Na hora de procurar um imóvel para comprar ou alugar, a primeira questão que vem à cabeça é onde ele será localizado. De fato, a localização é um dos fatores mais importantes de um imóvel, pois afeta a sua rotina no dia a dia, e mesmo os seus custos. Veja algumas dicas para escolher o melhor bairro, de acordo com a sua situação.

Deslocamentos
Quanto menores forem os seus deslocamentos diários, maior o ganho de tempo e a economia de recursos. Morar perto do trabalho tem essas vantagens. Mas é preciso também levar em conta os deslocamentos para áreas comerciais (supermercados, padarias, farmácias etc.) e, se for o caso, para as casas de familiares e parentes. Em função disso tudo, tente encontrar o local que facilite toda essa movimentação.

Vale lembrar que nem sempre as proximidades do local de trabalho são regiões atraentes, sejam elas demasiado comerciais (como o Centro) ou industriais. Morar nessas áreas pode ter desvantagens. Você pode optar por um bairro um pouco mais afastado, mas com facilidade de acesso ao trabalho, tanto por transporte público quanto por veículo próprio.

Oferta de serviços
Quem mora em bairros bem servidos de serviços, como padarias, farmácias, academias, supermercados, petshops, postos de gasolina etc., sabe o quanto essas facilidades tornam a vida mais fácil. Se houver um shopping na região, melhor ainda. Contudo, ruas comerciais e shoppings podem trazer transtornos ao trânsito. É possível optar por locais próximos, porém não afetados por esses problemas.

Transporte
Também é importante avaliar como são os acessos ao bairro, a oferta de ruas e avenidas que não sejam demasiado congestionadas e a existência de serviços que provocam engarrafamentos em certos horários (como escolas, faculdades etc.). Isso pode complicar sua logística ao sair ou chegar em casa.

Avalie também como é a rede de transporte público no bairro. Mesmo quem tem veículo próprio pode eventualmente precisar dela. Além disso, visitantes, prestadores de serviços e empregados podem depender do transporte público para chegar à sua casa. Tudo isso convém ser levado em conta.

Vizinhança
Explore as características dos vizinhos. Avalie se o bairro é tranquilo ou agitado. Alguns locais podem ter bares, restaurantes ou casas de shows movimentadas, que tiram a tranquilidade do bairro. Há pessoas que gostam disso tudo, e outras que querem distância. Explore bem o bairro, a pé e com o seu veículo, antes de decidir fazer um negócio.

Converse com os moradores e comerciantes
Antes de decidir comprar um imóvel, uma dica é sempre percorrer a pé o bairro e conversar com outros moradores e comerciantes do local. Eles têm uma percepção muito clara das vantagens e desvantagens do bairro e podem dar opiniões valiosas. Também é bom que isso seja feito em mais de um momento do dia, para saber como é o movimento e o nível de ruído em outros horários.

Segurança
Esta é uma das questões mais importantes, e que pode ser avaliada ao conversar com a vizinhança. Visite o bairro à noite e avalie a sua iluminação. Verifique se há segurança, câmeras instaladas, policiamento etc. Além da sua própria proteção, a segurança é um fator que pode valorizar ou não um imóvel.

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O jardim é um dos espaços mais aconchegantes de uma casa, tanto pela sua beleza quanto pelo conforto térmico que ele proporciona. As plantas, por si só, garantem a sua beleza, mas ela pode ser ampliada com alguns itens estéticos de decoração. E o melhor: eles não precisam ser caros. Confira a seguir algumas dicas para decorar um jardim sem gastar muito.

Onde plantar
Vasos são lindos e há no mercado uma enorme variedade de opções para embelezar o seu jardim. Mas você pode soltar a criatividade e usar suportes de parede, apoios verticais, pneus coloridos, ou qualquer outro objeto estilizado, como jarras, canecas, baldes etc.

Use objetos fora do comum
Já viu escadas antigas serem transformadas em apoios para plantas? E carrinhos de mão? E cestas de vime? Há inúmeras opções e elas podem ser trabalhadas, pintando-as com cores que melhor combinam com o seu espaço. Mais uma vez, vale a criatividade.

Móveis de jardim
Há uma série de móveis que são desenvolvidos especialmente para áreas externas, recebendo o tratamento adequado contra as intempéries. Mesas, cadeiras, sofás, espreguiçadeiras etc. podem ser usadas para complementar o visual do seu jardim e criar um ambiente confortável. Escolha peças aptas a receber sol e chuva na maior parte do seu tempo e aproveite o conforto desses espaços.

