O Minha Casa Minha Vida é um programa do governo federal com condições atraentes de financiamento de um imóvel, dirigido a famílias de baixa renda. Mas para obter esses benefícios do governo é preciso se enquadrar em algumas das faixas de renda prevista no programa. Conheça quais são elas:
Faixa 1: famílias com renda mensal até R$ 1.800,00
Prazo de financiamento: até 120 meses (10 anos)
Valor das prestações: de R$ 80,00 a R$ 270,00
Garantia a oferecer: o próprio imóvel a ser adquirido
Faixa 1,5: famílias com renda mensal até R$ 2.600,00
Prazo de financiamento: até 360 meses (30 anos)
Taxa de juros: 5% ao ano
Valor do subsídio oferecido: até R$ 47,5 mil
Faixa 2: famílias com renda mensal até R$ 4.000,00
Prazo de financiamento: até 360 meses (30 anos)
Valor do subsídio oferecido: até R$ 29 mil
Faixa 3: famílias com renda mensal até R$ 7.000,00
Prazo de financiamento: até 360 meses (30 anos)
Taxa de juros: taxas diferenciadas em relação às de mercado, definidas pela Caixa conforme cada cliente.
Caso você queira saber quais são os valores das parcelas a serem pagas em cada caso, o site da Caixa oferece uma ferramenta para você simular quais serão os seus custos. Confira aqui.
Além disso, para receber os benefícios do programa, também é necessário que o interessado siga os seguintes requisitos:
- Não ser proprietário de imóvel residencial;
- Não pode ser titular de um financiamento para a compra de um imóvel residencial;
- Não pode ser beneficiário de algum outro programa habitacional do governo federal;
- Não pode estar enquadrado no Cadastro Nacional de Mutuários (Cadmut) ou no Sistema Integrado de Administração de Carteiras Imobiliárias (Siaci).
Imagem: iStock
Investir em imóveis voltados à sua locação pode ser uma alternativa rentável para você ter rendas extras. Desde que tudo seja muito bem planejado e todas as contas sejam bem feitas. Leia a seguir algumas dicas para tirar proveito deste tipo de investimento, independente de você querer alugar por temporada ou por períodos mais longos:
Estude os locais de maior demanda
Há bairros em todas as cidades que costumam apresentar maior demanda por imóveis para alugar. Os motivos são vários, como a proximidade a uma praia, a um local de atração turística, a um local de fácil deslocamento por transporte público ou a instituições de ensino superior. Converse com um especialista para saber quais são essas regiões e aposte nelas.
Aproveite os lançamentos de imóveis
Se você não tem urgência em gerar renda com a locação de um imóvel, a compra de um imóvel na planta é uma ótima opção para adquirir um imóvel para locação. Seu custo costuma ser inferior ao de um imóvel pronto, mas você só receberá o aluguel assim que as chaves forem entregues. Se o imóvel estiver em um bairro de ótima procura, vale a pena começar a fazer as contas.
Imóveis usados com ótimo preço
Há situações em que é possível comprar um imóvel usado por um excelente preço, mesmo que ele não esteja em um bom estado. Por isso, bons descontos podem ser negociados. Logicamente, o valor da reforma deve entrar em seus cálculos para estudar a viabilidade de comprar esse imóvel para alugá-lo. Mas aí podem haver boas oportunidades. Vale a pena garimpar imóveis com ótimo preço nos portais de imóveis, como o da Rede Provectum.
Qual valor devo pedir pelo aluguel?
Consultar um corretor de imóveis sempre torna mais precisa a tarefa de estimar um valor de locação de um imóvel. Você pode tomar como referência os valores cobrados por vizinhos, mas há muitos fatores que podem interferir nesse preço, como o estado geral do imóvel, sua localização, sua vista, a qualidade dos acabamentos, entre outros. Converse com um especialista para não errar nas contas.
Mobiliado ou não?
É melhor investir em uma mobília básica, como mesas, cadeiras, estantes, cama, geladeira, fogão etc. Imóveis mobiliados são mais atraentes para a locação, pois quem aluga um imóvel vai preferir uma opção que já permita usar rapidamente o espaço. Especialmente se for um imóvel para locação por temporada.
