Fonte: Estadao.com.br

SÃO PAULO - O Brasil já é considerado o 2º melhor país para investir em imóveis comerciais, mostra uma pesquisa Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis (Afire, em inglês). O País subiu duas posições e passou a China, que agora ocupa o 3º lugar. O topo da lista é ocupado pelos Estados Unidos.
Segundo o levantamento, 18,6% dos entrevistados acreditam que o País abriga as melhores oportunidades para empregar capital em empreendimentos comerciais. Na avaliação dos empresários, o bom momento econômico do País deve manter essa tendência de valorização.
O aumento dos preços dos imóveis comerciais ocorre desde 2005, chegando a cerca de 75% nos principais bairros de São Paulo e do Rio de Janeiro. No período, a capital paulista subiu da vigésima sexta melhor cidade do mundo para se investir para a quarta posição em 2012.
Vale a ressalva que, se do lado dos investidores do mercado imobiliário o movimento é favorável, na outra ponta a explosão dos preços aumenta o custo de alocação das empresas.

Fonte: Info Money

SÃO PAULO – A inflação medida pelo IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) acelerou e encerrou a terceira semana de março em 0,51%. O resultado é 0,04 ponto percentual maior que o registrado na semana anterior, terminada no dia 15 de março, que foi de 0,47%.
O índice, calculado pela FGV (Fundação Getulio Vargas) e divulgado nesta sexta-feira (23), refletiu as variações nos preços do grupo Habitação, que passou de 0,89% para 1,02%.
No grupo, a aceleração partiu dos itens empregada doméstica mensalista (4,10% para 4,93%), aluguel residencial (0,74% para 0,95%), taxa de água e esgoto residencial (1,26% para1,85%) e condomínio residencial (1,01% para 1,09%).
Outros grupos

Os grupos Alimentação (0,43% para 0,52%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,52% para 0,60%), Educação, Leitura e Recreação (0,24% para 0,28%) e Despesas Diversas (0,06% para 0,12%) também contribuíram para a aceleração da inflação semanal.
Nestes casos, os resultados refletem, respectivamente, a variação nos preços das carnes bovinas (-3,09% para -2,06%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,43% para 0,89%), show musical (0,09% para 1,77%) e serviço religioso e funerário (0,16% para 0,58%).
Por conta dos resultados apurados nos itens tarifa de ônibus urbano (0,45% para 0,26%), tarifa de telefone residencial (-0,69% para -1%) e roupas (0,34% para 0,27%), nesta ordem, os grupos Transportes, Comunicação e Vestuário apresentaram movimento contrário no período, conforme é possível verificar na tabela a seguir:

Fonte: Info Money

SÃO PAULO - Com a temporada de declaração do Imposto de Renda 2012, é comum que as pessoas físicas tenham algumas dúvidas de como declarar alguns bens, principalmente os imóveis.
De acordo com a Amspa (Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências), esclarecer alguns detalhes importantes podem ajudar a evitar problemas futuros com a declaração.
Sem dúvidasEntre as dúvidas mais frequentes estão: o valor a ser declarado, como declarar um imóvel comprado com recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e imóveis herdados.
Para ajudar a sanar essas dúvidas, o advogado e assessor jurídico da Amspa, João Bosco Brito, separou as perguntas mais frequentes e as respondeu. Confira:
Na compra do imóvel em 2011 como declará-lo no Imposto de Renda?
João Bosco Brito: Todas as aquisições de imóveis em 2011 devem constar da declaração do Imposto de Renda. Na “Declaração de Bens e Direitos”, o mutuário deve incluir todos os detalhes sobre a propriedade, como endereço, metragem, entre outros e informar apenas o valor pago no ano vigente. Mas se o bem foi adquirido nos anos anteriores, basta importar a declaração antiga.
Também não deve esquecer-se de informar o quanto pagou, no ano de 2011, de parcelas e prestações na compra do imóvel financiado e indicar o(s) credor(es) com o CNPJ e o saldo devedor. São informações valiosas para demonstrar que o imóvel não foi comprado à vista o que geraria no aparecimento de rendimento bem maior.
Qual valor deve ser declarado para o imóvel?