Atmosfera relaxante
Para dar um toque de conforto especial, jardins podem ter fontes de água, cujo ruído sempre criar uma atmosfera de relaxamento. Além disso, na hora de escolher os tons das cores da decoração, lembre-se que cores como o bege, tons de cinza, palha, entre outras, são cores suaves e que contribuem para aumentar a sensação de conforto e descanso.

Iluminação de qualidade
Por fim, a iluminação do local desempenha um papel chave. A iluminação não precisa ser exagerada. Ela pode ser concentrada em focos específicos e contar com luminárias elegantes. As de aspecto rústico combinam muito bem com o tom natural das plantas. Você pode dispor de postes, arandelas, luminárias de centro etc., que além de iluminar o local, contribuem para dar um toque de charme e aconchego a esses espaços.

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O aluguel de um imóvel é um processo de várias etapas. Cada qual tem as suas peculiaridades e precisam ser percorridas com muito cuidado. Assim você poderá fazer um ótimo negócio e alugar um imóvel do jeito que você mais gosta, no local de sua preferência. Leia a seguir algumas dessas etapas.

Localização
Esta é a primeira definição na hora de alugar um imóvel. O fator limitante, muitas vezes, são as suas finanças. Se elas permitirem, escolha o bairro de sua preferência. Em geral, quanto mais próximo do seu trabalho, maior a economia de recursos e menor a perda de tempo com deslocamentos. Mas avalie também a oferta de serviços no bairro, como o comércio no entorno, e a sua segurança. Procure conversar com comerciantes e moradores locais para saber das condições do bairro.

Tamanho
Quantos dormitórios são necessários? Quantos moradores virão? Quantas vagas na garagem você precisa? São questões que vão influir na seleção do imóvel naquele bairro que você escolheu. Defina estas questões antes de pesquisar seu imóvel.

Calcule as despesas mensais
Além do valor do aluguel, normalmente também é necessário pagar o condomínio (se houver) e taxas da IPTU, água, luz, gás etc. Em muitos contratos de aluguel estas despesas competem ao inquilino. Não deixe que esse montante supere 20% de sua renda familiar. E preveja reajustes anuais (estime um valor de 10% ao ano).

Conte com um portal de imóveis
A internet é uma aliada na hora de selecionar o seu imóvel. O portal da Rede Provectum, por exemplo, dispõe de mais de 3 mil imóveis para alugar em Campinas e região. Basta inserir as características do imóvel desejado e separar os mais atraentes para serem visitados posteriormente.

Visite vários imóveis
Após escolher alguns imóveis do seu interesse, procure visitar ao menos três deles, para ter uma visão comparativa. Gostou de algum em especial? Visite-o numa segunda ocasião, em um horário diferente do dia. É importante avaliar o nível de ruído em outros horários, a incidência de luz do sol, o comportamento dos vizinhos, o trânsito etc. Se você tem animais, verifique se o condomínio permite a sua presença. Tire o máximo de dúvidas possíveis antes de assinar o contrato de locação.

Garantias financeiras
Os contratos atuais de aluguel costumam exigir, em geral, uma destas três garantias: um fiador (proprietário de um imóvel na mesma cidade que se responsabiliza pelo pagamento dos aluguéis em caso de inadimplência), um seguro-fiança (instituição financeira que garante os pagamentos mensais) ou um depósito-caução (equivalente ao valor de duas ou três mensalidades, restituídas no final do contrato). Defina a melhor opção antes de fechar o negócio.

Contrato
Os contratos de aluguel deve detalhar informações essenciais, como o prazo do aluguel, os valores das mensalidades e seus critérios de reajuste, as despesas que correm por conta do inquilino, as multas e penalidades em caso de descumprimento dos compromissos (por ambas as partes), etc. Confira se todos estes itens essenciais estão presentes no contrato.

Condições do imóvel
O locador tem a obrigação de disponibilizar o imóvel em ótimas condições e isso deve ficar registrado em um laudo. O inquilino, por sua vez, deve fazer bom uso do espaço e devolver o imóvel nas mesmas condições como o recebeu, conforme consta no laudo.

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Ninguém gosta quando um contrato de aluguel precisa ser desfeito. Mas, às vezes, por um motivo de força maior (como uma mudança de emprego e de cidade, por exemplo), é necessário interromper um acordo. Como isso pode ser feito?