A dica é investir o suficiente para adquirir móveis "neutros" (ou seja, com estilos que possam agradar a mais pessoas) e de qualidade duradoura, ainda que não sejam mais baratos que móveis de segunda linha. Em longo prazo, o investimento compensa.
Coloque todas as regras em contrato
Além de obedecer às regras do condomínio, será mais seguro fazer uma locação com regras bem claras. Elas devem ser mostradas ao candidato a inquilino antes de se assinar qualquer contrato. Conte com a ajuda de um advogado ou do corretor para preparar um conjunto bem definido de regras para o aluguel do espaço. Isso irá poupar problemas no futuro.
Imóveis do Minha Casa Minha Vida não podem
Para alugar um imóvel segundo as regras do mercado, é preciso que esse imóvel tenha sido adquirido conforme essas regras. Por isso, não é possível comprar um imóvel do Minha Casa Minha Vida, que tem uma série de subsídios do governo em seu preço, e depois ganhar alugando esse espaço. Os imóveis do Minha Casa Minha Vida só podem ser destinados a quem vai comprar o imóvel para residir nele, e nunca para investimento.
Imagem: iStock
O termo "built to suit" ("construído para servir", em português) é uma expressão muito usada no mercado imobiliário, sobretudo em negócios para a indústria e o comércio.
O contrato de locação do tipo built to suit é adotado quando uma empresa precisa de um imóvel para o seu negócio, mas ao invés de construir um, ela contrata uma construtora para erguer (ou reformar) um imóvel; o pagamento é feito com a locação do imóvel. O construtor, por sua vez, estabelece um custo para a locação, que irá cobrir as despesas com a construção do imóvel.
Por que esta modalidade está em alta? Em primeiro lugar, este tipo de contrato foi beneficiado com sua regulamentação, após a promulgação da Lei 12.744, de dezembro de 2012. Com ela, houve maior segurança jurídica para que esse tipo de contrato fosse celebrado entre construtores e as empresas locatárias.
Outra grande vantagem para as empresas é que o contrato built to suit não exige que a empresa destine um grande volume de capital à construção de um imóvel. Isso pode alcançar um valor muito alto e prejudicar o caixa da empresa.
Nesse modelo built to suit, é a construtora que faz o maior aporte de investimentos, alocando recursos para erguer o imóvel. Esse investimento é recuperado no longo prazo, com a cobrança dos alugueis. Os contratos podem chegar a 20 a 30 anos, ou seja, o retorno vem em um prazo bem estendido.
Como os prazos são longos, aumentam os riscos de rompimento do acordo entre as partes, pois a conjuntura econômica pode sofrer grandes mudanças em tais períodos. Aí entra o benefício da nova legislação, que passou a proteger melhor as partes ante desejos de rompimento dos acordos.
Por esses motivos, esta modalidade tem se mostrado uma alternativa em alta no mercado imobiliário corporativo.
Imagem: iStock
Os imóveis na planta (ou imóveis de lançamentos) costumam ter preços e condições de pagamento mais acessíveis, e por isso, em tempos de crise, são uma ótima opção para quem quer ter a sua casa própria. Mas eles não servem para quem tem pressa: estes imóveis são entregues vários meses após o negócio ser fechado.
Veja a seguir quais os passos mais importantes na hora de comprar um imóvel na planta:
O que é um imóvel na planta?
É um imóvel que ainda não foi construído, ou seja, está apenas em projeto (na planta). Quando várias pessoas pagam uma entrada por um imóvel desse tipo eles estão financiando a sua construção. Imóveis na planta também são chamados imóveis em lançamento, que é a ocasião em que a incorporadora ou a construtora lançam o empreendimento no mercado em busca de compradores.
Em que lugar comprar um imóvel na planta?
Há muitas e variadas opções de imóveis na planta. Qual delas escolher? Se você quer comprar um imóvel para morar (ou seja, não é um investidor que compra para revendê-lo), um fator que sempre pesa é a localização. Avalie como ficarão os seus deslocamentos ao trabalho ou à casa de familiares. Em geral, as pessoas procuram deslocar-se o mínimo possível, mas nem sempre isso é possível.
