Ao alugar um apartamento ou casa, os inquilinos, na grande maioria, não conhece as regras básicas que devem ser cumpridas, assim como aquelas que o proprietário do imóvel deverá cumprir. Essa conjunto de normas são conhecidas como Lei do Inquilinato ou Lei 8.245, que devem ser respeitadas mesmo que seu aluguel tenha sido feito de forma informal.
No artigo de hoje, vamos explicar quais são os direitos e deveres previstos por essa lei. Continue a leitura e fique por dentro de tudo.
Como já mencionamos acima, a Lei do Inquilinato é um conjunto de leis que definem os direitos e deveres das partes que constituem uma relação de aluguel, principalmente para o locador.
A lei serve para garantir a execução da justiça com equilíbrio as partes envolvidas. Reunimos aqui os principais direitos e deveres em relação à norma. Conheça alguns deles.
A lei prevê que se alguém estiver usando o imóvel em razão de contrato de aluguel, essa pessoa tem preferência na compra do imóvel, não sendo possível ocorrer um despejo por venda do imóvel sem antes oferecer o imóvel ao inquilino que nele habita.
Inclusive, a lei garante que as condições de venda sejam as mesmas da venda no mercado. Dessa forma, oferta-se uma proposta ao locatário quanto às condições de venda e ele deverá se manifestar em até 30 dias.
A lei do inquilinato traz garantia ao inquilino de que ele terá acesso ao uso do imóvel pelo tempo disposto no contrato. Essa norma traz mais segurança ao locador, sem surpresas com despejos injustificados, salvo, quando existe concordância mútua sobre término antecipado de contrato.
O locador tem como dever honrar com seus compromissos financeiros, conforme acordado no contrato. Esse é um direito do proprietário. Se a quitação não ocorrer dentro do prazo, deverá pagar multa, conforme estabelecido pelo locatário no contrato.
Todo imóvel, ao ser alugado, deve passar por uma vistoria antes da mudança. É uma garantia de você ver que a casa está em boas condições. O locatário tem o dever de entregar o espaço nas melhores condições possíveis.
Ao final do contrato, caso o locador decida trocar de casa, a mesma, deverá ser entregue nas mesmas condições quando entrou.
Se o inquilino investir no imóvel, ele terá o direito de receber compensação por esses valores. No entanto, isso só ocorre quando a reforma é necessária, como em casos de instalação elétrica, ajustes no telhado ou encanamentos.
Caso a reforma seja por estética e não houver real necessidade, a indenização ocorre apenas em situações onde o locatário tenha autorizado.
A Lei do Inquilinato garante que taxas relacionadas ao condomínio, não cabem ao inquilino pagar. Existem gastos próprios do condomínio que não estão relacionadas com a moradia do locatário.
A lei prevê que o locatário, pode visitar para vistoria do imóvel, mas não podem ser feitas sem aviso. Elas devem ser agendadas com antecedência. Dessa forma, se o imóvel alugado estiver à venda e recebendo visitas de interessados em comprá-lo, esses poderão visitar o local somente com agendamento prévio.
Você já conhecia os direitos e deveres presentes na Lei do Inquilinato? Se você tiver qualquer dúvida e quiser conversar com nosso time, entre em contato. Será um prazer conversar com você! Continue conectado aqui no blog da Rede Provectum e fique por dentro de todas as novidades.
Todos os anos, quando chega o momento de declarar o Imposto de Renda (IR), um turbilhão de dúvidas pairam sobre a cabeça do brasileiro. Se no ano anterior você vendeu algum imóvel, a dúvida é como declarar venda de imóvel conforme a situação.
Leia este artigo e saiba como declarar venda de imóvel no IR. Continue a leitura e entenda como proceder.
Se você vende um imóvel por um valor maior do que comprou, o governo entende que houve um ganho de capital. Sendo assim, você deverá pagar o chamado lucro imobiliário, que pode variar de 15% a 22% sobre a diferença do valor.
No entanto, existem situações em que o ganho de capital pode ser reduzido ou até isentado. A legislação estabelece três situações para isenção total de imposto de renda.
A primeira situação é no caso de venda de um único imóvel por até R$440 mil, independente do tipo de bem. Se a propriedade estiver em regime de condomínio com outros proprietários, a venda não pode ser superior ao valor acima.
É importante lembrar que esse tipo de isenção é válida caso o contribuinte não tenha vendido outro imóvel nos últimos cinco anos, tributada ou não.