Antes de tudo, é preciso que o contrato de aluguel, assinado pelo proprietário e o inquilino, tenham as devidas cláusulas que prevejam esse tipo de situação. Elas devem deixar claro quais são as ações, os procedimentos, os prazos e as multas em caso de antecipação do encerramento do contrato.

A interrupção do contrato normalmente gera a cobrança de uma multa. Ela está prevista na Lei do Inquilinato e deve ser detalhada previamente no contrato.

A legislação também permite que o inquilino encerre o contrato a qualquer momento, desde que pague essa multa. Normalmente ela é proporcional ao tempo que resta no contrato. Ou seja, se restam poucos meses, a multa será menor do que no caso do contrato estar em vigor há pouco tempo.

Contudo, a Lei do Inquilinato prevê uma exceção para o pagamento da multa: se o inquilino comprovar que ele está interrompendo o contrato por conta de uma transferência de localidade por decisão de seu empregador (público ou privado). Nesse caso, ele fica dispensado da multa, mas ele precisa notificar o proprietário com 30 dias de antecedência.

Há casos em que o proprietário pode solicitar um imóvel de volta sem ônus. São as situações de demolição do imóvel, necessidades de reformas determinadas pelo poder público.

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Comprar um imóvel é um sonho que muita gente possui e que pode ser alcançado. Mas é importante ter planejamento e disciplina para organizar as finanças e realizar essa conquista. Confira algumas dicas para manter as finanças sob seu controle e alcançar o objetivo de ter uma casa própria.

Organize seu orçamento
Em primeiro lugar, é importante saber quanto você gasta todos os meses e quanto sobra de suas receitas. Controle as suas finanças. Se for preciso, crie uma planilha que indique a receita total de sua família e todos os gastos. Com isso você terá uma noção do quanto dispõe - ou não - do seu orçamento mensal para investir em um imóvel.

Guarde uma parte de seu salário
Muita gente costuma separar uma parte do que ganha logo que o salário entra na conta, guardando essa verba para a compra do imóvel. Acostume-se a destinar uma parte - ainda que não muito grande - para esse fim. Não deixe para guardar "o que sobra" ao final do mês. Quase sempre não sobra nada. E mantenha esse montante aplicado para render juros. Com o passar do tempo, você logo vai dispor de uma quantia razoável para, ao menos, dar uma boa entrada em um imóvel.

Reduza suas despesas
Na outra ponta, se você tem um objetivo mais elevado, é melhor cortar tudo aquilo que não seja essencial de suas despesas. A soma de vários pequenos cortes resulta em uma boa economia ao final de um mês. Guarde essas sobras em suas aplicações ou poupança.

Controle o uso do cartão de crédito
O cartão de crédito é um instrumento de compra que, quando usado com muita disciplina, pode ser favorável. Mas muita gente não tem essa disciplina e acaba se sufocando com dívidas parceladas no cartão. Fica até difícil, nesses casos, controlar com precisão as finanças pessoais. Se você tem dificuldades em gerenciar o uso do cartão, é melhor não usá-lo. Pague suas despesas com um cartão de débito e evite se complicar com as dívidas.

Descubra a melhor forma de financiamento
Se por um lado você fez a lição de casa e economizou uma quantia razoável, na outra ponta é preciso estudar como será o financiamento do restante do imóvel. Estude as várias opções do mercado (financiamento da Caixa ou de um banco privado, financiamento de uma incorporadora, consórcio etc.), compare as suas taxas e prazos e defina a melhor opção. E não deixe de prever os gastos com taxas e impostos, obrigatórios quando um imóvel é adquirido.

E caso tenha mais dúvidas sobre os passos necessários para adquirir um imóvel, leia mais sobre o tema aqui.

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Os dias quentes do verão levam muitos a sonhar em ter uma piscina em casa. Nada como a comodidade de dar um mergulho a qualquer hora do dia. Se você deseja comprar uma casa com piscina, conheça algumas dicas para fazer a avaliação correta e evitar alguns problemas.

O primeiro cuidado é prestar atenção em seu estado de manutenção. Piscinas são ótimas nos dias quentes do verão, mas requerem cuidados praticamente o ano inteiro. Na hora de escolher um imóvel com piscina, avalie se ela está bem cuidada, com seus revestimentos em bom estado e com a água na coloração correta.