Se você é um investidor (e isso também vale para quem vai morar), tenha em conta os seguintes fatores: potencial de valorização do bairro, demanda de público pelo bairro, evolução do preço do metro quadrado nos últimos anos e a oferta de serviços e comodidades no bairro.
Quanto você pode gastar?
Antes de fechar qualquer negócio é preciso ter muito claro quanto você terá de recursos para pagar pelo imóvel. Nunca entre em um empreendimento sem ter uma noção precisa dos seus recursos. Faça a contas e levante quanto você tem de dinheiro guardado e em quais condições seu financiamento bancário foi aprovado. Quando o financiamento estiver confirmado e você tiver tudo contabilizado, será a hora de escolher o imóvel que cabe em seu bolso.
Visite o local em vários horários
Se você pretende morar no bairro do empreendimento, procure visitar o local em vários dias e horários diferentes. Aquela rua tranquila onde está o estande de vendas no domingo pode se tornar um local barulhento durante a semana. Vá ao local também à noite e avalie as condições de segurança do bairro. Confira como é a incidência solar e se o seu imóvel vai receber iluminação direta.
Guarde todos os documentos
Nessas horas é importante resguardar-se de qualquer imprevisto desagradável. Uma maneira é guardar todas as informações publicadas sobre o imóvel. Guarde folhetos, folders, tire fotos da maquete do imóvel e arquive todos os documentos fornecidos pela incorporadora. É muito importante assegurar que o imóvel que vai ser entregue esteja de acordo com o projeto e a publicidade realizada.
Contrato: não fique com nenhuma dúvida
Contratos são documentos desagradáveis de ler, com muitos termos jurídicos e especificações complicadas. Mas você precisa encarar a tarefa e procurar deixar todos os pontos do contrato bem esclarecidos. Pergunte quantas vezes forem necessárias. Não assine um contrato sem ter total conhecimento do que você está se comprometendo.
Imagem: iStock
Em muitos lançamentos de edifícios de apartamentos, as coberturas acabam sendo algumas das primeiras unidades a serem vendidas. Por que isso acontece, mesmo sendo as unidades mais caras de um edifício? Seu custo/benefício explica por que fazem tanto sucesso.
Mais privacidade
Coberturas não têm vizinho acima, o que já é uma fonte de tranquilidade. Além disso, as coberturas costumam ter uma área externa própria, incomum nos demais imóveis do edifício. Muitas têm churrasqueira, piscina e espaço gourmet próprios, e seus moradores não usam as instalações do condomínio. Nelas é mais fácil receber os amigos em um ambiente mais reservado.
Vantagens de um andar alto
As coberturas normalmente possuem áreas externas com vistas mais amplas, que é um atrativo muito desejado. Além disso, as coberturas recebem mais luminosidade, são bem ventiladas e costumam ser menos afetadas pelo ruído da rua, ou seja, são mais silenciosas.
Quem costuma comprar?
Pelos motivos acima, apesar de não haver um perfil específico do comprador deste tipo de imóvel, é comum que seus moradores, em muitos casos, tenham trocado o espaço mais amplo de uma casa por uma cobertura, visando ter mais segurança e privacidade. Coberturas têm, com frequência, plantas diferenciadas em relação aos apartamentos tipos de um edifício, com maior metragem e mais espaço.
Mais caras para comprar e manter
Por todos esses motivos, além de custar mais, as coberturas também têm um custo maior para mantê-las. Os custos do IPTU e do condomínio são mais altos. Como o valor do condomínio vem do rateio com base na fração ideal, por serem maiores, seu condomínio é mais caro.
Imagem: iStock
Na hora de comprar um imóvel, vêm à nossa cabeça muitas dúvidas: comprar um imóvel novo? Comprar um usado? Quais são as vantagens de um usado? E as de um novo? Quais são os cuidados a tomar em cada caso? Leia a seguir um guia básico para facilitar a sua decisão:
O que é um imóvel usado?
É um imóvel que já foi habitado anteriormente. Devido a seu tempo de uso e seu desgaste natural, imóveis usados costumam ser mais baratos que um novo.