JBB: Se o imóvel foi adquirido após 1988, os custos de acréscimos da obra deverão constar da declaração, ou seja, reformas de ampliação da casa e benfeitorias dentro imóvel, juntamente com preço da propriedade é o que consta da escritura. Esses dados devem ser inserido na coluna “Discriminação”. É importante descrever a reforma e o valor gasto, como também guardar todos os recibos e notas fiscais por cinco anos, para a comprovação do custo da obra. Sempre observando que esses valores declarados devem estar dentro do limite das “rendas líquidas” dos anos anteriores e do ano-base.
Para os imóveis adquiridos a partir de janeiro de 1996, o aconselhável é utilizar como referência os dados da escritura na “Declaração de Bens e Direitos”.
Como proceder se houve a utilização do FGTS para quitar ou comprar um imóvel?

JBB: Nos casos da utilização do FGTS, seja para quitar ou comprar a casa, o valor deve ser colocado em “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”. Como também deve ser deduzido na ficha “Bens e Direitos”. É necessária a sua inclusão para a comprovação do aumento do patrimônio do contribuinte.

Se uma pessoa física vendeu uma casa, mas não conseguiu comprar outro imóvel no prazo de 180 dias, como deve ser feita a declaração?

JBB: Na declaração do IR, essas informações devem ser especificadas no campo “Ganhos de Capital”. Na ficha deverá conter o valor da venda, o nome do comprador e a data da transação, além do valor do bem informado na declaração anterior para calcular o ganho efetivo. Se a venda tiver ocorrido antes período de 180 dias, o contribuinte ficará isento de imposto pela transação. Caso contrário, deverá recolher o imposto acrescido da taxa Selic e 1% de juros de mora. Também está incluso na declaração, se o valor do imóvel comercializado for superior a R$ 440 mil, com isso será acrescido alíquota de 15%. Além disso, se houver lucro na venda e o dinheiro ganho com a transação não for utilizado para comprar de um novo imóvel haverá incidência do IR.
Como proceder quando o saldo devedor do financiamento do imóvel for quitado em decorrência de invalidez permanente ou falecimento do mutuário?
JBB: O valor não deve ser tributado no Imposto de Renda já que no contrato na compra da propriedade estão garantidos tanto os seguros “Morte e Invalidez Permanente” (MIP) como o de “Danos Físicos ao Imóvel” (DFI). Para isso informe na ficha “Rendimentos Isentos e Não-Tributáveis” o valor pago da apólice pela seguradora. Já na ficha “Bens e Direitos” deve constar o valor somado do saldo anterior das parcelas quitadas ao do saldo devedor pago pela seguradora.
Caso a pessoa física tenha comprado o imóvel por meio do contrato particular ou de gaveta, como a transação deve ser declarada?

JBB: Esse tipo de contrato é válido para comprovar a aquisição. Junte o valor do contrato na “Declaração de Bens e Direitos”, inclusive do imóvel comprado na planta.
De que modo fazer a declaração do IR de imóveis comprados por meio de consórcio?

JBB: Para fazer a declaração do IR de imóveis adquiridos por meio de consórcio há duas formas: se a propriedade foi contemplada em 2011 deve-se inserir os dados no código 95 da “Ficha Bens e Direitos”. Nela deve ser discriminar o bem recebido, seus dados e do consórcio. Se não for contemplado, mesmo assim o contribuinte deverá informar à Receita o valor investido no consórcio.
Como declarar bens recebidos por herança?