Por sinal, os tipos de revestimento de uma piscina são diversos. Os mais comuns são os em azulejo (piscinas de alvenaria), vinil ou fibra. Estes últimos são materiais mais frágeis que a alvenaria e podem apresentar rachaduras, fissuras ou partes quebradas e remendadas. É preciso checar se esses reparos não estão gerando vazamentos e perdas de água.

Esta questão, por certo, é muito importante, mas não é fácil constatar se há um ponto de vazamento. Em geral, a perda de água é muito lenta. Mas isso pode ser constatado caso sejam visíveis manchas de água nas bordas ao redor da piscina. Verifique se o piso está úmido e se nele há rachaduras e trincas. Estes podem ser sinais que indicam um vazamento.

Outro item que merece uma boa avaliação é o estado de conservação da bomba de sucção e do filtro. Eles são responsáveis por sugar a água para a sua filtragem, devolvendo-a limpa à piscina. Verifique se a bomba funciona corretamente, se o seu manuseio é simples e se o filtro está em bom estado e com durabilidade ainda prolongada. Bombas mal cuidadas podem gerar um custo elevado para o seu conserto, e isso precisa ser bem apurado pelo comprador.

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O período dos vestibulares é uma época em que, normalmente, o mercado de locações de imóveis fica mais aquecido. Em Campinas esse fato é bastante comum, pois a cidade conta com várias universidades e recebe estudantes da região e de outras partes do país. Quais são as dicas para quem vai sair de casa e alugar um imóvel pela primeira vez?

A primeira delas é antecipar a procura, pois a demanda costuma ser alta e as boas ofertas podem ser perdidas. Em geral, a data de anúncio dos aprovados no vestibular é uma ocasião em que a procura aumenta. Se você acredita que tem boas chances de mudar de cidade, é melhor adiantar a busca.

Com a oferta de anúncios na internet, é fácil começar uma pesquisa. Você pode fazer buscas, inicialmente, nos bairros que estão nos arredores ou relativamente próximos à universidade. Essas buscas já permitem ter uma noção dos valores e das distâncias. Separe os imóveis que despertam maior interesse, selecionando opções em bairros distintos.

Outro passo importante para ganhar tempo é ter toda a documentação em dia para agilizar o processo de locação. Em geral, todos dispõem dos documentos essenciais (como RG, CPF etc.). A questão é definir qual será a garantia oferecida. As mais comuns são um fiador, um depósito caução ou um seguro fiança.

O fiador, que é a pessoa que se responsabiliza pelo pagamento das prestações caso o locatário não o faça, deve ter um imóvel quitado em seu nome e comprovar a sua renda. A questão que muitas vezes complica o negócio é a exigência de um fiador na própria cidade. O Código Civil prevê essa possibilidade e é um direito que muitos proprietários de imóveis podem exigir. E exigem.

Caso você não conte com um fiador, uma alternativa é o depósito caução, que é um depósito no valor equivalente a três parcelas do aluguel em uma poupança. Sua desvantagem é ter que dispor de um montante alto de recursos imediatamente.

Uma opção para quem não conta esses valores é o seguro-fiança. Ele corresponde a um seguro que o proprietário pode exigir para evitar ficar sem receber caso o locador não pague as mensalidades (saiba mais detalhes aqui).

Tendo toda a documentação definida, um passo posterior é visitar os imóveis selecionados. Escolha no mínimo três imóveis para visitar. Há clientes que visitam ainda mais do que isso, o que não é ruim.

Em geral, uma conveniência muito desejada é a oferta de móveis. Há imóveis que já são oferecidos com armários planejados ou embutidos nos quartos e na cozinha. Isso dispensa gastos para quem vai alugar. Procure imóveis que disponham de armários, o que é relativamente comum.

Avalie também questões ligadas ao transporte. Verifique a proximidade de linhas de transporte público, para facilitar os deslocamentos. Para quem já dispõe de um veículo, a oferta de garagem própria é um item bastante procurado.

Por fim, na fase de visitas aos imóveis, vale a pena percorrer a pé as imediações do imóvel desejado para avaliar a oferta de serviços, como supermercados, farmácias, padarias etc. Converse com moradores e comerciantes do bairro e procure descobrir quais são as condições de segurança no local. Estes são fatores que têm um peso elevado na hora de decidir pela escolha de um imóvel.

E se precisar, conte com a oferta de imóveis para alugar em Campinas da Rede Provectum. Basta consultar aqui.