O que é um imóvel novo?
Imóvel novo é aquele que está pronto, foi entregue, mas nunca recebeu moradores.
Quais são as vantagens de comprar um imóvel usado?
Além de ter um custo inferior a um imóvel novo, se o imóvel estiver em bom estado e não exigir reformas, você pode ocupá-lo tão logo seja fechado o negócio. Nem todos imóveis novos têm o acabamento instalado, o que exige um período de obras. Além disso, imóveis usados costumam oferecer maior margem de negociação, pois a oferta de imóveis deste tipo é alta.
E quais são as vantagens de um imóvel novo?
Um imóvel novo tem as instalações novas, reduzindo o risco de problemas elétricos, hidráulicos, consertos etc. Tudo está bem novo, salvo os casos de má execução por parte da construtora. Além disso, ao comprar um imóvel novo, normalmente você tem mais margem para personalizá-lo como mais gosta. Imóveis usados têm o acabamento e a decoração escolhida pelo dono antigo. No imóvel novo, você faz tudo do jeito que mais gosta.
E quais são os cuidados a serem tomados ao comprar um imóvel usado?
Preste atenção se toda a sua documentação está em ordem, se não há pendências judiciais ou financeiras. Também é importante avaliar se não há problemas ocultos, pouco visíveis na hora da compra, como trincas, vazamentos etc. Com os devidos cuidados, é possível fazer um bom negócio. Caso o imóvel esteja ocupado, é preciso negociar bem, anteriormente, como será feita a desocupação.
E os cuidados ao comprar um imóvel novo?
Ao escolher um imóvel novo, também é importante checar se toda sua documentação está em dia, se ele tem todas as aprovações da prefeitura e se a obra está em conformidade com o projeto da construtora. Avalie também se a qualidade da construção é satisfatória, bem como os acabamentos executados.
Imagem: iStock
Negociar um imóvel não é uma tarefa simples. Além dos volumes de recursos serem elevados, há uma série de questões burocráticas, envolvendo aspectos jurídicos e financeiros, que exigem a participação de profissionais experientes. Vender um imóvel por conta própria dá muito mais trabalho e há um alto risco de se fazer um péssimo negócio. Veja a seguir quais são esses riscos.
Vender o imóvel a um preço baixo
Avaliar o preço de um imóvel supõe conhecer uma série de aspectos: valor do metro quadrado na região, demanda de clientes pela região, potencial de valorização do local, estado geral do imóvel, itens que o valorizam etc.
Como explica Ricardo Halcsik, gerente da unidade Guanabara da Rede Provectum, corretores de imóveis são profissionais que visitam o imóvel e têm uma boa noção do comportamento do mercado, conseguindo fazer avaliações mais precisas de seu valor. Sem essa visão do especialista, você pode fazer uma avaliação em desacordo com o mercado atual.
Mais demora para vender um imóvel
Anunciar um imóvel em um portal de vendas em geral é uma exposição muito limitada do seu bem. Quando uma corretora como a Rede Provectum anuncia o seu imóvel, sua exposição se multiplica acentuadamente: além de estar presente em um cadastro continuamente visitado por centenas de corretores, ele também é anunciado em outros grandes portais de imóveis.
Sem contar toda a rede de contatos que os corretores costumam compor em sua carreira. Tudo isso acelera o encontro entre quem quer vender e um cliente em potencial.
Riscos de problemas com a documentação
Antes mesmo de anunciar a venda de um imóvel é preciso levantar uma série de documentos e certidões para assegurar que o imóvel não tenha nenhuma pendência jurídica. A lista é extensa e dá muito trabalho obter todos os documentos. Quem vende um imóvel por conta própria pode não ter a paciência ou o conhecimento de obter todas essas certidões. Além do risco de não conseguir legalizar uma eventual pendência.
A Rede Provectum, por outro lado, tem um corpo jurídico para assessorar a obtenção de todos os documentos necessários para uma venda, garantindo que um imóvel anunciado tenha esteja com sua documentação 100% legalizada.