A segunda situação é para caso de imóveis comprados até 1969. O vendedor, em um prazo de até 180 dias, contados da assinatura do contrato, comprará outro imóvel residencial no país. Se o valor da venda não for utilizado de forma integral na compra de outro imóvel, este será devido no imposto de renda de forma proporcional ao saldo não aplicado.
A terceira situação é uma isenção parcial para ganhos de capital em imóveis comprados entre 1969 e 1988, onde o próprio Programa de Apuração de Ganhos de Capitais, calcula as situações de isenção parcial ou total, onde o contribuinte apenas importa as informações para a declaração do Imposto de Renda.
O primeiro passo é atualizar sua ficha de “Bens e Direitos” em sua declaração, detalhando a venda no campo correspondente. Adicione todos os dados que envolveram a transação financeira, confirmando os principais dados como:
É fundamental preencher sua declaração com informações corretas, evitando a omissão de quaisquer dados, para não arriscar cair na malha fina ou pagar mais impostos.
Mesmo que o imóvel não tenha sido quitado, ele deve constar na sua declaração do Imposto de Renda. Mencione a forma de pagamento, o que foi usado como entrada, o valor das parcelas, período de pagamento, nome do banco e da construtora responsável.
Com atenção e cuidado, você conseguirá preparar sua declaração sem grandes transtornos. Entretanto, se sentir dificuldade, procure ajuda especializada de um profissional de contabilidade. E lembre-se de ficar atento aos prazos. Neste ano, a declaração começou no dia 15 de março, encerrando no dia 31 de maio.
A declaração do Imposto de Renda sobre aluguel é sempre repleta de dúvidas. Todos os anos, muitos brasileiros caem na malha fina por não informarem rendas vindas de aluguéis, gerando graves consequências e dores de cabeça para o contribuinte. Se você morou de aluguel no ano passado ou recebeu renda de um ou mais aluguéis de pessoas físicas, vai precisar declarar tais valores no Imposto de Renda, seja para declaração completa ou simplificada.
No artigo de hoje, vamos ensinar como não errar na hora de fazer sua declaração do Imposto de Renda sobre o aluguel. Continue a leitura e entenda qual é o seu caso.
O aluguel recebido por uma pessoa física ou jurídica é considerado rendimento tributável e deve ser informado na sua declaração anual. Essa prática deve ser realizada tanto pelo proprietário do imóvel, quanto pelo inquilino. Assim, o processo do aluguel recebido de imobiliária torna-se menos burocrático.
Tenha muito cuidado na hora de preencher essas informações, preenchendo todos os dados corretamente. Anualmente, muitos brasileiros acabam tendo problemas no momento da conferência dos dados pela Receita Federal, por isso, tenha atenção.
É importante lembrar que o locatário não é o responsável pelo pagamento do Imposto de Renda sobre o aluguel. Somente o proprietário do imóvel é obrigado a arcar com essa despesa.
Em sua declaração, todos os valores recebidos como aluguel, devem ser declarados à Receita Federal como um rendimento. Esse valor é considerado como outra forma de renda, podendo ser principal ou complementar.
Caso o valor deste aluguel seja menor que R$1.903,99, você não terá que pagar imposto sobre essa quantia. Porém, precisa ser declarado da mesma forma.
A tributação e valores de base de cálculo pode ser entendida com a média de valores abaixo:
Essas informações servirão como referência para que você saiba quanto deve parar de Imposto de Renda ao longo do ano. Entretanto, o próprio sistema da Receita Federal que emite o Carnê Leão já faz todo o cálculo necessário, emitindo sua guia automaticamente.
Seja para o inquilino, ou quem aluga o imóvel, o processo é bem simples. Ressaltamos que, por mais que essa despesa não seja abatida na base de cálculo do seu IR, a não prestação dessas informações pode gerar multas.
Abra o portal da Receita Federal e clique no menu “Pagamentos Efetuados”. Selecione o código 70 (o código usado para declarar aluguéis de imóveis) e insira o nome e o CPF ou CNPJ do locador. Insira o montante pago ao longo do ano anterior e clique em OK. Pronto, você declarou os aluguéis pagos no ano passado.
A declaração de Imposto de Renda 2023, começou no último dia 15 de março e terminará no dia 31 de maio. O preenchimento das informações é simples e pode ser feito pelo site ou aplicativo do Imposto de Renda.
Caso tenha dúvidas e não se sinta seguro para fazer sozinho, procure a ajuda de um profissional de contabilidade. O mais importante é você não enviar sua declaração arriscando ter erros.
