço gourmet
O termo “espaço gourmet” pegou, e designa os locais para refeições em comum. O mais comum é dispor de uma churrasqueira para reunir os amigos, mas há condomínios que dispõem até de forno para pizzas. Estes espaços costumam ser os mais usados pelos condôminos, que preferem contar com este local para não ter bagunça em casa, além de oferecerem mais espaço. Um diferencial importante é contar com banheiros próprios para esses espaços.
Salão de festas
Também são muito valorizados, sobretudo por quem adora reunir a família e os amigos e não possui espaço suficiente em casa. Vale prestar atenção se o salão possui área coberta para abrigar um número razoável de convidados.
Playground e brinquedoteca
Os pais que têm crianças pequenas dão muita importância a estes itens, sobretudo nos edifícios. Eles permitem uma grande comodidade ao levar os filhos para gastar energias sem deslocar-se demasiadamente - além da segurança de ser um local fechado e vigiado. Na hora de avaliar estes espaços, verifique a qualidade dos brinquedos e dos equipamentos disponíveis e seu estado de manutenção.
Academias e quadras
Os espaços esportivos também valorizam um condomínio pela sua facilidade de acesso, praticidade e comodidade. Em alguns condomínios, o chamado “espaço fitness” pode apresentar nível de equipamentos superior ao de muitas academias de bairro. E as quadras mais comuns e desejadas são as poliesportivas (normalmente com equipamentos para futebol, basquete e vôlei) e as de tênis.
Piscina
A piscina é muito valorizada nos dias de verão, quando pode ser até bastante concorrida. O problema é que ela passa boa parte do ano com pouco uso, em função das temperaturas. Ao avaliar uma piscina de um condomínio, repare se ela tem dimensões suficientes para atender a boa parte da demanda de moradores do condomínio. Muitos têm piscinas muito pequenas e em locais de pouco sol.
Outros espaços diferenciados
Semelhantes às estruturas de clubes, alguns condomínios oferecem áreas para sauna, quadras de squash, jardins, bosques, bicicletário, sala para jogos, entre outros. São atrações que podem despertar o interesse dos potenciais moradores. Mas é preciso estar atento se tamanha quantidade de atrações não impacta demasiadamente no valor do condomínio. Muita gente paga valores altos e pouco desfruta destes espaços. Vale a pena analisar estas questões.
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Imóveis na planta costumam apresentar boa valorização quando são entregues. Eles podem custar cerca de 30% a menos que um imóvel pronto. Por isso, muita gente aproveita os lançamentos para investir e obter um bom retorno. Mas é preciso prestar atenção em alguns detalhes importantes:
Reputação da construtora
Se você está avaliando algumas opções, procure conhecer a idoneidade e a reputação das construtoras. A entrada e as primeiras parcelas são pagas diretamente a elas, e é preciso investir em uma empresa segura e sólida, com baixo risco de quebra. Senão, seu investimento pode ser totalmente perdido.
Aposte nas tendências do mercado
Há vários tipos de imóveis em lançamentos, mas aqueles com dimensões até 110 m2 são mais comuns e mais procurados. Eles terão maior chance de venda no futuro.
Potencial do bairro
Este é um ponto muito importante, pois a localização é um dos aspectos que as pessoas mais valorizam ao comprar um imóvel. Por isso, lançamentos em bairros de maior procura merecem uma atenção especial. Suas chances de revender o imóvel vão aumentar bastante.
Aproveite as chances de venda
Se aparecer uma boa proposta antes do imóvel alcançar o máximo de sua valorização, pode ser melhor aceitar a proposta no ato. No mercado imobiliário, a espera por um negócio melhor no futuro pode não se concretizar e vem o prejuízo. É melhor ganhar um pouco menos agora do que apostar na incerteza futura.
Menos burocracia
Nos imóveis na planta, o financiamento é feito, inicialmente, pelas construtoras ou incorporadoras. E elas costumam ser menos burocráticas que os bancos ao assinar um contrato de financiamento. Pode ser uma melhor opção para quem não dispõe de crédito bancário.