Riscos de calote
Comprar um imóvel é um investimento alto, e quem vende deve se preocupar se o comprador tem realmente condições de arcar com os custos. Quando uma imobiliária intermedia a negociação, existe toda uma preocupação em levantar as condições de crédito do comprador. Procura-se saber se ele já tem crédito bancário aprovado, qual será a forma de pagamento, os prazos etc. Tudo isso consta no contrato de compra e venda.
O vendedor, portanto, irá se sentir mais seguro, pois uma avaliação mais detalhada do perfil do comprador é realizada. Vender um imóvel por conta própria é uma aposta de confiança no interessado. E pode haver risco de assinar um contrato e não receber por ele.
Riscos de ser perder com as mudanças nas regras de financiamento
As regras de financiamento de imóveis mudam com muita frequência. Há momentos em que os limites de financiamento aprovados pelo governo aumentam ou diminuem. Os tetos para o uso do FGTS devem ser obedecidos.
Portanto, é importante contar com especialistas que estejam a par destas constantes variações para auxiliar o comprador de um imóvel. Os corretores são profissionais que estão constantemente informados sobre estas questões, o que facilita o negócio e diminui o risco de calote.
Insegurança
Receber visitas de interessados no imóvel pode ser uma tarefa arriscada. É por isso que uma imobiliária só permite que o imóvel seja visitado com a presença de um corretor, mesmo que um imóvel esteja desocupado, sempre previamente agendado. Quem vende um imóvel por conta própria não tem muito controle de quem entra e quem sai, o que é ruim especialmente quando ainda está morando nele, tornando-se mais vulnerável.
Imagem: iStock
Você quer obter um financiamento imobiliário, mas tem dívidas que impedem alcançar um crédito bancário. Como fazer para livrar-se das dívidas? Leia a seguir algumas dicas para organizar as suas finanças e ter mais estabilidade para investir na compra de um imóvel.
Qual o tamanho da minha dívida?
O primeiro passo é saber qual o montante total das dívidas. Faturas atrasadas, parcelas não pagas, cartão de crédito, cheque especial etc. Pode desanimar conhecer o tamanho do problema, mas sem isso, é muito difícil organizar as finanças para livrar-se deles. Anote tudo em um caderno ou uma planilha e verifique quais são as que geram os maiores juros.
Procure renegociar as dívidas
Os credores também estão interessados em receber a sua parte. Portanto, procure as instituições para renegociar prazos e valores. Tente obter uma renegociação a juros menores. Dialogue com eles para encontrar uma solução vantajosa a todos.
Elimine gastos supérfluos
Quem está endividado precisa controlar muito o consumo de itens supérfluos. Há vários tipos de gastos que podem ser reduzidos ou eliminados, como a compra de roupas de grife, restaurantes, decoração da casa, pacotes caros de TV e internet etc. Procure concentrar seus gastos apenas nos itens essenciais para que sobre mais dinheiro no final do mês para a quitação dos débitos.
Evite as compras parceladas no cartão de crédito
O grande perigo de fazer compras parceladas é que perdemos a noção do quanto estamos pagando por mês no total da fatura. As compras parceladas dão a falsa sensação de que estamos gastando pouco por mês, mas quando todas essas compras parceladas são somadas, o montante mensal cresce muito, e podemos perder o controle dos gastos. Por isso, na dúvida, evite usar o cartão de crédito.
Faça um planejamento financeiro
Controlar as contas é uma tarefa básica que todos nós temos que fazer. Muita gente não gosta, mas isso é inevitável para não perdermos o controle dos gastos. Acompanhe diariamente como está o saldo bancário, quais compras podem ser adiadas, quanto você economizou no dia, faça uma soma de tudo o que gastou no dia e estabeleça um limite diário para os gastos.
Defina metas para sair das dívidas
Procure estabelecer um plano mensal para diminuir aos poucos a dívida. Elas não serão pagas da noite para o dia. Portanto, é preciso um plano de redução mês e a mês, que deve ser acompanhado para se saber se estamos saindo aos poucos do endividamento. Como sempre, vale a regra de acompanhar bem de perto como está o andamento das finanças pessoais.