Dias mais cinzas com notável mudança de temperatura: é o outono chegando com tudo. É quase impossível não perceber a mudança de clima com a chegada da estação. Além da atenção com a saúde da família, nossa casa também necessita de cuidados especiais. No artigo de hoje, vamos dar quatro dicas sobre cuidados com o imóvel no outono.
Continue a leitura e coloque em prática na sua casa.
Se sua casa conta com árvores no jardim ou por perto, muita atenção com o entupimento das calhas. Os ventos da estação, carregam folhas, galhos e outras sujeiras soltas que podem acumular em calhas e outras saídas de água, facilitando o entupimento. Limpar as calhas é um dos processos mais importantes na manutenção da sua residência.
A limpeza pode ser feita trimestralmente, desobstruindo a passagem para o fluxo de água, garantindo proteção para paredes e evitando infiltrações indesejadas. Lembre-se de conferir a calha com frequência, evitando surpresas indesejadas.
O mesmo cuidado com as calhas, deve ser com o seu jardim. Chuvas podem ocorrer nesse período, fazendo com que a grama cresça com mais facilidade. Lembre-se de manter bem aparado.
Certifique-se de eliminar entulhos espalhados pelo jardim, evitando acidentes com animais peçonhentos. Guarde brinquedos, cadeiras e piscinas. Deixe tudo limpo e arejado, sendo possível enxergar qualquer mudança no seu jardim.
Por mais que a vontade de manter a casa quentinha seja grande, durante o dia, abra portas e janelas para haver circulação do ar em sua residência. É normal nessa estação acumular mais pó, aumentando a proliferação de fungos e bactérias dentro de casa. Descubra maneiras de aproveitar a luz solar, trazendo circulação para sua residência.
Manter a casa arejada é fundamental, especialmente, para aqueles que possuem algum tipo de alergia e problemas respiratórios. Por isso, mantenha limpo tapetes e cortinas, evitando o acumulo de pó e outras sujeiras.
Um toque de carinho e cuidado é sempre bem-vindo! Prepare sua casa para que a passagem pela estação seja tranquila e de muita saúde. Lave suas roupas de cama, toalhas e cobertores, eliminando vestígios de pó. Organize seu guarda-roupa, deixando as roupas da estação mais a frente.
Como a tendência para os próximos meses são de mais frio e chuva, deixe as roupas do verão bem guardadas, para o futuro.
Viu só como é fácil preparar seu imóvel para o outono? Faça tudo antes da chegada dele e curta com sua família e com o aconchego de uma casa preparada e protegida.
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Você conhece o município de Paulínia? O município faz parte da região de Campinas e está a 118 quilômetros da capital São Paulo. Com apenas 56 anos, é uma das cidades mais promissoras do país, seja para morar quanto para trabalhar.
A cidade sabe como divertir seus moradores e visitantes com diferentes eventos para todos os gostos, por isso, preparamos algumas dicas sobre o que fazer em Paulínia.
Continue a leitura e conheça os encantos dessa cidade.
Com uma população de mais de 106 mil habitantes, Paulínia tem destaque por hoje ser o maior polo petroquímico da América Latina e carregar o maior PIB per capita do país. A economia forte é trazida pelas grandes empresas que escolheram a cidade como casa, trazendo destaque para os rankings nacionais.
Os indicadores de avaliação mostram como a cidade tem seu destaque, especialmente, nos quesitos qualidade de vida e geração de emprego e renda para a população. A cidade carrega o segundo maior orçamento da Região Metropolitana de Campinas (RMC), sendo possível se tornar modelo em áreas como educação, saúde, empreendedorismo e cultura.
Graças a sua localização estratégica, Paulínia fica próxima do Aeroporto Internacional de Viracopos, do complexo viário Anhanguera-Bandeirantes, das rodovias D. Pedro I e SP-340, oferecendo um deslocamento fácil para qualquer lugar.
A cidade é destino certo para aqueles que querem morar pela região de Campinas, oferecendo inúmeras opções em meio a natureza, influenciando diretamente na tão sonhada qualidade de vida.
Paulínia ficou nacionalmente conhecida por, em 2011, sediar o Festival de Música SWU, que atraiu milhares de pessoas para acompanhar o show de bandas famosas. Anualmente, acontece, também, o Festival de Cinema de Paulínia, reunindo artistas e famosos para uma importante premiação aos amantes das belas-artes.
Mas se você prefere ficar ligado à natureza, com passeios em parques e locais históricos, saiba que o município oferece programação para você. Em sua próxima visita à cidade, tire um tempinho para conhecer esses principais pontos turísticos:
O Teatro Municipal Paulo Gracindo, faz parte dos mais importantes teatros de São Paulo. O local eternizou grandes eventos e programações, graças a sua estrutura incrível para quem produz e quem assiste. O local tem fácil acesso, ficando próximo da entrada da cidade.