Tenha paciência
Investir em imóveis é uma opção de médio e longo prazo. Mas os ganhos podem ser mais altos do que os investimentos de retorno rápido. Por isso, se você não tem pressa, imóveis na plantar podem ser uma excelente opção.
E na Rede Provectum você encontra vários empreendimentos em fase de lançamento. Confira quais são aqui.
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Neste ano de 2017 o governo autorizou o saque das contas inativas do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) de milhões de trabalhadores. Se você pensou ou está pensando em aproveitar seu montante do FGTS para comprar um imóvel, saiba que vale muito a pena esta decisão. Veja a seguir quais são as razões:
Maior rendimento
O dinheiro que fica retido nas contas do FGTS tem um rendimento muito baixo. Ele é inferior aos juros da poupança. Portanto, vale a pena resgatar o FGTS de todas as formas, independentemente de você empregá-lo na compra de um imóvel ou não.
A Caixa aceita o FGTS nos financiamentos
A Caixa costuma oferecer taxas de financiamento imobiliário mais vantajosas que as dos bancos privados. E qualquer trabalhador que disponha de recursos no FGTS, seja de contas inativas ou ativas (contas que ainda recebem contribuições mensais), pode usar esses recursos a qualquer momento para financiar um imóvel.
Posso contar com o financiamento de um banco privado?
Sim. Você pode, por exemplo, usar os recursos do FGTS para dar uma boa entrada em um imóvel, reduzindo ao máximo o montante que resta, e financiar a sobra em seu banco privado. Muita gente que é cliente há muitos anos de bancos privados possui condições especiais e acaba preferindo ele do que contar com a Caixa.
Taxas de juros em baixa
Quem acompanha o cenário econômico sabe que o Banco Central tem reduzido, nos últimos meses, as taxas de juros. E a tendência é que essa redução continue nos próximos períodos. Juros menores tornam os financiamentos mais baratos. Portanto, o momento atual é mais favorável a um financiamento do que há alguns meses atrás.
Mercado em recuperação
Os números do mercado imobiliário têm apontado para uma recuperação da atividade econômica. A tendência é de reaquecimento da economia nos próximos meses, o que pode levar os preços dos imóveis a subir. E é mais vantajoso comprar um imóvel quando o mercado está em baixa, com vendas mais fracas e preços estabilizados. Por isso, o momento atual é propício para o uso do FGTS para a aquisição de um imóvel, que poderá, inclusive, valorizar-se ainda mais com o aquecimento da economia.
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A transferência de um financiamento imobiliário para outro banco – a portabilidade – pode ser realizada a qualquer momento. Mas não basta avaliar se o outro banco possui taxas de juros menores. Leia a seguir algumas dicas para que a portabilidade do financiamento seja vantajosa:
Para que serve a portabilidade do financiamento imobiliário?
Esta regra, autorizada pelo Banco Central, permite ao consumidor pesquisar qual banco oferece as menores taxas de juros e de administração para o financiamento imobiliário.
Posso solicitar a portabilidade em qualquer financiamento?
Sim, desde que seja um imóvel pronto. Nestes casos, a troca é livre. Ela só não vale para imóveis na planta.
Quais são os passos para solicitar a portabilidade?
O primeiro passo é descobrir um banco que esteja disposto a refinanciar a sua dívida a uma taxa de juros inferior. Se isso ocorrer, é feita uma proposta ao banco que fez o financiamento original. Este banco terá cinco dias para oferecer uma contraproposta. Se esta não agradar, o mutuário pode decidir pela mudança. O novo banco quita a dívida junto à outra instituição e passa a gerenciar as parcelas restantes. Tudo isso é feito pelos sistemas online dos bancos.
Essa mudança gera novos custos?
Um banco que perde o financiamento para outro não pode cobrar nenhuma taxa do credor, pois não há inadimplência. Contudo, a portabilidade gera novas taxas, como a da averbação no novo contrato em cartório, a taxa de engenharia (perícia que um engenheiro do novo banco fará no imóvel) e a taxa da análise da documentação do imóvel (também feita pelo novo banco). Essas novas taxas podem chegar a valores totais superiores a R$ 2.000,00.