Imagem: iStock
Na hora de adquirir um imóvel, é importante entender bem quais são esses dois importantes documentos: a escritura e o registro do imóvel. Apenas quando a escritura estiver assinada e devidamente registrada você pode dizer que o imóvel está 100% regularizado em seu nome. Qual a diferença entre eles?
O que é a escritura?
Normalmente, antes da escritura do imóvel ser emitida, o passo inicial é firmar o contrato de compra e venda, que as partes em negociação (vendedor e comprador) assinam. No contrato de compra e venda constam todos os dados da negociação: informações pessoais de ambas as partes, valores, prazos de pagamento, cláusulas de condições etc.
O contrato de compra e venda é um acordo assinado pelas partes para que ambos honrem o combinado. Vale lembrar que, antes de assiná-lo, tudo deve estar muito bem esclarecido e compreendido por ambos. Um contrato assinado sem pleno entendimento pode gerar muitos problemas às partes.
Em seguida, uma vez honrado o contrato com o devido pagamento, é preciso emitir um documento público oficial que vai validar o contrato entre as partes. Esse documento público é a escritura.
Se a compra do imóvel for feita com um pagamento à vista, a escritura é confeccionada em um tabelião de notas, com todas as informações oficialmente registradas.
Mas se o imóvel for financiado por um banco, o contrato de financiamento vai substituir a escritura, sendo assinado um contrato particular com força de escritura pública. Este será levado a registro para constar a alienação junto ao banco. Quando for efetivada a quitação total, deverá ser levado o termo de cancelamento da alienação ao cartório de registro para fazer o devido cancelamento.
O que é o registro do imóvel?
O registro do imóvel é um documento emitido após o recebimento da escritura. Ele é o documento que assegura a transferência de sua posse. No fundo, ele serve para registrar os dados no novo proprietário do imóvel em sua matrícula.
Para sua emissão é necessário reunir vários documentos: a própria escritura, RG, CPF, Certidão de Casamento e/ou nascimento e o comprovante de pagamento do ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis). Eles devem ser levados ao Registro de Imóveis. Cada imóvel tem um cartório específico, conforme a região e comarca.
Esse registro tem um custo, calculado de acordo com a tabela da Arisp. Para o cálculo, prevalece o valor de compra e venda ou o valor venal, o que for maior. O valor venal é o preço estimado pelo governo para o imóvel. Ele é calculado com base na Certidão de Dados Cadastrais do Imóvel.
Com estes dois documentos em mãos (escritura e o registro), o imóvel passa a estar totalmente regularizado no nome do novo proprietário.
Imagem: iStock
O financiamento de imóveis possui uma série de regras e condições que muitas vezes confundem quem está à procura de um financiamento. Tire algumas dúvidas a seguir:
É mais fácil obter financiamento das construtoras ou dos bancos?
Nos imóveis em lançamento, normalmente é mais simples obter um financiamento da respectiva construtora do que de um banco. A construtora irá exigir uma série de documentos prévios antes de aprovar o financiamento. Já o financiamento bancário costuma exigir mais comprovantes e documentos, além de estabelecer um teto de 30% de sua renda familiar como valor máximo para as parcelas e ter o nome limpo no SPC, entre outros.
Sou um profissional autônomo e não tenho contracheque ou holerite. Posso solicitar um financiamento mesmo assim?
Pode sim, desde que você realmente possua condições de arcar com o financiamento. Os bancos irão exigir outras maneiras de você comprovar a sua renda, como contratos de prestação de serviços, recibos de trabalhos, movimentação bancária, declaração do seu Imposto de Renda, uma declaração formal do seu contador, entre outras opções.
É possível financiar 100% do imóvel?
Não. Em geral é exigida uma entrada mínima, que varia conforme a instituição financeira. A Caixa possui um plano de financiamento pelo Minha Casa Minha Vida que exige uma entrada de apenas 10% do valor do imóvel. Instituições privadas costumam exigir entradas maiores.
Quando meu financiamento é aprovado, quanto tempo posso dispor para pagar a primeira parcela?
Normalmente, quando o financiamento é feito por um banco ou instituição financeira, o prazo para o pagamento da primeira parcela é de 30 dias, contado a partir da assinatura do contrato.