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Na hora de comprar um imóvel é preciso prever uma série de despesas complementares ao seu valor, tanto para a regularização dos documentos quanto dos tributos obrigatórios. Um desses impostos é o ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis). Como ele deve ser pago?

O ITBI é um imposto municipal, cobrado em todo território nacional. Cada município tem a sua alíquota. Em Campinas, por exemplo, desde 2014 a incidência é de 2% de imposto sobre o valor venal do imóvel negociado.

Esse imposto sempre é cobrado quando um imóvel é transferido de um proprietário a outro. A exceção são os casos de doação e herança. Nestas situações, não é preciso recolher o ITBI.

O pagamento do ITBI deve ser feito pelo comprador do imóvel. Contudo, há situações em que, no contrato de compra e venda, pode ser feito um acordo pelo qual o vendedor se compromete a fazer o pagamento. Tudo depende da negociação e do acerto. Contudo, se o vendedor não pagá-lo, a Prefeitura fará a cobrança ao cobrador, pois a responsabilidade legal cabe a ele.

O pagamento desse tributo pode ser feito em duas ocasiões, dependendo de como a Prefeitura local define. Em algumas cidades, a taxa é recolhida na ocasião da lavratura da escritura pública. Em outras, na ocasião do registro da escritura.

O que é importante, portanto, é prever esta despesa na hora de fazer um negócio imobiliário. Não deixe que ocorram surpresas em seu orçamento. Em caso de qualquer dúvida, conte com a assessoria de qualquer profissional da Rede Provectum.

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Na hora de comprar um imóvel, especialmente se você paga aluguel, sempre surge esta dúvida: comprar um imóvel novo ou um imóvel em lançamento? Estes últimos, também conhecidos como "imóveis na planta", pois ainda não foram construídos, trazem algumas vantagens e que podem ser valiosas em seu caso.

Na maior parte dos casos, os imóveis em lançamento oferecem condições de pagamento bem atraentes. Um imóvel na planta costuma ser mais barato que um imóvel pronto. Por isso eles atraem os investidores.

De fato, as construtoras costumam oferecer condições de pagamento mais vantajosas do que os financiamentos bancários de imóveis prontos. Você pode pagar à construtora uma parte do valor do imóvel até a entrega das chaves, e após a entrega, quitar ou financiar o resto.

Não é à toa que os lançamentos atraem quem quer comprar o seu primeiro imóvel. Muitos casais que planejam o casamento optam por este tipo de compra, pois eles têm tempo de se planejarem até o imóvel ser entregue.

De certa forma, a compra de um imóvel nunca habitado tem semelhanças com a compra de um carro zero quilômetro. Por não ter sido usado, o imóvel vai apresentar menos problemas de manutenção e conservação e terá menos possibilidades de ter entraves com a documentação, por não ter tido proprietários anteriores.

Além disso, muitos imóveis em lançamentos costumam incorporar características que são tendências desejadas na atualidade, como uma varanda gourmet, mais vagas na garagem, previsão de instalações para ar-condicionado e internet etc.

Outro ponto positivo é a personalização do imóvel ao seu gosto. É comum que imóveis na planta permitam a escolha de ter um dormitório a mais ou mais espaço na sala, a escolha do tipo de pisos e azulejos, acabamentos no interior etc. Imóveis prontos já têm tudo decorado. Pode ser mais econômico, porém está feito ao gosto do proprietário anterior.

Por fim, imóveis em lançamento, quando entregues, costumam apresentar alta valorização. Investidores apostam em imóveis na planta, pois sabem que eles ganham valor na entrega. Esse ganho pode ser superior ao da inflação, oferecendo ganhos reais. Mas é preciso escolher imóveis em locais com alto potencial de negociação, como nos bairros mais procurados, para facilitar o negócio.

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O Natal está próximo e um costume desta época é enfeitar a casa para viver o clima de festa do final do ano. Muita gente se limita a montar uma árvore de Natal, mas é possível usar muitos outros itens de decoração para que toda a casa ganhe um clima natalino, com harmonia e mantendo um tom cristão.

A árvore de Natal é o principal símbolo desta época e sempre obrigatória na decoração. A montagem da árvore remonta a tradições muito antigas do norte da Europa, onde o pinheiro era usado por ser uma árvore mais resistente ao frio, mantendo-se verde mesmo no inverno.