A portabilidade é vantajosa?
É preciso fazer bem as contas para que ela seja vantajosa. Apesar de ser obtida uma taxa de juros menor com outro banco, os custos da mudança podem inviabilizar a transação. Avalie os números com muito cuidado.
Posso trocar o sistema de amortização SAC pela tabela Price?
Não. Se você contratou um financiamento amortizado pelo sistema SAC (Sistema de Amortização Constante, pelo qual as parcelas são decrescentes) ele não pode ser trocado pela tabela Price (sistema no qual as prestações têm valor fixo).
A portabilidade permite estender a dívida?
Não. A troca do banco não irá permitir obter um prazo mais longo para o financiamento. A portabilidade existe apenas para trocar uma dívida por outra com juros mais baixos, mantendo-se o sistema de amortização e o prazo total.
O novo banco pode vender novos serviços agregados?
Não. Caso o novo banco obrigue a aquisição de cartão de crédito, seguro etc., isso se configura como venda casada, o que é ilegal no Brasil.
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Há 243 anos, neste mesmo dia 14 de julho, a celebração de uma missa em uma pequena capela no campo marcou a fundação de Campinas, hoje uma das mais importantes metrópoles do Brasil. De onde veio o nome Campinas? Por que esse nome “pegou”?
Como tudo começou
Tudo começou lá pelos anos de 1721 e 1730, quando foi aberto um caminho de terra para ligar o Planalto de Piratininga (onde estava São Paulo) e as regiões de Goiás e Mato Grosso. A via foi construída para o deslocamento dos tropeiros e os bandeirantes paulistas que iam em busca de minérios e pedras preciosas no interior do Brasil.
E nessa via, que ficou conhecida como “Caminhos dos Goiases”, foi construído um local de parada entre as cidades de Jundiaí e Mogi-Mirim. Por que esse local foi escolhido para a parada? Porque nele havia três pequenos terrenos descampados (campinas sem árvores) no meio da mata que margeava a estrada. Era um local propício à construção de instalações para descanso dos caminhantes e seus animais de carga.
A parada ficou inicialmente conhecida como “Campinhos de Mato Grosso”, e nos anos posteriores, como “Bairro de Mato Grosso”, e mais adiante, como “Campinas do Mato Grosso”.
Como a “Campinas de Mato Grosso” se tornou Campinas?
A história não acaba aí. Entre os anos de 1739 e 1744, a família de Francisco Barreto Leme, que vivia em Taubaté, adquiriu terras na região e mudou-se para esse local de parada, dando origem a um pequeno povoado. O vilarejo foi crescendo e, no ano de 1767, a “Campinas do Mato Grosso” contava com 185 habitantes.
Como o grupo de moradores começou a ficar numeroso, e os deslocamentos até Jundiaí eram longos e cansativos para participar das missas dominicais, em 1772 foi pedida uma licença para a construção de uma capela no local.
Em 1773, autoridades eclesiásticas permitiram que fosse erguida uma igreja matriz, ao invés de uma capela. A igreja recebeu o nome de Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição (mesmo nome da atual Catedral de Campinas, e que explica por que Nossa Senhora da Conceição é a padroeira de Campinas, e no dia 8 de dezembro, seu dia, é feriado na cidade).
Iniciada a construção da pequena matriz (onde hoje está o Largo do Carmo, no centro de Campinas), no dia 14 de julho de 1774, ainda em uma capela provisória, o frei Antonio de Pádua celebrou a primeira missa no local. A partir desse dia, criou-se a Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso, ainda ligada a Jundiaí. E essa data foi escolhida para a fundação da cidade.
Campinas chegou a mudar de nome
Mas o local ainda não tinha o nome de “Campinas”. Fundada a igreja, em 1775, nesse local, foi criado o Distrito de Conceição de Campinas, ainda pertencente a Jundiaí. A emancipação da cidade vizinha só ocorreria em 1797. E o mais curioso: a vila recebeu, inicialmente, o nome de São Carlos.