JBB: Nessas situações, a declaração deve ser feita em nome da pessoa falecida, utilizando os dados da última declaração realizada por ela, ou indicar o valor que está na partilha. Também devem ser informados os dados e a forma de aquisição da propriedade, além de indicar a parte que cabe a cada um dos familiares na partilha. Essas informações devem constar na coluna “Discriminação”.
Tenho um imóvel próprio, já registrado em cartório, e não posso comprar outro utilizando o FGTS. Mas uma vez comprado um novo imóvel financiado, eu posso, depois de vender o imóvel anterior, usar o fundo de garantia para abater parte da dívida do novo imóvel adquirido? Note que no segundo momento eu volto à condição de ter somente um imóvel em meu nome.
Resposta de Marcelo Prata*
Sim, você pode. Para isso, será necessário comprovar a venda do primeiro imóvel. Essa comprovação é realizada quando você for solicitar o saque do FGTS para a amortização do financiamento. O documento que comprova isso é a certidão de matrícula atualizada (emitida pelo Cartório de Registro de Imóveis) onde consta o registro da venda.
Vale lembrar que não possuir um imóvel para moradia na mesma cidade, na região metropolitana ou nas cidades limítrofes é apenas uma das exigências para utilização dos recursos do FGTS, mas há outras como, por exemplo:
1 - Possuir três anos de trabalho sob o regime do FGTS, somando-se os períodos trabalhados, consecutivos ou não, na mesma ou em diferentes empresas;
2 - O valor do imóvel não pode ser superior ao limite do SFH (Sistema Financeiro da Habitação), que é de 500.000 reais;
3 - O imóvel deve localizar-se na mesma cidade onde você trabalha ou onde reside há mais de um ano, nos municípios limítrofes a ele ou integrantes da mesma região metropolitana.
*Marcelo Prata é presidente da Associação Brasileira dos Corretores de Empréstimo e Financiamento Imobiliário (Abracefi)
Um estudo feito pelo professor universitário Luiz Marins para a Provectum Imóveis nos releva um dado bastante importante sobre a economia regional. Hoje, os 19 municípios que integram a Região Metropolitana de Campinas (RMC) somam um Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 32,258 milhões. Mas o mais importante é que este valor coloca nossa região, se ela fosse um país, como o 77º PIB do mundo dentre as 192 nações reconhecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU). Somente toda a riqueza que é gerada pela cidade de Campinas a colocaria na 106ª posição se fosse um país independente, à frente de muitos países.
Portanto, você que pretende comprar, alugar ou fazer negócios na região, fique atento a estes números interessantes. Eles mostram o verdadeiro potencial que temos no mercado mundial.

Fonte: Imóvel Web

São Paulo - Em casas com crianças ou animais de estimação, não há tapete que fique ileso de manchas. Quem adora reunir os amigos ou familiares em casa sabe também que as peças são as principais vítimas de acidentes: tem sempre alguém que derruba algo no chão, bem em cima do tapete ou carpete que acabou de voltar da lavanderia, como prega a lei de Murphy.
Manter tapetes e carpetes limpos é fundamental para evitar ácaros e outros microorganismos que podem causar doenças alérgicas em sua família. Sem contar que tapetes e carpetes manchados estragam a decoração da sua casa. Para que você tire de letra essa tarefa, confira 5 dicas para que você não tenha que recorrer à lavanderia toda vez:
1- Conservação: Para conservar o tapete, o ideal é limpar todos os dias com o aspirador. A sujeira e poeira trazidas pelos sapatos podem encardir o produto sem que você perceba esta evolução gradual. Se você não conseguir tanto zelo, três vezes por semana é o suficiente. Máquinas de limpeza a vapor também podem ser usadas, entretanto, elas precisam ser mantidas a uma certa distância para não destruir ou derreter os fios. Já vassouras, esfregões e escovas não são recomendados, pois eles desfazem os fios se aplicados com intensidade.
2- Manchas: Se o problema for manchas, primeiro, você precisa tirar o excesso da substância derramada com um pano limpo o mais rapidamente possível. Qualquer produto aplicado deve ser testado antes para evitar o risco de desbotar ou de manchar a peça. Geralmente, quando se mistura um litro de água morna, uma colher de sabão em pó e uma colher de vinagre, a solução resolve o problema, mas ela não deve ser usada em sisal e jutas.
Em peças de couro, passe apenas sabão de coco e um pouco de água. Alguns especialistas recomendam também uma gota de detergente no litro de água aplicada com pano limpo. Também existem nos supermercados vários produtos elaborados especificamente para este fim. São ideais, pois foram desenvolvidos e testados para tirar manchas.
3- Pequenos estragos: Se o problema é de outra natureza, como queimadura de cigarro, a dica é não cortar as pontas do material para não aumentar o estrago - pegue uma lixa fina de parede e passe no tapete. Se cair chiclete, utilize gelo para endurecer a goma e retirá-la com mais facilidade.
4- Secagem: Nunca pendure o tapete diretamente no sol. A alta temperatura pode danificar o produto. Para secá-lo, o ideal é deixá-lo à sombra de cabeça para baixo, de forma que só o avesso fique diretamente exposto.
5- Substâncias perigosas: Apesar de a solução de vinagre em água e sabão ser eficiente para tirar muitas manchas, preste atenção às proporções, pois a acidez do produto pode descolorir a peça. Cuidado também ao usar alvejante, que pode provocar manchas irreversíveis.