Há muitas opções de árvores de Natal, desde pinheiros naturais a árvores artificiais, dos mais diversos tamanhos. Leve em conta o espaço disponível e escolha uma de tamanho proporcional ao seu espaço. Se você escolher uma árvore natural, procure preservá-la ao final do Natal, seja replantando-a na natureza, seja mantendo-a em um vaso ao longo de todo o ano.

Caso você escolha uma árvore artificial, prefira uma de boa qualidade, apta a durar vários anos. Em seguida, posicione a árvore em um local de destaque, mas que também não atrapalhe a passagem das pessoas e fique sujeita a choques.

Os pisca-piscas sempre são usados para completar não somente a decoração da árvore, mas também de fachadas, sacadas, janelas etc. Escolha a de sua preferência, mas tome alguns cuidados: compre um modelo que tenha a certificação do Inmetro, evite fios desencapados, não os deixe ligados caso não haja ninguém em casa, tome cuidado com crianças e animais (podem se enroscar nos fios) e evite lâmpadas que esquentam, principalmente se estiverem próximas de objetos inflamáveis, plásticos, papéis etc.

Os mesmos cuidados devem ser aplicados às velas. Elas também são comuns e simbolizam a luz do Natal, podendo ser colocadas em vários cantos da casa. Mas tome cuidados semelhantes aos das luzes dos pisca-piscas.

Para quem prefere relembrar o sentido cristão do Natal, montar um presépio é um item obrigatório. No mercado há modelos que podem ser comprados já prontos, mas o presépio também pode ser montado em família e feito por conta própria.

Neste caso, é preciso comprar as imagens dos integrantes, mas o cenário pode ser inventado com muito criatividade: basta haver um espaço plano (como uma mesa) revestida de tecidos para protegê-la, usar um pouco de areia para o solo, ramos de vegetação para as plantas, algumas pedras para a montagem da casinha, um pouco de palha, e pronto.

E se você vai fazer uma decoração especial de toda a casa para o Natal, uma dica é procurar manter a harmonia entre os objetos escolhidos, que podem ser espalhados por vários cômodos. Centros de mesa com detalhes natalinos sempre ficam lindos e são recomendados para quem vai organizar uma ceia de Natal em casa. Guirlandas nas portas e pequenos objetos decorativos podem ser assim espalhados por estantes, aparadores, mesas de canto etc. Dessa forma, sua casa ficará aconchegante e mais alegre para as festas!

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No mercado imobiliário, é muito comum encontrar anúncios de imóveis recém-reformados. Isso é ainda mais frequente entre os imóveis mais antigos, que costumam ser repaginados antes de serem colocados à venda. Vale a pena reformar antes de vender?

Em geral, a resposta é positiva. Uma reforma pode deixar o imóvel com cara de novo e estimular a sua venda. Mas é um erro exagerar na reforma. Mudanças drásticas na planta do imóvel podem custar muito caro e não ter o retorno esperado.

Portanto, reformar é vantajoso quando isso é feito de modo equilibrado e alterando detalhes cruciais, que despertam a atenção de quem está à procura de um imóvel. As paredes do imóvel, por exemplo, devem estar em excelente estado, livres de rachaduras, mofo, trincas, manchas etc. Muita gente tem o costume de pintar as paredes antes de colocar o imóvel à venda. São soluções que facilitam o negócio.

Se o seu imóvel for uma casa, o mesmo deve ser feito na fachada e nos muros. Se tudo estiver muito bem apresentado, com pintura nova e cara de imóvel novo, sem dúvida causará uma ótima impressão inicial em quem visitá-lo. Evite deixar a casa com muros pichados, pintura descascando, telhas quebradas etc.

Caso os pisos e azulejos encontrem-se em mau estado, pode ser conveniente substituí-los. Estes são itens que igualmente chamam a atenção de um visitante. Cozinhas costumam ser áreas comumente reformadas, inclusive com a troca da pia, metais e instalações hidráulicas.

Por outro lado, realizar reformas profundas pode não ser uma solução rentável. Há pessoas que imaginam que quebrar paredes e ampliar a sala, transformar uma cozinha em americana ou converter um quarto em sala de estar podem valorizar um imóvel. Nem sempre.

Tais mudanças podem não agradar um potencial comprador. Muitas vezes, é melhor deixar a estrutura como está e deixar por conta do futuro morador eventuais reformas. Construir uma edícula ou uma nova garagem podem ser mudanças de custo muito elevado, que não necessariamente vão satisfazer um cliente para seu imóvel.