Posso usar meu FGTS para amortizar o pagamento do financiamento?
Sim. Do ponto de vista financeiro, é vantajoso reduzir uma dívida. A questão é que você ficará sem um fundo de emergência para eventuais despesas não previstas, como um tratamento repentino de saúde ou uma situação de desemprego. Estude o que vale mais a pena.
Qual forma de financiamento devo escolher: tabela Price ou SAC?
Depende do seu capital disponível. Na tabela Price, os juros são maiores e o valor das parcelas tende a ser crescente; no sistema SAC, a primeira prestação é maior, mas os juros são menores e as prestações ficam mais baratas.
É melhor dar uma boa entrada?
Quanto maior a sua entrada, menos gastos você terá com juros. De acordo com entidades do setor, no Brasil prevalecem casos em que os compradores dão uma entrada de cerca de 35% do valor do imóvel, financiando os 65% restantes. Mas se a entrada puder ser maior, aproveite.
Imagem: iStock
Os imóveis de lançamentos, ou imóveis na planta, como o nome diz, são aqueles ainda não construídos. Assim, um edifício é erguido contando com os pagamentos dos primeiros compradores, até que ele seja concluído e as chaves sejam entregues. Quais são as vantagens de comprar um apartamento assim, ainda na planta?
Investimento
Em muitos casos, um imóvel desse tipo, quando é entregue, ganha valor de mercado em relação ao valor pago pelo comprador. Por isso os imóveis de lançamentos costumam atrair investidores. O imóvel pronto vale mais do que quando ele ainda está em projeto.
E a valorização aumenta quanto maior for o potencial de valorização do metro quadrado no bairro. Comprar um apartamento na planta em um bairro que está recebendo novas ruas, avenidas, estações de metrô, um shopping, por exemplo, pode ser um excelente negócio.
Construção moderna
Quanto mais novos, mais os apartamentos incorporam itens que, há um tempo atrás não eram comuns, mas que, no momento, são desejados. Mais vagas na garagem, uma varanda gourmet (com churrasqueira), instalações para ar-condicionado etc. são itens cada vez mais comuns nos lançamentos, e que não eram muito ofertados no passado.
Menos manutenção
De uma forma geral - salvo exceções -, imóveis novos costumam ter menos problemas de manutenção do que os antigos. As instalações elétricas e hidráulicas são novas e, portanto, têm menos chances de exigir gastos com consertos.
Personalização
Quando um apartamento ainda está na planta você tem mais flexibilidade para definir seus acabamentos - e até mesmo a distribuição dos cômodos. Você pode escolher os tipos de pisos, azulejos, os acabamentos na sala, cozinha e dormitórios, metais e louças etc. Além disso, você também pode definir se aquele terceiro dormitório será mesmo um quarto ou se será um escritório ou um prolongamento da sala de estar, por exemplo. Em imóveis prontos essa flexibilidade não existe.
Facilidade de pagamento
Os imóveis na planta costumam permitir o financiamento direto junto às incorporadoras, ou seja, não exigem financiamento bancário nessa fase do projeto. Em muitos casos, o financiamento junto aos bancos é uma alternativa apenas a partir da entrega do imóvel.
O financiamento direto é mais acessível, são necessários menos documentos e em geral suas taxas são inferiores às dos bancos. Ou seja, é um financiamento mais fácil de ser obtido e custeado. Apenas é preciso ter cuidado com a idoneidade e a segurança da incorporadora: no passado, houve casos de empresas que faliram e os compradores perderam seus recursos. Procure empresas sólidas e confiáveis.
Documentação em dia
Imóveis usados podem enfrentar o risco de ter problemas com a documentação: imóvel em inventário, dívidas atrasadas com tributos e contas, registros incompletos etc. Um imóvel novo tem a documentação toda em ordem e livre de complicações.
Maior procura
No mercado imobiliário, imóveis novos, recém-entregues e não usados, costumam ter maior procura do que aqueles com alguns anos de uso. Por isso, eles costumam ser mais fáceis de ser vendidos, o que é ótimo para quem faz a compra visando o investimento. Imóveis assim são denominados como imóveis de "alta liquidez", pois sua venda pode ser mais rápida.