Fonte: Circe Bonatelli, da Agência Estado

SÃO PAULO - O preço dos imóveis continuará subindo em 2012, mas em um ritmo menor se comparado ao dos últimos anos, reiterou o presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Cláudio Bernardes. "Teremos um crescimento mais próximo da inflação", disse. A previsão está em linha com as estimativas feitas nos últimos meses pela entidade, diante da redução no número de imóveis novos vendidos em São Paulo em 2011 e estabilidade no volume de lançamentos.
Pelas projeções do Secovi, o custo da construção continuará aumentando ao longo deste ano, puxado principalmente pela alta dos preços da mão de obra e dos terrenos. A instituição também reclama da lentidão do processo de licenciamento junto aos órgãos públicos, que estende os prazos da construção, gerando aumento de custos para a obra.
Em relação aos atrasos na entrega de empreendimentos, Bernardes estima que ocorrerá um processo de normalização. "Os atrasos remanescentes se referem às obras iniciadas durante o pico de lançamentos, em 2008", disse.

Fonte: Chrystiane Silva (chsilva@brasileconomico.com.br)

E não é só o valor dos imóveis que está em alta. O gasto com mudanças também vem subindo. Em fevereiro, segundo o IBGE, o aumento médio foi de 4,93%, chegando a 34,9% em 12 meses.

A inflação caiu e ficou em 0,45% em fevereiro, mas o índice poderia ter ficado ainda menor se os preços dos serviços também tivessem caído. Não foi o que aconteceu.
Os gastos com cursos regulares subiram 6,93% no mês passado, o que é natural no período em que começam as aulas. A surpresa foi o aumento das despesas com os serviços de mudança, que subiram em média 4,93%no mês e refletem o bom momento do setor imobiliário.
O sonho da casa própria está mais perto para muita gente. Neste ano, a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) estima um crescimento de 30% nos financiamentos imobiliários. No ano passado, foram emprestados R$ 79,9 bilhões, recorde histórico.
A gerente-comercial Vanda Rodrigues, que no ano passado mudou de apartamento, sentiu na pele a elevação dos custos de mudança.
"Os valores estão realmente muito altos. Paguei quase R$ 2 mil para a transportadora fazer minha mudança. Isso porque eu mesma embalei tudo, senão ficaria cerca de 20% mais caro", conta ela, que se mudou do Tatuapé para a Mooca - bairros da zona leste da cidade de São Paulo.
Em 12 meses, até fevereiro, as mudanças ficaram em média 34,9% mais caras.
Outros serviços também subiram como os gastos com motel, que aumentaram 3,16%; as despesas com clubes, que subiram 3,09%. Já os gastos com aluguel de veículos tiveram alta de 2,66% e quem tem empregada doméstica mensal ou diarista sabe bem que elas estão cobrando cada vez mais caro.
Só em fevereiro, o aumento foi de 1,78%. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e mostraram que a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) está em 1,01% ao ano e já chega a 5,85% nos últimos 12 meses.
Por enquanto, não há sinais de que os preços dos serviços possam ser reduzidos.
Ao contrário dos bens comercializáveis como carros, roupas e alimentos, que podem ser substituídos por produtos importados ou trocados de acordo com a safra, os serviços só são oferecidos e consumidos no país. "O Brasil está ficando caro antes de ficar rico", diz Júlio Gomes de Almeida, economista do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).
Não é apenas o consumidor que sofre com a alta dos preços do setor, a indústria também, já que precisa contratar serviços de logística, construção, instalação elétrica e manutenção, por exemplo.
Diante do fraco desempenho da produção industrial no começo deste ano, que teve queda de 2,1% em janeiro, os empresários vão ficar de olho na divulgação dos próximos índices de inflação. A expectativa é que ele encerre o ano em 4,5%.