Paulínia conta com diversos parques ecológicos que podem ser usados para passeios, recreações e momentos de lazer e descanso.
A cidade conta com uma pista de bicicross, gerando diversos campeonatos para as mais variadas categorias. Para uso, o participante deve se cadastrar nos programas disponíveis na época.
Cada cantinho desse lugar é repleto de charme e paz. Seja para um passeio sozinho ou acompanhado, o local conta com muita área verde para relaxar e se divertir. Muito bem frequentado por aqueles que amam movimento, sendo permitido entrar com bicicleta, patins e skate.
A igreja foi uma das primeiras na cidade. Com quase 120 anos de história, o local é marcado pela sua trajetória, um porto seguro para aqueles que querem acalmar a alma e repor as energias. Recentemente, a igreja passou por reforma, trazendo mais segurança aos fiéis.
Localizada no centro da cidade, a Paróquia do Sagrado Coração de Jesus realiza cultos e celebrações em uma construção moderna e bem projetada. Um local que vale a pena a parada para orar, pedir e agradecer.
Com tantas opções assim, fica difícil não querer viver nessa cidade tão apaixonante. Se você busca um local para viver com sua família em Paulínia, saiba que nós temos excelentes opções para te apresentar. Visite agora mesmo nosso site ou fale conosco pelo WhatsApp e encontre a casa dos sonhos para sua família.
A compra dos mais variados itens por meio de leilão, cresceu consideravelmente nos últimos anos. São diversos produtos, como eletrônicos, motos, carros e até caminhões, com preços convidativos para se fechar negócio. Casas, apartamentos e lotes, também fazem parte desse mercado, com valores mais baixos e acessíveis para o consumidor concordar sem pensar duas vezes. No entanto, será que essa prática, realmente vale a pena? Será mesmo um bom negócio? Quais os riscos de comprar um imóvel de leilão?
Continue e leitura do artigo e descubra mais sobre essa prática!
Como em todos os leilões, um bem, no caso o imóvel, é oferecido a um grupo de pessoas. Quem ofertar o maior valor recebe o direito de adquiri-lo.
Em alguns casos, é comum que durante essas negociações, o antigo proprietário não concorde com a venda. Para compradores inexperientes, isso pode gerar grandes problemas.
Os riscos de comprar um imóvel de leilão depende do tipo de leilão que o investidor está participando. Se a escolha for por leilões judiciais ou extrajudiciais, o lucro é maior, mas com um risco maior. Já o leilão de venda direta, o lucro é menor, mas praticamente sem nenhum risco. Antes de ingressar em um, converse com pessoas do mercado imobiliário e corretores de imóveis.
Para os riscos serem reduzidos, verifique algumas etapas antes de embarcar em qualquer leilão:
As etapas mencionadas acima, devem acontecer antes da preparação do leilão.
A maior vantagem em adquirir um imóvel de leilão é a economia, por conta das grandes chances de comprar uma casa a um valor abaixo do que é praticado no mercado, podendo conseguir descontos de até 60%.
É comum em leilões, não haver acordo entre as partes envolvidas na contratação. Encontramos casos de pessoas que arremataram o imóvel se depararam com o antigo dono no local. Mesmo que você tenha direito sobre o imóvel, o ocupante pode entrar na justiça e demorar anos para sair da propriedade. Uma situação que ninguém gostaria de passar.
Como já comentamos nesse artigo, conte com a ajuda de profissionais especializados nesse tipo de negociação. Assim você fica um passo à frente dos imprevistos.
Se surgiu uma oportunidade e você acha ser um bom negócio, visite a propriedade. Conheça as condições reais do imóvel, colocando em prática tudo o que falamos aqui. Se o leilão não for um bom negócio para você, conheça nossas opções disponíveis pela região e realize seu sonho conosco.
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É comum que inquilinos tenham dúvidas sobre o que podem e o que não podem fazer em um imóvel alugado. Embora a posse seja transferida a eles após a assinatura do contrato, ainda é necessário seguir algumas regras para a boa convivência no condomínio e possível futura renovação do contrato.
Você pode dar festas de carnaval na sua residência, seja apartamento ou casa. O inquilino passa a ser o legítimo possuidor do imóvel após fechar negócio com o locador. Por isso, ele se torna o responsável pelo ambiente e o proprietário não pode proibir todo e qualquer tipo de ação - desde que não esteja explícito no contrato.