Facilidade de organização
Ao comprar um imóvel na planta, como ele exige um período de espera até a sua entrega, é possível planejar vários aspectos da nova rotina até que as chaves sejam entregues. É mais fácil planejar o novo colégio das crianças, o transporte até o trabalho, o acesso a serviços no bairro etc. Uma comodidade que não há quando um imóvel pronto é comprado e você precisa se mudar às pressas.
Imagem: iStock
Saiba mais:
O que é financiamento direto?
Definir o valor de um imóvel não é uma tarefa exata. Mas há vários parâmetros que permitem estimar um valor mais preciso. Saiba quais são eles para ter um ideia do quanto vale o seu imóvel.
Um dos fatores mais considerados ao estimar o valor de um imóvel é a sua localização. Imóveis de tamanhos idênticos em bairros diferentes podem ter valores muito distantes devido a isso.
A localização é importante pois ela leva em conta comodidades no dia a dia, como a oferta de serviços no bairro, a proximidade a um parque, a oferta de transporte público ou a boas vias de acesso, proximidade a locais de interesse (como praias, shopping centers etc.), entre outros atrativos. Tudo isso faz com que as pessoas deem valor a um bairro e passem a estar dispostas a pagar por uma propriedade nele.
Esse aumento do interesse e da demanda por uma propriedade em um local faz com que o valor do metro quadrado em determinados locais aumente. Com isso, os imóveis locais ganham valor. Do contrário, bairros onde há desinteresse das pessoas fazem com que a procura caia, assim como seus preços.
Mas o valor de um imóvel não depende apenas de fatores externos. O imóvel em si pode ter diversos aspectos que influenciam em seu valor.
O primeiro deles, naturalmente, é o tamanho. Em geral, quanto maior um imóvel, mais ele vale. Mas há casos em que a metragem não necessariamente faz seu valor subir. Se a planta do imóvel não é boa, ou seja, não possui uma boa distribuição de cômodos e possui espaços desconfortáveis, o imóvel perde valor mesmo que suas dimensões sejam elevadas.
Além da metragem, contribui para o valor do imóvel o tipo de acabamento usado em suas áreas internas e externas. Os tipos de forros, iluminação, pisos, azulejos, revestimentos etc. são tão variáveis em sua qualidade e sofisticação que podem fazer com que um imóvel ganhe muito valor. Sem dúvida, o uso de materiais de qualidade contribui para isso.
Isso se aplica também à parte de marcenaria. Móveis e armários planejados, feitos sob medida e com boa qualidade, também contribuem para tornar o imóvel mais valorizado.
Outro fator importante são os acessórios que equipam o imóvel: luminárias, louças, materiais de pias, metais, sistemas de ar-condicionado, equipamentos eletrônicos de acionamento automático, persianas etc. são itens que também possuem níveis de sofisticação variável e que contribuem para dar mais valor a um imóvel.
Percebe-se que, ainda que dois imóveis estejam em um mesmo bairro e tenham a mesma metragem, seu valor pode variar bastante em virtude dos tipos de acabamento e dos itens de conforto que ele pode oferecer. Mas ainda há outro aspecto relevante: o estado de conservação deles. Este é outro fator a ser ponderado na hora de avaliar um imóvel. Ele pode perder valor caso necessite de reformas e reparos.
Outros fatores que costumam ser considerados na avaliação de um imóvel são estes: vista do imóvel, incidência de sol, oferta de opções de lazer (na casa ou no condomínio), em qual andar está o apartamento (os mais altos costumam ser mais valorizados), vagas na garagem (um item muito apreciado nos dias de hoje), silêncio da vizinhança, entre outros.
Com tantas variáveis, percebe-se a importância de um perito, como o corretor de imóveis, para se definir com mais precisão o quanto um imóvel pode valer. Há muitos sites que fazem avaliações online, mas eles não têm como chegar a tais níveis de detalhamento para especificar o seu valor.
Por isso, conte sempre com o trabalho de um bom corretor. Conte com a Rede Provectum, caso necessite de um especialista.
Imagem: iStock