Nela viviam cerca de 2.107 habitantes na época. Mas o nome “São Carlos” nunca pegou junto à população. Campinas era o nome mais popular. E assim, no ano de 1842, quando a vila foi elevada à condição de cidade, recebeu o nome com que todos a chamavam: Campinas!
Campinas hoje
Assim surgiu o nome de uma das mais importantes metrópoles do Brasil, com uma enorme força econômica, um dos principais polos de ciência, educação, pesquisa e alta tecnologia do país, e também um importantíssimo polo logístico, servido por várias rodovias, ferrovias e um grande aeroporto. Campinas, que linda história!
Fonte: Pró-Memória de Campinas/SP
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Nada de casa de campo ou litoral brasileiro, com a instabilidade da política e a retomada gradativa da economia no Brasil, cada vez mais a compra de imóveis no exterior tem atraído os brasileiros, seja para morar ou passar férias. Os EUA lideram a procura, principalmente as cidades de Miami e Orlando. Um levantamento divulgado pelo Investir USA Expo, principal evento no Brasil de investimento no mercado imobiliário dos EUA, os brasileiros compraram 6.446 imóveis no país norte-americano entre 2015 e 2016, e ficou em sétimo lugar entre os que mais investem naquele mercado.
Pensando em atender essa demanda, a Rede Provectum, maior empresa do setor imobiliário da Região Metropolitana de Campinas, ampliou seu cadastro com cinco mil novos imóveis disponíveis em Miami, Orlando e Nova York. “Recebemos muitos pedidos de clientes por casas no exterior nos últimos meses, isso nos motivou a firmar uma parceria com uma conceituada rede de imóveis dos EUA, a Kaza Real Estate. Com isso, passamos de 20 mil para 25 mil imóveis disponíveis em nossa rede”, explica Luiz Bueno, diretor geral da Rede Provectum.
Com uma cultura muito parecida com a nossa, Portugal também tem seduzido os brasileiros e a procura por moradias no país lusitano só cresce. “Os preços dos imóveis por lá estão muito atrativos esse ano, isso somado à segurança e à familiaridade com a língua facilitam a adaptação de quem escolhe se mudar. Por isso, já estamos negociando uma parceria para disponibilizar imóveis também em Portugal”, revela Bueno.
A compra de um terreno ou um lote é sempre uma boa opção tanto para quem deseja construir o seu imóvel quanto para quem quer fazer um investimento financeiro. Mas pode surgir uma dúvida: comprar um terreno ou um lote? É tudo a mesma coisa, ou não?
Não, não são a mesma coisa. Uma ideia básica ajuda a entender a diferença: o lote é uma parte de um terreno, ou seja, está contido dentro dele.
O terreno é uma área reservada de terra, apta a receber construções ou qualquer outro tipo de ocupação. Quando o terreno é dividido em diversas partes – como nos casos dos condomínios, por exemplo –, cada parte é chamada de lote.
E qual das duas opções é mais vantajosa? Isso vai depender dos seus objetivos de aproveitamento do espaço. Para pessoas físicas, normalmente o lote é um investimento mais vantajoso e mais fácil de ser realizado pelos seguintes motivos:
- Naturalmente, seu custo pode ser bem mais acessível do que o de um terreno, por ser de menor porte;
- Por ser menor e mais barato, o lote oferece mais liquidez, ou seja, é mais fácil vendê-lo e levantar o capital do que no caso de um terreno, caso isso seja preciso;
Além disso, lotes são também um investimento seguro, desde que toda a sua documentação esteja devidamente registrada. Com uma propriedade em mãos, sua rentabilidade pode ser maior que a de muitas aplicações financeiras, além de ser um bem mais imune a crises: raramente um bem imobiliário se desvaloriza acentuadamente.
Vale também lembrar que o investimento em um lote gera menos despesas e manutenções do que um imóvel, sendo uma alternativa mais vantajosa. Além de você ter a possibilidade de, a qualquer momento, decidir entre construir seu imóvel ou revendê-lo.