Mas, isso não quer dizer que você pode exagerar. Pelo contrário! É preciso ter bom senso e entender que há outras pessoas morando próximo a você. Nada de passar dias festejando, sem se importar com a rotina dos vizinhos.
Depende. Perante a lei, o sossego, paz e tranquilidade é direito de todo cidadão. Segundo o Código Civil, moradores não podem usar imóveis para prejudicar vizinhos - seja alugado ou próprio.
Nesse sentido, ultrapassar os horários previstos pelo condomínio pode trazer sérias consequências aos inquilinos. A Lei nº 3.688 pressupõe que, no caso de perturbação, o locatário pode ser preso de 15 dias a três meses.
Ressaltamos mais uma vez: tenha bom senso. Imagine se fosse o contrário: o seu vizinho dando festas todos os dias, com música alta durante toda a madrugada. Certeza que você não iria gostar, não é mesmo?
A prisão do locatário é uma das possíveis consequências para aqueles que perturbam a paz e sossego de seus vizinhos.
Antes disso acontecer, o inquilino pode receber um pedido formal ou advertência do condomínio. Caso nada seja feito, o locador tem direito de aplicar multas ou até rescindir o contrato por justa causa.
Claro que pode! Para isso, temos duas dicas importantíssimas:
Leia todas as cláusulas do contrato com cuidado. Em alguns casos, o locador deixará claro tudo o que você pode e não pode fazer. Ele pode autorizar festas particulares, mas proibir o uso do ambiente para fins não residenciais, por exemplo.
Fique atento aos seus direitos, a fim de evitar consequências graves a você e sua família.
É dever de todo inquilino seguir as regras impostas pelo condomínio. Elas são essenciais, pois ditam todos os direitos e deveres dos moradores.
Ainda na fase de negociação, solicite o documento ao locador e conheça todos os termos e regras do espaço, para evitar descumprimentos. Caso contrário, você poderá ser expulso após a rescisão do contrato.
Tendo atenção a esses dois pontos, as chances de você (e seus vizinhos) viver em um ambiente harmonioso e tranquilo serão maiores.
Para saber mais sobre locação, compra e venda de residências, direito dos locadores e locatários, continue conosco no blog da Rede Provectum. Aqui, você fica por dentro das maiores novidades e dicas do mundo dos imóveis.
Você sabia que Campinas foi eleita uma das 10 melhores cidades do Brasil para morar? O ranking foi divulgado no final de 2022, pela Bloom Consulting. Segundo a classificação, a cidade ocupa a 9ª posição.
A pesquisa foi elaborada com base nos 100 municípios mais populosos do país. Para tanto, foram analisados três pontos principais: viver, visitar e investir.
Se você busca mais qualidade de vida como um todo, Campinas é a opção certa. Por lá, você e sua família tem tudo o que precisam: educação, segurança, oportunidades de carreira, lazer, cultura e muito mais.
A seguir, veja todas as qualidades do município e decida-se de uma vez por todas.
O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Campinas é de 0,0805; um dos mais altos do Brasil - maior, inclusive, que o IDH do país. Ela também é considerada uma das melhores cidades de São Paulo!
Outro balanço, feito pelo Centro de Liderança Pública (CLP), coloca a cidade em 7ª posição no ranking de Competitividade dos Municípios de 2022. Nessa pesquisa, os seguintes pontos foram avaliados:
Todos esses aspectos receberam excelentes notas e demonstram a qualidade de vida que Campinas é capaz de oferecer a você! E, tem mais.
Em se tratando de educação, o município também ganha destaque. Afinal, lá estão localizadas algumas das melhores instituições de ensino superior do país: Unicamp, PUC - Campinas e Mackenzie.
Na Unicamp, por exemplo, há o parque científico e tecnológico, considerado um dos maiores polos tecnológicos do Brasil. Legal, né?
Além delas, a cidade possui uma série de outras faculdades à disposição do público. Isso sem contar as opções de ensino infantil e fundamental para os seus filhos. As escolas oferecem o que há de melhor para crianças e adolescentes se desenvolverem.
À procura de trabalho? Campinas oferece uma gama de oportunidades, seja para quem quer empreender ou crescer profissionalmente. A cidade se destaca por oportunidades de serviços, indústria, administração pública e agropecuária.
Na área de indústria e tecnologia, o município abriga diversas grandes marcas. Para se ter uma noção, lá estão 30 das 500 maiores empresas de tecnologia do mundo.
Gosta de lazer e cultura? Saiba que Campinas está repleta de opções para toda a família! Há museus, shoppings, teatros, parques e praças.