Rodovia proposta pela Rota das Bandeiras prevê ligação do anel viário com o km 115 da Anhanguera

Fonte: Maria Teresa Costa (AGÊNCIA ANHANGUERA)

Vista aérea do Trevo de Sousas, onde começa o Anel Viário Magalhães Teixeira e onde também vai começar a nova rodovia que fará a ligação com a Via Anhanguera, próximo a Sumaré: conclusão em 2017

(Foto: Flavio Grieger/28mar2010/AAN) 
 
A concessionária Rota das Bandeiras prevê um investimento de R$ 790 milhões na implantação de uma alternativa de tráfego para eliminar os constantes congestionamentos da Rodovia D. Pedro I (SP- 65), no trecho urbano de Campinas.
O projeto de construção de uma nova estrada, que vem sendo chamada de Contorno Norte, foi protocolado na Agência Reguladora de Transportes (Artesp) em dezembro e apresentado nesta sexta-feira (9) aos deputados da região. Se aprovado pela agência, o contorno, com início no Anel Viário Magalhães Teixeira (SP-83) e término no Km 115 da Anhanguera (SP- 330), será feito em três etapas, com início em 2013 e término em 2017.
A implantação dessa estrada irá tirar, segundo cálculos da concessionária, 50 mil veículos por dia do trecho urbano da Rodovia D. Pedro I dentro de Campinas. A proposta mostrada a nove deputados e ao presidente do Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Campinas (RMC), Hamilton Bernardes Jr. (PSB), teve alterações em relação ao traçado que vinha sendo trabalhado pela concessionária.
A principal delas é que o Contorno Norte não irá mais se ligar diretamente à Rodovia Luiz de Queiroz (SP- 304), mas chegará no Km 115 da Anhanguera, em Sumaré, pouco antes do pedágio.
O presidente da Rota das Bandeiras, Luiz César Costa, não atendeu a imprensa, mas deputados que participaram do encontro informaram que a alteração visou evitar problemas com a concessionária da Anhanguera. Mantido o projeto original, a nova estrada iria impactar significativamente o pedágio existente em Sumaré, comprometendo o equilíbrio financeiro da concessionária AutoBAn.
A Artesp informou que ainda analisa o projeto que prevê um contorno com 39 quilômetros de extensão, em forma de U. Ele sairá do entroncamento da Rodovia D. Pedro I com o anel viário, seguirá margeando essa rodovia e vai cruzar com a Adhemar de Barros e com a Zeferino Vaz, entre os Km 23 e Km 24, preservando a Mata de Santa Genebra, e irá se conectar à Anhanguera no Km 115.
O principal atributo dessa estrada será tirar o transporte de cargas perigosas do perímetro urbano de Campinas, já que propiciará aos caminhões que se dirigem à Refinaria de Paulínia (Replan) uma alternativa de rota.
A Rodovia D. Pedro I já está saturada no trecho dentro de Campinas. Por ali passam 125 mil veículos por dia e a construção de uma alternativa, segundo deputados que participaram do café da manhã, vai potencializar os investimentos previstos na região, uma vez que irá eliminar um dos principais gargalos a esse desenvolvimento, que é o pesado trânsito nas estradas.
Sem essa alternativa, em pouco tempo a D. Pedro I vai parar, principalmente levando-se em consideração os investimentos que já estão previstos e que são grandes polos geradores de tráfego, como a ampliação de Viracopos, o polo Santander, a ampliação da Replan, a modernização do Porto de São Sebastião e a ampliação da Hidrovia Tietê-Paraná.
Sem contar a capacidade, hoje ociosa, do Terminal Intermodal de Cargas (TIC) que deverá ser ampliada. No TIC, com 80 empresas instaladas, há um fluxo de 4 mil veículos por dia.
Para a construção da estrada, a Rota das Bandeiras precisará reprogramar os investimentos previstos nos 30 anos de concessão de forma a ter recursos antecipados. Além disso, a viabilidade do empreendimento estará também na arrecadação de pedágio — ela será com cobrança ponto a ponto. A estimativa é de um custo de pedágio de R$ 1,16 no trecho de 34 quilômetros.
A concessionária prevê concluir o primeiro trecho em setembro de 2014.
BRASÍLIA – A presidente Dilma Rousseff assinou nesta quinta-feira, Dia Internacional da Mulher, Medida Provisória que dará preferência de propriedade às mulheres beneficiárias do programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida”.