Mudar a planta do imóvel, por exemplo, não vale a pena mesmo. Além da complexidade da realização de obras que afetam a estrutura do imóvel, há também uma série de questões legais que precisam ser atualizadas após reformas deste tipo. Muita dor de cabeça para um retorno que pode não ser o esperado.

Portanto, a dica é realizar reformas pontuais e de aspectos essenciais da estética do imóvel. Assim você não gasta muito e tem mais chances de conseguir negociar por um valor superior o seu imóvel.

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Quer alugar um imóvel? A legislação brasileira prevê que um destes três tipos de garantias seja apresentado por um candidato a inquilino: um depósito-caução, um fiador ou um seguro fiança.

Destas três possibilidades, o seguro fiança é escolhido nos casos em que a pessoa não dispõe de recursos para um depósito-caução ou não possui (ou não quer) contar com algum parente, familiar ou amigo que se ofereça a ser o fiador do negócio.

No caso do seguro fiança, antes de mais nada é preciso checar se o locador está disposto a aceitá-lo como uma forma de garantia. Depois, é preciso procurar uma seguradora para checar qual a documentação e os custos de um seguro fiança.

Como ele funciona? O seguro fiança garante ao locador (proprietário) o pagamento das mensalidades em caso de inadimplência do inquilino. Este, por sua vez, precisa arcar com o valor do seguro, cujo pagamento, em geral, pode ser parcelado mês a mês.

A cobertura do seguro fiança garante ao locador não somente o pagamento das mensalidades como também o das multas que cabem ao inquilino inadimplente. Em alguns casos, caso isso seja contratado no plano, é possível estender a cobertura aos pagamentos do condomínio, IPTU, água, luz e gás canalizado, e até mesmo a danos ao imóvel e multas por rescisão contratual.

A contratação do seguro requer a apresentação de uma série de documentos exigidos pela seguradora. Em termos de custos, em geral, o valor anual do seguro (que, como foi dito, pode ser pago de forma parcelada) corresponde a pouco mais que o valor de uma mensalidade do aluguel.

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Credenciada de Plantão:
  • Rede Provectum - das 09h às 18h
    Rua Ary Barroso, 347 - Taquaral - Campinas/SP/SP
    (19) 99626‑4425
  • Realize 43.954-J
    Das 9h às 17h30
    Rua Lions Club, 66 - Vila Nova - Campinas/SP
    (19) 3167-0627
  • Valinhos  36.364-J 
    Das 9h às 18h
    Avenida Dom Nery 831 - Vila Embaré - Valinhos/SP
    (19) 3829-7999
  • Taquaral CRECI: 10.179-J
     Das 9h às 18h
    Rua Ary Barroso 347 - Taquaral - Campinas/SP
    (19) 3112-1500
  • Proença 28.254-J 
     Das 9h às 17h
    Avenida Monte Castelo 365 - Proença - Campinas/SP
    (19) 2511-4111
  • Parque Industrial 28.854-J
    Das 9h às 18h
    Rua Francisco Antonio Pinto 20 - Parque Industrial - Campinas/SP
    (19) 3327-1730
  • Nova Europa 25.116-J
     Das 9h às 18h
    Avenida Santa Bárbara do Rio Pardo 570 - Nova Europa - Campinas/SP
    (19) 2514-1659
  • Conceito 29.624-J 
    Das 9h às 18h
    Rua Ary Barroso, 347 - Taquaral - Campinas/SP
    (19) 3020-0422
  • Castelo I 37.153-J
     Das 9h às 18h
    Avenida Doutor Alberto Sarmento 1021 - Castelo - Campinas/SP
    (19) 3367-1321
  • Castelo III 37.200-J 
    Das 9h às 18h
    Avenida Doutor Alberto Sarmento 1021 - Castelo - Campinas/SP
    (19) 3303-3000
  • Paulínia 47.012-J
    Das 08:30h às 17:30h
    Av. Argentina, 160 - Jardim América - Paulínia/SP
    (19) 3844-4272 / (19) 97402-1356
  • Cambuí 37.153-J
    Das 08:30h às 17:30h
    Endereço: Rua Ary Barroso, 347 - Taquaral / 13076-110 - Campinas/SP
    (19) 3367-1321 / (19) 98381-3807
Administração de Locação
Das 9h às 17h30
Tel: (19) 2514-4000
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