Por lá, você consegue aproveitar um dia cultural, uma tarde de caminhada em meio à natureza e uma noite gostosa em restaurantes de qualidade.
Aqueles que gostam de museu podem dar uma parada no Museu de Arte Contemporânea de Campinas (MACC) ou no Museu de História Natural.
Se prefere um contato maior com a natureza, aproveite os finais de semana no Parque Portugal ou no Bosque dos Jequitibás.
Tem filhos? Então, o shopping ou o zoológico são ideias para um dia gostoso em família.
Por fim, para um passeio histórico e cultural, o Jockey Club Campineiro está à sua disposição. Ele foi inspirado na arquitetura dos palacetes franceses do século XVIII e, hoje, foi tombado na cidade. Tanto é que é considerado uma das sete maravilhas de Campinas.
Campinas é uma cidade com localização privilegiada. Ela está a apenas 90 quilômetros da capital de São Paulo - pouco mais de uma hora. Além disso, o município dá acessos às principais rodovias do país, como Anhanguera, Bandeirantes e Dom Pedro I.
Isso sem contar a proximidade ao Aeroporto Internacional de Viracopos, um dos melhores do mundo e segundo principal terminal de cargas aéreo do Brasil.
Outro grande privilégio em relação à localização é a proximidade ao Porto de Santos, considerado o maior da América Latina. Que tal um bate e volta à praia?
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No carnaval, festas de final de ano ou festa junina, por exemplo, é comum que o condomínio fique mais movimentado que o normal, devido às comemorações realizadas por condôminos e convidados.
Nessa época, é comum que pais fiquem em dúvida a respeito da movimentação de crianças e adolescentes pelas áreas comuns. Será que crianças podem circular no condomínio sozinhas? Descobrimos a seguir.
Depende, mas o recomendável é que não, perante a lei. Segundo o Código Civil, artigo 3, menores de 16 anos não devem andar desacompanhados mesmo dentro do condomínio.
A legislação prevê que crianças e adolescentes com menos de 15 anos não têm autonomia o suficiente para transitar nas áreas comuns por conta própria.
Hoje, ainda não existe uma lei específica, relacionada à idade mínima para adolescentes andarem desacompanhados em condomínios. É responsabilidade dos pais manter suas crianças em segurança.
Para evitar problemas e assegurar que seus filhos fiquem seguros, separamos algumas dicas do que você pode fazer:
A assembleia condominial é uma boa alternativa para discutir regras de proteção às crianças e adolescentes do residencial.
Nela, você pode abordar a necessidade de regras de segurança e vigilância dos menores em todas as áreas comuns, sobretudo naquelas que oferecem perigo, como:
Assim, é possível definir a idade mínima para as crianças andarem desacompanhadas e possíveis consequências no caso de descumprimento das regras.
Antes de abordar o tema na assembleia do condomínio, leia as regras do espaço. Fique por dentro do que pode e o que não pode ser feito, a fim de garantir o bem-estar de todos os inquilinos.
Essa é uma maneira, inclusive, de ensinar as principais regras de utilização das áreas comuns aos pequenos.
Como dissemos, é dever dos pais, tutores, responsáveis legais ou babás cuidar de suas crianças e adolescentes. Nesse sentido, vale a pena conversar com eles e orientá-los sobre o cumprimento das regras de cada área.
Instrua os pequenos com relação ao que podem ou não fazer na piscina, quais ambientes não devem acessar e sobre a importância de não conversar ou seguir estranhos.
Essa é uma excelente maneira de prevenir qualquer tipo de acidente ou ocorrências estressantes. Cuide bem dos seus filhos!
Não pense que o síndico será a babá do seu filho nos ambientes comuns do condomínio. Ele não é responsável pelos pequenos!
O profissional, na verdade, é incumbido pela manutenção dos espaços e pela divulgação das principais normas do residencial.
Caso algum acidente aconteça, será necessário avaliar o caso. Se o problema foi derivado do estado de conservação das áreas, por exemplo, a culpa recai, sobretudo, sobre o síndico - e, em seguida, sobre os responsáveis pela criança. Caso contrário, a responsabilidade é inteiramente dos pais.
Continue no blog da Provectum e saiba tudo sobre o mundo imobiliário! Confira dicas e boas práticas para uma moradia, segura, tranquila e feliz.
Valinhos é uma das melhores cidades para se morar não só em São Paulo, mas em todo o Brasil. É o que indica uma pesquisa feita pela Consultoria Austin Rating, para a pesquisa anual de melhores cidades, para a revista IstoÉ.