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O seguro residencial é muito pouco usado no Brasil. Se por um lado é muito comum a contratação de um seguro automotivo, por outro, o seguro de residências ainda é muito pouco lembrado, embora seu custo, em geral, é muito inferior ao do seguro de automóveis. Como ele funciona? Vale a pena contratar um seguro desse tipo?
O seguro de residências pode ter uma abrangência ampla. Ele serve não apenas para proteger a estrutura de uma residência, mas também pode cobrir todos os equipamentos e eletrodomésticos nela contidos. Tudo depende da cobertura e do plano que forem contratados.
Nas residências, os seguros mais comuns são aqueles contra incêndios, quedas de raios, vendavais, roubos e furtos. O seguro protege a estrutura física do imóvel e sua cobertura pode ser estendida a todos os objetos que estiverem dentro do imóvel. Você pode escolher essa opção na hora da contratação.
O cálculo do valor do seguro é efetuado em função do valor do imóvel e de uma estimativa do valor dos bens. Um perito da seguradora faz uma vistoria no imóvel e emite o seu parecer. Em função dele, o cálculo do seguro é elaborado.
A análise do risco irá pesar nesse cálculo, mas em geral, ele é muito menor do que os riscos envolvidos no caso dos automóveis. Por isso o seguro residencial costuma ser mais barato.
Uma atenção especial merece ser dedicada ao contrato: nele constarão todos os itens cobertos e em quais casos de sinistro. É muito importante avaliar muito bem todas as suas cláusulas. Evite o risco de ocorrer um acidente com sua casa e, na última hora, constatar que uma determinada circunstância não tinha cobertura garantida.
E se por acaso ocorrer algum sinistro em sua residência (incêndio, raio, furto etc.), convém entrar em contato imediatamente com a seguradora. Lembre-se que qualquer modificação nas condições da residência, nesses casos, pode complicar o processo de ressarcimento dos bens. Mantenha as condições tal como estão nos casos de sinistro.
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O estilo de vida nas grandes cidades é muitas vezes desgastante e cansativo. Especialmente para quem mora em apartamento e tem uma rotina que gira em torno de escritórios, trânsito pesado, poluição, barulho etc. Por que uma chácara pode ser uma ótima solução para quem tem uma rotina desgastante?
Ambiente saudável
Respirar ar puro, curtir o silêncio, desfrutar de matas e áreas verdes é algo que, sem dúvida, relaxa bastante. O contato com a natureza e o ritmo sossegado são altamente saudáveis a quem tem uma rotina desgastante. Com uma chácara você pode descansar de verdade. A própria mudança de ambiente já significa criar uma atmosfera de repouso.
Momentos de isolamento
Uma chácara é ótima para quem quer momentos de maior privacidade, com menos vizinhos em volta, menos movimento e menos pessoas entrando em contato. Nela você pode buscar um momento saudável de isolamento para relaxar, meditar, respirar fundo, curtir a natureza e recuperar as energias.
Hobbies e atividades repousantes
Numa chácara você terá mais espaço para fazer as coisas que gosta, e que a vida na cidade grande limita bastante: um espaço para cultivar plantas ou um pomar de árvores frutíferas ou uma horta, espaço para os animais, áreas para lazer como uma quadra, piscina ou salão de jogos, uma boa churrasqueira. Pode-se também manter os espaços intocados e preservar bosques, matas e áreas verdes, fazendo boas caminhadas nessas áreas.
Receber a família e os amigos
Chácaras são ótimos locais para reunir as pessoas que você ama. Você pode reuni-los nos finais de semana, feriados ou por temporadas nas férias. Elas se tornam, assim, locais para momentos agradáveis e que trazem benefícios à saúde de todos.
Usar quando quiser
A vantagem de ter uma chácara é que você pode desfrutá-la a qualquer momento, mesmo fora dos finais de semana ou feriados. Hotéis e pousadas podem estar ocupadas, sobretudo nos meses de alta temporada, e você nem sempre poderá aproveitar esses lugares como mais gosta.
E ainda pode lucrar
Muita gente tem o costume de alugar a chácara por temporadas, feriados ou férias para obter uma renda extra e ajudar a custear a propriedade. Especialmente quem não faz uso em todos os finais de semana. Se por um lado o aluguel pode causar certo desgaste, se ele for feito a pessoas conhecidas e de confiança, esse problema se resolve.