A decisão será anunciada em pronunciamento em cadeia de rádio e televisão, que vai ao ar às 18h50, em homenagem à data. A MP deve ser publicada ainda hoje em edição extraordinária do “Diário Oficial da União”.

O texto prevê que, quando houver divórcio ou dissolução de união civil estável, a casa financiada pelo programa ficará com a mulher. A medida valerá somente para a faixa mais baixa do programa habitacional, destinada a pessoas com renda familiar de até três salários mínimos.

A propriedade somente ficará com o homem se o casal tiver filhos e o pai detiver a guarda exclusiva das crianças.

(Yvna Sousa | Valor)

Pergunta do internauta: Li em uma matéria de EXAME.com que ao declarar imóveis que sofreram reformas, os dados e valores das benfeitorias devem ser preenchidos no campo “Discriminação” junto com as demais informações sobre o imóvel. A coluna do ano anterior deve mostrar o valor do imóvel antes das reformas e a coluna do ano seguinte deve apontar o acréscimo ganho com as benfeitorias.

Acontece que em declarações anteriores, eu sempre repeti o valor do imóvel, somente acrescentado a ele as parcelas pagas pelo financiamento. Eu acrescentava as benfeitorias feitas ano a ano em outro item, sem somá-las ao valor do imóvel no item de Bens e Direitos. Isso desde 2006, quando o imóvel foi comprado. A casa foi quitada em 2010. Seria o caso de fazer retificação das declarações de IR anteriores, acrescentando o valor da benfeitoria ao valor do imóvel em Bens e Direitos?

Resposta de Eliana Lopes*:
O contribuinte pode somar as despesas com benfeitorias ao valor pago do imóvel para determinar o custo de aquisição, desde que tenha todos os comprovantes dos gastos com material e mão-de-obra.

Como o valor das benfeitorias já constam na sua declaração de rendimentos, na relação de bens e direitos, não acho necessário fazer a retificação das declarações dos anos anteriores. Recomendo que, na entrega da declaração deste ano, você faça a correção. Ou seja, coloque os dois itens (imóvel e benfeitorias) em um item só. Na discriminação, deixar os dados do imóvel, juntamente com a discriminação das benfeitorias, e somar os valores dos saldos nas duas colunas.