O ranking realizado em 2022, coloca Valinhos em primeiro lugar com base nos indicadores sociais: qualidade de vida, educação, saúde, habitação, responsabilidade social, atenção ao jovem e desenvolvimento humano.
Para se ter uma noção, na primeira versão do ranking, em 2015, Valinhos ficou na 38ª posição. Veja só o quanto ela se desenvolveu! Essa é a opção certa para viver com qualidade de vida e bem-estar, ao lado de toda a família.
Segundo os dados, o município estava nas primeiras colocações em todas as categorias analisadas. Com relação a todos os indicadores (sociais, fiscais, econômicos e digitais), a cidade ocupa a 3ª posição. Com relação à região metropolitana de Campinas, ela configura o 1º lugar.
Os números não vêm à toa. Valinhos investe continuamente em todas as principais áreas indispensáveis aos cidadãos, como saúde, serviços públicos, educação e tecnologia. São inúmeras ações com foco na qualidade de vida!
Conheça alguns dos principais programas que beneficiam moradores da cidade:
Uma das metas propostas é que toda a cidade tenha iluminação a LED. O projeto começou em 2021 e, desde então, equipes instalaram novas luminárias em todos os espaços públicos, ruas e avenidas de Valinhos. O propósito é deixar Valinhos mais segura e moderna.
Além disso, durante a pandemia em 2021, o município prestou atendimento especial aos idosos e famílias mais vulneráveis, com a distribuição de cestas básicas.
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O verão é uma das épocas mais chuvosas do ano. Por isso, é muito importante saber como cuidar do seu imóvel no período de chuvas. Dessa forma, é possível evitar dores de cabeça com sua residência e aproveitar melhor essa estação.
No período de chuvas intensas, é comum que surjam alguns problemas na estrutura do imóvel. O excesso de água em contato com materiais de construção, como concretos e argamassas, pode ser prejudicial à resistência do local.
Além disso, caso a residência não tenha uma boa impermeabilidade, as chuvas podem causar problemas que irão afetar sua casa e o seu bolso.
Um dos casos mais comuns é o excesso de mofo. Ele é derivado do acúmulo de umidade em locais onde há infiltração e vazamentos em paredes e móveis. O pior é que, em locais onde há ausência de luz solar e pouco ar, ele pode se proliferar.
Além disso, o mofo desgasta a superfície onde está e afeta a saúde dos moradores do local.
Outra consequência causada pelo excesso de chuva é a destruição do revestimento da casa.
Materiais permeáveis, por exemplo, se deterioram em um curto período e, por isso, é necessário reservar parte do dinheiro, mais uma vez, para evitar consequências graves.
A infiltração é outra dor de cabeça que aparece em imóveis no período de chuvas. Caso a residência não possua uma boa cobertura superior externa, a água pode escorrer para as paredes e descascar a tinta e o cimento.
Nos casos mais graves, o teto pode desabar e causar acidentes.
Por essa razão, você precisa tomar alguns cuidados para evitar estragos.
Caso a sua residência já sofra com os efeitos negativos do período de chuvas, é possível adotar algumas mudanças no local para evitar outras complicações.
Pequenos investimentos são o suficiente para manter a qualidade do imóvel.
Infiltrações e mofos podem ocorrer todos os anos. Por isso, é importante pedir ajuda de um profissional para realizar os reparos necessários na residência antes do período de chuva.
A manutenção do encanamento também deve ser feita sempre que necessário para evitar infiltrações nas paredes.
Para evitar o mofo, o ideal é realizar a limpeza dos espaços afetados com produtos específicos para cada superfície em que o fungo se manifestar.
O investimento em materiais de construção de qualidade (que sejam impermeáveis) aliviam os efeitos da chuva em residências.
Revestimentos impermeáveis são os mais recomendados, pois criam uma barreira de proteção que impede o aumento da umidade, infiltração e mofo.
Lastras, porcelanatos e cerâmicas são algumas das opções, pois possuem resistência a fungos, são fáceis de instalar e não precisam de manutenção frequente.
Tintas acrílicas também ajudam no controle de mofo no imóvel, já que possuem fungicida em sua composição. O legal é que esse tipo de tinta pode ser usado tanto em áreas externas, quanto internas.
Observe se as telhas estão bem encaixadas e sem buracos ou rachaduras. Caso o material apresente fissuras em excesso, o ideal é trocar as partes prejudicadas por novas.
A limpeza de calhas também precisa ser feita periodicamente, para evitar que a água fique acumulada.