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Você tem uma empresa ou quer investir em um imóvel comercial para receber a renda do aluguel? A compra de uma sala comercial possui aspectos bem diferentes da compra de uma casa ou apartamento. Veja a seguir alguns deles e algumas dicas que podem ter ajudar a escolher o seu imóvel comercial:
Localização é ainda mais importante
Se morar em um bairro bem localizado é desejável, para um imóvel comercial isso pode ser altamente decisivo e estratégico. Portanto, dê prioridade aos locais com ótima localização, especialmente se o seu negócio depende do fluxo de pessoas. Nestes casos, escolha uma região com forte apelo comercial, com comércio variado, ou mesmo um shopping center. Mas se o seu negócio é a prestação de serviços, você pode optar por um local mais tranquilo e até residencial, como uma casa de rua.
Transporte e acessos
Na compra de um imóvel comercial, é preciso pensar em facilitar os acessos tanto dos potenciais clientes (para um negócio varejista) quanto dos funcionários da empresa. Por isso, um imóvel comercial sempre será mais valorizado se os acessos forem fáceis e o sistema de transporte for eficiente.
Avalie quanto espaço é necessário
Se na hora de comprar uma moradia muita gente escolhe espaços até compactos, para um imóvel comercial essa regra não se aplica. É necessário definir quanto de espaço é requerido para abrigar os funcionários, arquivos, estoques etc. Se o imóvel vai receber um fluxo de clientes, é necessário também pensar em seu conforto. Estime qual seria este fluxo esperado para calcular qual a metragem mínima necessária para o imóvel.
Verifique a infraestrutura
Imóveis comerciais possuem requisitos de infraestrutura diferentes de um residencial. Eles podem exigir instalações elétricas mais robustas para receber um sistema de ar-condicionado, máquinas, equipamentos, bebedouros, redes de computadores, internet etc.
As instalações hidráulicas também podem precisar de um dimensionamento maior para atender ao público e aos funcionários. Por isso, avalie cuidadosamente o estado e a capacidade dessas instalações para checar se elas serão suficientes para o uso que você deseja.
As instalações para combate a incêndios também costumam ter exigência específicas para salas comerciais e devem também ser bem avaliadas.
Confira a situação jurídica
Como em qualquer compra de imóvel, é necessário avaliar se toda sua documentação está em ordem. Mas os imóveis comerciais podem ter requisitos especiais conforme as regras da prefeitura, como os espaços nas calçadas, meio-fio rebaixado para acesso de automóveis, áreas para carga e descarga, acessos para pessoas deficientes, entre outras exigências, que podem variar conforme o tipo de negócio. Não deixe de levantar esses requisitos e avaliar todos os detalhes.
Estude as condições do condomínio
Salas comerciais ou lojas situadas em condomínios ou shoppings terão exigências especiais. Elas terão um custo mais elevado, e é importante avaliar esse impacto no negócio. E vale a pena identificar tudo o que o condomínio oferece como benefícios: limpeza e manutenção de áreas comuns, sistemas de vigilância e segurança, portaria, manobrista etc. Pondere se os serviços do condomínio são adequados e o seu custo/benefício para seu empreendimento.
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Embora, para muita gente, ter a casa própria continua sendo um sonho natural e uma meta desejada, muitos ainda questionam se vale a pena morar de aluguel por longos anos. É verdade que, em alguns casos, o aluguel é a solução mais conveniente, especialmente para quem não tem ainda estabilidade profissional ou familiar em uma cidade.
Mas se você já tem uma vida estável, saiba as vantagens de comprar o seu imóvel próprio e deixar de viver de aluguel:
Maior controle do seu futuro
Uma das grandes desvantagens do aluguel é a alta dependência da vontade do proprietário. Ele pode querer o imóvel de volta a qualquer momento (ainda que as cláusulas do contrato exijam uma certa antecedência), limitar as reformas que você gostaria de fazer, desejar elevar exageradamente o valor do aluguel ao chegar a data da renovação, entre outros desejos que podem gerar desconforto.