*Eliana Lopes é coordenadora de IR de Pessoa Física da H&R Block no Brasil. A H&R é a maior empresa de declaração de IR dos Estados Unidos e acaba de chegar ao Brasil. Também atua no Canadá e na Austrália.

Fonte: Exame.com
Nesta terça-feira, dia 06, o diretor da Provectum Imóveis, Luiz Bueno, concedeu entrevista para o Programa Em Pauta, transmitido pelo Canal 8 (Net), que deverá ir ao ar no final deste mês.
No Programa, Bueno falou sobre o momento atual do mercado imobiliário de Campinas, afetado diretamente pela crise política iniciada no ano passado. Otimista, ele disse que espera uma recuperação do setor na Região Metropolitana de Campinas (RMC) a partir deste ano, com a retomada dos investimentos em novos lançamentos.
Outro ponto focado pelo diretor da Provectum, que está completando em 2012 25 no mercado regional, foi o impacto que a privatização do Aeroporto Internacional de Viracopos trará para a economia da região nos próximos anos, principalmente no setor imobiliário. Ele acredita que este fato impulsionará os investimentos do setor habitacional, principalmente para as classes C e D, que deverão ser beneficiados com mais lançamentos habitacionais.
Ainda durante a gravação do programa, Bueno comentou sobre a região da cidade de Campinas que ele acredita que mais deverá ser beneficiada nos próximos anos com lançamentos. Para ele, o foco das construtoras deverá se manter no eixo da Rodovia D. Pedro I, onde acredita que novos condomínios residenciais para a classe de maior poder aquisitivo será a grande beneficiada.
Acompanhe a entrevista no próximo dia 28.
Credenciada de Plantão:
  • Rede Provectum - das 09h às 18h
    Rua Ary Barroso, 347 - Taquaral - Campinas/SP/SP
    (19) 99626‑4425
  • Realize 43.954-J
    Das 9h às 17h30
    Rua Lions Club, 66 - Vila Nova - Campinas/SP
    (19) 3167-0627
  • Valinhos  36.364-J 
    Das 9h às 18h
    Avenida Dom Nery 831 - Vila Embaré - Valinhos/SP
    (19) 3829-7999
  • Taquaral CRECI: 10.179-J
     Das 9h às 18h
    Rua Ary Barroso 347 - Taquaral - Campinas/SP
    (19) 3112-1500
  • Proença 28.254-J 
     Das 9h às 17h
    Avenida Monte Castelo 365 - Proença - Campinas/SP
    (19) 2511-4111
  • Parque Industrial 28.854-J
    Das 9h às 18h
    Rua Francisco Antonio Pinto 20 - Parque Industrial - Campinas/SP
    (19) 3327-1730
  • Nova Europa 25.116-J
     Das 9h às 18h
    Avenida Santa Bárbara do Rio Pardo 570 - Nova Europa - Campinas/SP
    (19) 2514-1659
  • Conceito 29.624-J 
    Das 9h às 18h
    Rua Ary Barroso, 347 - Taquaral - Campinas/SP
    (19) 3020-0422
  • Castelo I 37.153-J
     Das 9h às 18h
    Avenida Doutor Alberto Sarmento 1021 - Castelo - Campinas/SP
    (19) 3367-1321
  • Castelo III 37.200-J 
    Das 9h às 18h
    Avenida Doutor Alberto Sarmento 1021 - Castelo - Campinas/SP
    (19) 3303-3000
  • Paulínia 47.012-J
    Das 08:30h às 17:30h
    Av. Argentina, 160 - Jardim América - Paulínia/SP
    (19) 3844-4272 / (19) 97402-1356
  • Cambuí 37.153-J
    Das 08:30h às 17:30h
    Endereço: Rua Ary Barroso, 347 - Taquaral / 13076-110 - Campinas/SP
    (19) 3367-1321 / (19) 98381-3807
Administração de Locação
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