Caso as pelas apresentem fissuras, prefira trocá-las.
Se você quiser evitar o acúmulo de água no chão do seu imóvel, prefira manter as áreas externas com vegetação natural ou utilize revestimentos como pequenas pedras, ou demais materiais que permitam o escoamento da água.
Outra solução é inserir um sistema de tubos. Eles ajudam a direcionar o excesso de água para outros locais, o que evita problemas.
Ao seguir essas dicas, você evita problemas na sua residência durante os dias mais chuvosos do ano. Assim, aproveitar o verão vai ser muito mais divertido e prazeroso!
Gostou das dicas? Então, continue no blog da Rede Provectum e aprenda a cuidar da sua casa durante todas as estações do ano.
Com as mudanças no cenário econômico do país, muitas famílias buscam ter estabilidade quando se trata de moradia. Afinal, ter um imóvel próprio significa ter maior liberdade e segurança sobre sua residência.
É o que demonstra uma pesquisa recente feita pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), em parceria com a Brain Inteligência Estratégica.
Segundo o estudo, a cada 10 brasileiros, três querem realizar o sonho da casa própria. Além disso, 4% dos entrevistados informaram que já estão monitorando as unidades disponíveis para venda e 7% realizam pesquisas de imóveis pela internet.
Esses dados demonstram um cenário favorável para empresas imobiliárias que desejam aumentar o número de vendas.
Segundo a pesquisa da Abrainc, os principais motivos por trás do aumento do interesse por imóveis próprios são:
Outros dados divulgados pela pesquisa mostram qual o tipo de imóvel mais desejado pelos brasileiros.
Mesmo com o crescimento de apartamentos em grandes cidades, o interesse do público em casas ou sobrados também ganhou destaque, com 31%, em relação a 41% que querem comprar um apartamento.
Esse desejo pode ser reflexo dos últimos anos, em que as pessoas começaram a passar mais tempo em casa e agora, querem aproveitar a vida em espaços abertos e em contato com a natureza.
Nesse sentido, as imobiliárias podem aproveitar esse interesse para investir em imóveis abertos, com terrenos grandes.
Ter um imóvel próprio é um bom investimento para aqueles que querem ter maior controle de gastos e também de planejamento futuro.
Ser dono de uma propriedade significa ter maior autonomia para realizar obras e decorar o ambiente da forma que preferir. Alguns imóveis alugados não autorizam mudanças, como pinturas ou demais alterações do local.
Além disso, o aluguel de residências também pode sofrer com reajustes em consequência de fatores como a inflação.
Já com o financiamento de um imóvel, o dinheiro que seria destinado a pagar o aluguel pode ser usado para quitar as parcelas da casa própria.
Outro motivo para ser proprietário de uma casa própria é a possibilidade de usar ela da maneira que preferir, seja para morar, abrir um pequeno negócio ou até mesmo para alugar.
Para se tornar proprietário de um imóvel próprio, é possível investir em diferentes alternativas:
O financiamento de imóveis é uma boa forma de ter uma casa própria se a pessoa não possui grandes recursos e quer um local novo para morar.
Por meio de um contrato, o comprador paga um valor de entrada ao atual dono do local, além de parcelas com um prazo final.
Após o pagamento de todas as prestações, a residência passa a ser do contratante. Porém, é preciso evitar o atraso do pagamento das parcelas, com risco da perda do local.
O repasse de contrato acontece quando um comprador de imóvel desiste da compra e passa o financiamento em andamento para outra pessoa.
Assim, o novo interessado no local assume as prestações seguintes. Quando o local for quitado, o vendedor deve ir até o cartório e passar a residência para o nome do novo proprietário.
O processo de repasse envolve quatro partes: o banco, o proprietário legal do imóvel, o vendedor que desistiu da venda e o comprador, que irá assumir as parcelas do financiamento.
Todo esse processo é feito por uma análise de contrato, avaliação do local e a transferência legal dele.
Para quem deseja um imóvel para chamar de seu e não quer investir altos valores em um local novo, comprar uma residência usada pode ser a solução.
Como alguns proprietários podem levar um tempo para conseguir vender suas casas, é comum que eles abaixem o preço, numa tentativa de atrair mais compradores.
Além disso, quando uma residência usada passa a ser de um novo dono, ela pode ser reformada. Dessa maneira, ao invés de gastar muito dinheiro na compra de uma casa nova, é possível economizar e direcionar parte do dinheiro a melhorias na casa.
Dessa maneira, fica mais fácil ser proprietário de um imóvel próprio e deixá-lo do seu jeito.
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