Quem tem uma casa própria não depende desse "senhorio" do proprietário: cuida do seu imóvel como bem entende e está no controle de sua situação futura.
Contrato previsível
As parcelas do financiamento imobiliário têm valores fixos, definidos em contrato, e você sabe exatamente quanto terá que pagar por mês (ainda que por muitos anos) para quitar o imóvel. Isso torna mais fácil o seu planejamento e a organização de suas finanças. O aluguel, por sua vez, pode ser reajustado bem acima do que você se planejou, obrigando a gastos imprevistos ou a mudar de casa.
Construir o seu patrimônio
Quando você paga as parcelas do financiamento de um imóvel está construindo, pouco a pouco, um patrimônio que pode assegurar sua estabilidade financeira para o futuro. Uma riqueza que é sua e que pode ser usada como você bem entender. No aluguel, seus recursos são entregues ao proprietário. Após certo tempo, esse montante poderá ser bem elevado.
Valorização do imóvel
Além de construir o seu patrimônio com os recursos acumulados, um imóvel próprio tem grandes chances de valorizar-se ainda mais e você ampliar esse seu patrimônio. Especialmente se você conseguir financiar um imóvel em um bairro bem localizado e de boa demanda.
Tranquilidade e segurança
Ter uma casa própria é sinônimo de estabilidade. Se você pagar em dia as prestações, não corre o risco de ter que mudar-se, encontrar outro imóvel, fiador e alterar toda a sua rotina sucessivas vezes. Quem tem uma família com filhos sabe o quanto a estabilidade traz maior tranquilidade e segurança a todos.
Liberdade para usufruir como bem quiser
Quem dispõe de um imóvel próprio tem total liberdade de modificar como bem entender as suas instalações. Reformar ambientes, instalar equipamentos mais confortáveis, personalizar cada espaço como mais gosta. O imóvel fica mais confortável e aconchegante para a sua família.
E quais são as desvantagens?
Naturalmente, todos esses benefícios têm o seu preço. As dificuldades mais comuns são: contar com recursos para dar uma boa entrada no financiamento, é um compromisso de longo prazo (o que exige maior estabilidade financeira e familiar) e sujeito a flutuações do mercado e de sua carreira, além de dispor de crédito bancário para o financiamento.
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A chegada de um bebê desperta um enorme entusiasmo nos pais e em toda a família! Mas é preciso que essa empolgação não leve a decisões equivocadas na hora de preparar o quarto do bebê que está chegando. Confira algumas dicas básicas:
Escolha cores neutras e suaves
A cor que vai prevalecer no quarto do futuro bebê deve ser equilibrada e harmônica, sem exageros de cores vibrantes. Procure escolher cores mais neutras e suaves, harmonizando entre dois ou três tons. Evite cores fortes e chamativas. As cores mais suaves transmitem uma sensação de tranquilidade e descanso.
Móveis com bordas suaves
Muito cuidado ao escolher os móveis que irão compor o novo quarto. É muito importante que eles não tenham pontas ou qualquer tipo de borda que possa ferir ao bebê. Escolha móveis com bordas suaves, que não sejam capazes de provocar ferimentos.
Escolha os brinquedos apropriados
Na hora de comprar os brinquedos, leve em conta a faixa etária à qual se destinam. E tome cuidado com os presentes: é preciso que, neles, também seja verificada a idade adequada ao uso. Muita atenção nessas horas!
Use um trocador na melhor medida
O trocador não precisa ser muito grande. Se ele tiver 90 cm de comprimento e 60 cm de largura, já será suficiente para cuidar muito bem do bebê. Se ele for maior, pode tirar espaço de outros móveis importantes, como o do berço.
A mamãe também merece um espaço
Se for possível, coloque também no quarto uma poltrona para a amamentação. Ela pode ser posicionada próxima ao berço, facilitando o trabalho de pôr o bebe para dormir sem acordá-lo. E a poltrona trará mais conforto para a mamãe, que merece ter o seu descanso.
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